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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vagas Offshore

A Cameron, multinacional no segmento de Equipamentos e Serviços Submarinos, como BOP e Árvore de Natal está recrutando 10 vagas para o cargo de Auxiliar Técnico Offshore. Segue abaixo as informações sobre a vaga.


Empresa: Cameron do Brasil Ltda.
Cargo: Auxiliar Técnico Offshore I
Salário: A combinar/Benefícios: VT, VR, Plano de Saúde, Assistência Odontológica, Seguro de Vida e Auxílio Funeral, PL anual
Requisitos: (Perfil necessário ao cargo)
Técnico em Eletromecânica, Mecânica, Metalúrgica, Automação Industrial e afins.
Observações: Conhecimentos em Inglês será um diferencial
Nº de vagas: 10

Enviar currículo por: e-mail: cvmacae@c-a-m.com até 13-02-2012, com título: IFF MACAÉ-ATO
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Motivos do vazamento em Santos são os mesmos de incidente em Guará


As circunstâncias que culminaram no vazamento de 160 barris de óleo na Bacia de Santos, no final de janeiro, foram as mesmas que, em março do ano passado, interromperam os Testes de Longa Duração que ocorriam em poço da camada pré-sal do campo de Guará. Nas duas situações o problema foi causado pelo rompimento da tubulação que levava o óleo extraído do poço ao navio plataforma Dynamic Producer. Em ambas, o sistema de resposta que fecha o posto impediu que o óleo vazasse deste ponto.  Contudo, no caso de Guará não havia óleo na tubulação, ao contrário do caso recente no campo Carioca Nordeste, também na Bacia de Santos
O diretor de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, Guilherme Estrella, contou, durante a coletiva de despedida do presidente José Sergio Gabrielli, que após o vazamento de Guará, engenheiros da estatal, em parceria com uma consultoria externa, formaram uma comissão interna e formularam um novo projeto de instalação para o mesmo equipamento. Não foi suficiente e a tubulação voltou a rse omper sem que fosse possível impedir o vazamento do óleo. A despeito do ocorrido, o diretor de E&P é otimista:
“O acidente teve um aspecto positivo, comprovou que o sistema de segurança dos poços está perfeito. O poço não produziu para o mar, houve um derrame do óleo que estava dentro da tubulação”, afirmou Estrella. Sobre a relação entre os dois vazamentos e a exploração na camada ultra profunda, ele foi taxativo ao afirmar que “os acidentes não tem nada a ver com produção do pré-sal” e falha no tubo poderia ter acontecido à qualquer profundidade. Outra comissão interna, agora reformulada, está sendo reunida para, em 60 dias, apresentar uma nova solução para o problema.
Simultaneamente, uma empresa dos EUA será contratada pela Petrobras para, no mesmo prazo, entregar à estatal um relatório independente. Ao final, os trabalhos serão confrontados e a Petrobras decidirá os próximos passos. Estrella preferiu não divulgar o nome da empresa, mas confirmou que o processo de contratação está em curso. Valores também não foram revelados. O TLD feito pelo Dynamic Producer será interrompido até lá. Quem também não participará da resposta técnica da companhia ao acidente é o próprio Guilherme Estrella, pois está deixando a diretoria da Petrobras após 9 anos na companhia, para aposentar-se.
Fonte: NN - Gustavo Gaudarde
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Concluída a perfuração do primeiro poço na Cessão Onerosa, na área de Franco



Rio de Janeiro – Petróleo Brasileiro S.A - Petrobras informa que concluiu a perfuração do primeiro poço após a assinatura do contrato de Cessão Onerosa. Os resultados obtidos comprovaram a extensão dos reservatórios de óleo localizados a noroeste do poço descobridor da área de Franco, no pré-sal da Bacia de Santos.
O poço denominado 3-BRSA-944A-RJS (3-RJS-688A) e informalmente conhecido como Franco NW, está situado em lâmina d’água de 1860 metros, a 188 km da cidade do Rio de Janeiro e a 7,7 km a noroeste do poço descobridor 2-ANP-1-RJS (Franco).
A descoberta foi comprovada por meio de amostragens de petróleo de boa qualidade (28º API), obtidas em teste a cabo, colhidas a partir de 5460 metros.
O poço confirmou o mesmo contato óleo/água do poço descobridor, tendo perfurado reservatórios de rochas carbonáticas de excelente qualidade e espessuras similares às encontradas no poço 2-ANP-1-RJS (Franco).
Em seguida será realizado um teste de formação para avaliar a produtividade do poço e a Petrobras dará continuidade às atividades e investimentos previstos no Programa Exploratório Obrigatório (PEO) do contrato de Cessão Onerosa, incluindo também a aquisição de dados sísmicos em 3D na área.
Fonte: Petrobras
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Com sondas, Petrobras fecha licitação recorde de US$ 76 bi



