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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Video - A vida numa plataforma de petroleo


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Como funciona a perfuração de petróleo (Exploração do petróleo)

O petróleo é um combustível fóssil que pode ser encontrado em vários países ao redor do mundo. Nesta seção, vamos discutir como o petróleo se formou e como os geólogos o encontram.
Formação do petróleoO petróleo se formou dos restos de minúsculas plantas e animais (plâncton) que morreram nos mares antigos entre 10 e 600 milhões de anos atrás. 


Foto cedida por Institute of Petroleum
O petróleo se forma a partir de organismos mortos nos mares antigos
(Clique aqui para uma imagem ampliada)


Foto cedida por Institute of Petroleum
Close de uma rocha-reservatório
(o petróleo é a parte preta)

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Ao longo dos anos, os organismos se decompuseram nas camadas sedimentares, onde havia pouco ou nenhum oxigênio presente. Assim, os microrganismos quebraram seus restos em compostos ricos em carbono, que formaram camadas orgânicas. Esse material orgânico acabou se misturando aos sedimentos e formando um folhelho finamente granulado, ou rocha geradora. À medida que novas camadas sedimentares foram depositadas, elas exerceram pressão e aquecimento intensos sobre a rocha geradora, proporcionando a destilação do material orgânico em petróleo cru e gás natural. Com o passar do tempo, o óleo fluiu da rocha geradora e se acumulou em rochas calcárias ou arenito, chamadas derocha-reservatório, que sob a ação dos movimentos da Terra aprisionaram o petróleo e o gás natural dentro delas, entre camadas de rocha impermeável ou rocha selante, como granito ou mármore.


Foto cedida por Institute of Petroleum
Rochas-reservatório de petróleo (vermelho) e gás natural (azul) podem ficar aprisionadas por dobramento (esquerda), falha (meio) ou constrição (direita)
Esses movimentos da Terra incluem:
  • dobramento - movimentos horizontais, que pressionam e movem as camadas rochosas para cima em uma dobra ou anticlinal;
  • falha - as camadas de rochas se quebram e um lado se desloca para cima ou para baixo;
  • constrição - uma camada de rocha impermeável é espremida para cima e para o interior da rocha-reservatório.
Procurando petróleoA tarefa de encontrar petróleo é designada aos geólogos, empregados diretamente por uma companhia petrolífera ou sob contrato de uma empresa privada. Sua tarefa é procurar as condições certas para uma "armadilha" (termo usado para designar um buraco de petróleo na rocha) de petróleo: o tipo certo de rocha geradora, rocha-reservatório e aprisionamento. Muitos anos atrás, os geólogos interpretavam as características da superfície, de suas rochas, seus tipos de solo e, talvez, algumas pequenas amostras obtidas por perfuração rasa. Os modernos geólogos do petróleo também examinam as rochas superficiais e o terreno com a ajuda adicional deimagens de satélite. No entanto, eles também usam uma variedade de outros métodos para encontrar petróleo. Podem usar sensíveis medidores degravidade para avaliar pequenas alterações no campo gravitacional da Terra que possam indicar o petróleo fluindo, assim como magnetômetrosde alta sensibilidade para medir minúsculas mudanças no campo magnético terrestre causadas pelo fluxo do petróleo. Eles também podem detectar o cheiro de hidrocarbonetos utilizando narizes eletrônicos sensíveis chamadossniffers (farejadores). Por fim, e mais comumente, eles usam a sismologia, criando ondas de choque que passam através das camadas ocultas de rochas e interpretando as ondas que são refletidas de volta para a superfície.


Foto cedida por Institute of Petroleum
Procura de petróleo sobre a água usando sismologia
Nas prospecções sísmicas, uma onda de choque é criada pelo seguinte:
  • canhão de ar comprimido - dispara pulsos de ar na água (para exploração sobre a água);
  • caminhão impactador - golpeia chapas pesadas no solo (para exploração sobre a terra);
  • explosivos - são enterrados no solo (para exploração sobre a terra) ou arremessados do barco (para exploração sobre a água) e detonados.
As ondas de choque se deslocam abaixo da superfície da Terra e são refletidas pelas diversas camadas rochosas. Os reflexos se deslocam em diferentes velocidades dependendo do tipo ou densidade das camadas de rocha que devem atravessar. Os reflexos das ondas de choque são detectados por microfones ou detectores de vibração sensíveis: hidrofonessobre a água ou sismômetros sobre a terra. As leituras são interpretadas por sismólogos quanto a indícios de armadilhas de petróleo e gás.
Apesar de os métodos modernos de exploração de petróleo serem melhores do que os anteriores, eles ainda podem ter uma taxa de sucesso de 10% para a localização de novos campos de petróleo. Assim que um impacto com perspectiva de petróleo é encontrado, a localização é marcada por coordenadas de GPS sobre a terra ou por bóias marcadoras sobre a água.
Fonte:  Craig Freudenrich, Ph.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil
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Implantação do Polo Naval de Jaconé pode começar este ano


Com a previsão de gerar 9 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção, elevando esse número para até 12 mil após a entrada em operação, o projeto de implantação de um polo naval em Jaconé, distrito de Maricá (RJ), poderá começar a sair do papel até o fim deste ano.