 Em uma das maiores licitações realizadas no mundo, a Petrobras contratou 26 sondas de perfuração por um valor da ordem de US$ 76 bilhões

Com o objetivo de impulsionar a exploração do petróleo no Brasil, especialmente as gigantes reservas do pré-sal.
"Nunca nenhuma empresa contratou esse número de sondas de uma vez", afirmou uma fonte da estatal à Reuters na quinta-feira, após a reunião do Conselho de Administração que definiu a concorrência.
Segundo a fonte, agências de crédito dos Estados Unidos e da Noruega financiarão parte do valor necessário para a construção das unidades de perfuração, já que exportarão equipamentos que serão usados na sua fabricação, antecipou a fonte da Petrobras.
O maior financiador das encomendas será o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), acrescentou. Os empréstimos deverão ser feitos pelas empresas que venceram a concorrência.
Os contratos da encomenda bilionária serão divididos entre as duas empresas que disputavam a licitação: a Sete Brasil, constituída por fundos de pensão e bancos de investimento, e que conta com capital de 10% da própria Petrobras; e a Ocean Rig do Brasil, ligada ao empresário German Efromovich.
A Sete Brasil terá contrato de afretamento de 21 unidades de perfuração pela taxa média diária de US$ 530 mil, enquanto a Ocean, de cinco unidades, com taxa diária média de US$ 548 mil.
Inicialmente, a estatal contrataria 21 unidades de perfuração, mas aumentou o número "em função das condições apresentadas pelas empresas e a demanda existente para o desenvolvimento dos projetos futuros", conforme justificou em comunicado.
Os contratos entre a Petrobras e as duas empresas terão prazo de 15 anos, informou a empresa.
As sondas fazem parte do plano da Petrobras de fomentar a indústria naval do país e garantir equipamentos para a exploração do pré-sal.
O conteúdo nacional das sondas previsto nos contratos varia entre 55% e 65%, informou a Petrobras. O prazo de entrega varia de 4 a 7,5 anos.
"A implementação do projeto considera a construção de novos estaleiros no país, além da utilização da infraestrutura já existente", disse a estatal em nota.
O pacote inicial previa a construção de 28 sondas no país, das quais sete unidades já foram contratadas junto à Sete Brasil e devem ser construídas no estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, controlado pelas construtoras Camargo Correa e Queiroz Galvão, além da sul-coreana Samsung.
Ou seja, com a contratação das 26 anunciada nesta quinta-feira, o pacote sobe para 33 sondas.
A grande licitação ocorre num momento em que a produção da Petrobras está praticamente estagnada.
Um dos argumentos da companhia para explicar por que a meta de produção de petróleo não foi cumprida em 2011 é a dificuldade de conseguir equipamentos no mercado internacional.
Nesta quinta-feira, a Petrobras divulgou uma queda de mais de 50% no lucro do quarto trimestre, e analistas avaliam que o fato de a produção não ter crescido muito durante 2011 pode ter colaborado negativamente para o resultado.
CONTRATOS
Os contratos preveem a possibilidade de redução de preços, dependendo das condições de financiamento oferecidas pelo BNDES aos equipamentos de perfuração.
"A expectativa é que as taxas diárias médias possam ser reduzidas para os valores de até US$ 500 mil no contrato com a Sete Brasil e US$ 535 mil no contrato com a Ocean Rig. Esses valores podem ainda ser reduzidos caso as partes identifiquem e acordem mecanismos para redução de custos", afirmou a companhia.