“Estamos trabalhando para ter o licenciamento ainda no segundo semestre”, disse o prefeito de Maricá, Washington Quaquá. O projeto prevê investimento de R$ 5,4 bilhões e visa a preencher o déficit em logística, previsto com a exploração do petróleo na área do pré-sal, informou. “A área de Jaconé é propícia a isso”.

Amanhã (24), a construção do polo naval será discutida durante reunião entre o prefeito de Maricá e o governador do Rio, Sergio Cabral Filho. O projeto também é estratégico para o estado em termos de escoamento da produção nacional, ressaltou Washington Quaquá.

Segundo ele, o município vem perseguindo há três anos o projeto de transformar Jaconé em área industrial para servir ao pré-sal. O prefeito explicou que a cidade de Maricá e a região de Jaconé têm vocação turística, mas admitiu que “o turismo, sozinho, não sustenta a economia local. Esse porto é fundamental para dar uma base industrial à cidade, para gerar emprego, gerar recursos, para que o município possa investir na atividade do turismo”.

O governo fluminense apoia o projeto. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, ressaltou que a área tem vocação não só para escoar a produção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), localizado em Itaboraí, como para receber estaleiro para a manutenção de plataformas.

O Porto de Jaconé terá capacidade para receber 850 mil barris/dia de petróleo, o que corresponde a 40% da produção atual do país. A previsão é que a obra seja concluída em 2015, coincidindo com a inauguração do Comperj.

O projeto é desenvolvido pela DTA Engenharia, responsável pelo planejamento de mais de 30 portos no Brasil e no exterior, informou a secretaria. A empresa já está elaborando o pedido de licenciamento ambiental. Segundo o prefeito de Maricá, não existe nenhuma unidade de conservação ambiental naquela região. “Não vemos problemas e acreditamos que a licença não vai tardar a sair”, reforçou o secretário Julio Bueno.

Procurada pela "Agência Brasil", a organização não governamental internacional de defesa do meio ambiente Greenpeace alegou que não está “acompanhando de perto o caso do polo naval” e, por isso, não dispunha de  fonte para comentar o projeto.

Washington Quaquá avaliou que a principal vantagem do Porto de Jaconé é a proximidade. Ele ficará a 26 quilômetros do Comperj. A alternativa mais próxima, o Porto de Açu, situa-se a 250 quilômetros, acrescentou. Outro atrativo é a profundidade. “Ele vai ser o porto mais profundo do Brasil e um dos mais profundos da América Latina. Nós vamos ter de 20 metros a 30 metros de profundidade”. Isso permitirá  a atracação de navios de alta capacidade, com até 400 mil toneladas, disse o prefeito.

Ele considerou natural que em ano eleitoral ocorram manifestações políticas contrárias ao projeto. Revelou, porém, que pesquisa feita pela prefeitura apurou que 85% da população são favoráveis à construção do porto. “Há  uma ampla maioria da população de Maricá favorável ao empreendimento”.

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Amazonas tem a 3ª maior produção da Petrobras


Província de Urucu em Coari, coloca o Amazonas entre os maiores produtores de petróleo e gás do Brasil
O Amazonas fechou o ano de 2011 como terceiro maior produtor de petróleo e gás do país, ao contribuir para o recorde anual de produção alcançado pela Petrobras.
O Estado produziu uma média de 119.934 barris de óleo equivalente por dia (boed) no ano passado. A região representou 5,05% do total de 2.376.359 boed no período, que foi 1,6% maior que o total de 2010.
A província de Urucu (a 362 quilômetros da capital) é a principal região onde a Petrobras produz no Amazonas. Diferente das demais regiões onde há exploração de petróleo pela estatal no mar, no Amazonas, a exploração é feita exclusivamente em terra.
Quando avaliada apenas essa modalidade, a produção de petróleo foi a segunda maior do país (52.720 barris/dia), atrás apenas do Rio Grande do Norte, que produziu 53.728 barris/dia em terra. No balanço geral, o Estado ocupou o quarto lugar, atrás do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte.
Em compensação, a produção de gás natural foi a segunda maior do país, seguindo o Rio de Janeiro. A cada dia, uma média de 10.686 metros cúbicos do gás foi produzida no Estado. A produção carioca do gás chegou a 21.687 metros cúbicos. Com 56,3 milhões de metros cúbicos de gás produzidos por dia, volume aumentou em 6,2% em relação a 2010.
Produção nacional
Com a exploração no pré-sal, Rio de Janeiro e Espírito Santo ocupam primeiro e segundo lugares, respectivamente, em produção. Em 2011, foram produzidos mais de 1,61 milhão de barris equivalentes por dia no litoral carioca. Já no Espírito Santo, a produção diária ultrapassou 350 mil barris equivalentes.
Fonte: Em Tempo Online
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sábado, 21 de janeiro de 2012

O que são os Royalties do Petróleo?





Royalty ou royaltie é uma palavra de origem inglesa derivada da palavra "royal" que significa aquilo que pertence ou é relativo ao Rei, monarca ou nobre, podendo ser usada também para se referir à realeza ou nobreza. Seu plural é royalties.
Na antiguidade, royalties eram os valores pagos por terceiros ao rei ou nobre, como compensação pela extração de recursos naturais existentes em suas terras, como madeiraáguarecursos minerais ou outrosrecursos naturais, incluindo, muitas vezes, a caça e pesca, ou ainda, pelo uso de bens de propriedade do rei, como pontes ou moinhos.
Na atualidade, royaltie é o termo utilizado para designar a importância paga ao detentor ou proprietário ou um território, recurso naturalprodutomarcapatente de produto, processo de produção, ou obra original, pelos direitos de exploração, uso, distribuição ou comercialização do referido produto ou tecnologia. Os detentores ou proprietários recebem porcentagens geralmente pré-fixadas das vendas finais ou dos lucros obtidos por aquele que extrai o recurso natural, ou fabrica e comercializa um produto ou tecnologia, assim como o concurso de suas marcas ou dos lucros obtidos com essas operações [1]. O proprietário em questão pode ser uma pessoa física, uma empresa ou o próprio Estado.
Royalties são atualmente a cobrança de impostos da extração de um recurso natural de uma determinada região.

Royalties do petróleo e mineração

No Brasil o petróleo pertence à União, embora a Lei nº 9.478/1997 garanta que, após extraído, a posse do petróleo passa a ser da empresa que realiza a extração deste recurso natural, mediante o pagamento dosroyalties ao governo. Neste caso, tanto a união divide estes royalties entre o Governo Federal, estados e municípios onde ocorre a extração de petróleo localizado no subsolo destas unidades da Federação [5].
Atualmente está em discussão a mudança no sistema de distribuição dos royalties do petróleo no Brasil, com a votação de uma nova lei ordinária para regulamentar esta questão, conforme previsto pela Constituição.
Ainda não existe uma legislação que padronize os diferentes sistemas de cobrança e distribuição dos royalties existentes no Brasil, para cada tipo de recurso natural sob a posse do Estado. No caso, a exploração dos demais recursos minerais envolve o pagamento de royalties segundo a Lei de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, CFEM (DNPM) - § 1º, art. 20 CF; art. 8º Lei nº 7.990/89.
Fonte: Wikipédia

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Como funciona a perfuração de petróleo (Introdução)

Prezados amigos e leitores,

Nestes artigos, vamos examinar a exploração moderna e os trabalhos de perfuração de petróleo. Discutiremos como o petróleo é formado, encontrado e extraído do solo.






Introdução


Em dezembro de 2007, o Brasil alcançou o recorde histórico na produção de petróleo, ultrapassando a marca dos 2 milhões de barris por dia. Para chegar a esse nível de produção, a Petrobras inaugurou cinco novas plataformas durante o ano.
Esse petróleo é refinado em gasolina,querosene, óleo combustível e outros produtos. Para sustentar esse consumo, as companhias petrolíferas precisam constantemente procurar novas fontes de petróleo, assim como melhorar a produção dos poços existentes.
O que uma companhia faz para encontrar petróleo e bombeá-lo do solo? Você pode ter visto imagens de petróleo cru jorrando do solo ou de um poço de petróleo em filmes e séries de televisão como "Assim caminha a humanidade," "O poço do ódio","Armageddon" e "A família Buscapé". Mas, a produção moderna de petróleo é bem diferente da maneira que é retratada nos filmes.
Fonte: Craig Freudenrich, Ph.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil
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Vagas Offshore



Recrutamento na Norskan Offshore:

Comandante e Segundo Oficial de Máquinas com experiência em PSV ou AHTS;
Segundo Oficial de Nautica (2ON);
 Imediato.




Necessário possuir a CIR emitida pela Marinha.

Os candidatos interessados devem enviar CV para Grace, para o e-mailgrace.silva@norskan.com.br, favor colocar no assunto a vaga pretendida.
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