Fonte: Folha online.
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Troll A – Uma plataforma gigante que recebeu uma apresentação de Katie Melua em suas pernas



Se pensarmos em estruturas colossais, gigantescas, certamente a plataforma de gás natural Troll A encontra-se literalmente no topo da lista, sendo uma das maiores e mais impressionantes estruturas de todo o mundo. Um verdadeiro marco na Engenharia que recebeu a “gatíssima” Katie Melua a bordo para uma apresentação.
Katie Melua sendo acompanhada pelo OIM Jan Hauge
Esta enorme estrutura foi construída pela Norske Shell durante os anos 90. A obra começou em julho de 1991, sendo iniciada a construção das pernas. Em 1995, as pernas e a plataforma em si foram interligadas. A base e a parte superior foram na realidade construídas em separado e depois interligadas.
Pernas da Troll em construção. O concreto era injetado a aprtir desses guindastes a uma vazão absurdamente compacta, permitindo, assim, uma estrutura bem resistente
Em 1996 a plataforma foi alvo da atenção da Imprensa quando foi rebocada ao longo de 200 km , partindo de Vats, na parte norte de Rogaland, para o Campo de Troll, 80 km a noroeste de Bergen. Esta operação de reboque levou sete dias.
Um verdadeiro monumento ao Offshore
Com 472 metros de altura, Troll ficou conhecida a partir de então por ter sido a estrutura mais alta a ter sido movida pelo homem desta forma. Além disso, ela entrou para o Livro De Recordes do Guinness como a maior plataforma de gás em  alto mar do mundo.
Troll A vista por sudeste
A Troll A pesa 656.000 toneladas, as suas pernas cilíndricas são feitas de concreto e nelas circula um elevador que demora cerca de 9 minutos a fazer a viagem deste o topo até ao fundo do mar. A maior parte desta estrutura encontra-se submersa, são 303 metros no fundo do mar.
Lay out da Plataforma em sua locação
As pernas da Troll A possuem mais de 1 metro de espessura  e foram construídas com vigas de aço e concreto armado de aço de concreto armado. A estrutura é contínua e cada parte foi matematicamente calculada para que se pudessem juntar os vários cilindros cônicos que vão se juntando uns aos outros, alargando a estrutura em diâmetros cada vez maiores, tanto para a parte superior como para a inferior. As pernas de concreto devem ser capazes de resistir a uma pressão intensa e foram construídas utilizando um fluxo contínuo de concretagem num longo processo que leva 20 minutos para concretar cada 5 centímetros de estrutura.
As pernas são divididas em 3 compartimentos estanques cada uma
As quatro pernas são unidas por um “Encurtador Chord” (Chord Shortener), uma caixa de concreto armado interligando-as. esta caixa tem também a função de amortecer as possíveis e indesejáveis ressonâncias estruturais que ocorrem quando ondas atingem a estrutura. Cada perna também é sub-dividida ao longo de seu comprimento em compartimentos equivalentes a um terço do caminho entre suas extremidades. Cada compartimento desse é estanque, podendo garantir a segurança da instalação em caso de alguma ruptura estrutural. As pernas utilizam grupos de seis âncoras a vácuo, com 40 metros de altura, que fixam-nas ao fundo do mar.
Parte submersa do projeto
O gás dos 40 poços é captado pela plataforma e depois é exportado através de uma série de linhas. A Troll A está programada para receber dois compressores de gás adicional para aumentar o volume de produção e compensar a queda de pressão do reservatório nos poços.Em 2006 a StatOil celebrou o seu décimo ano de gestão da plataforma com uma apresentação da belíssima Katie Melua que ficou também no livro de recordes como o realizado a maior profundidade de todos os tempos.
No vídeo abaixo, podemos ver  o OIM Jan Hauge numa bela participação:
A Troll A terá suas acomodações expandidas em breve, para que seja possível acomodar o crescente número de trabalhadores necessários para operar os novos módulos de compressão.
Realmente mostruosa
Para ter uma noção do tamanho dessa Plataforma, ela é maior que a Torre Eiffel, Pirâmides do Egito e outras grandes obras da humanidade.
Esperamos que tenham gostado da matéria.
Por Rodrigo Cintra
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Lucro da Statoil cresce 42%



A Statoil lucrou no quarto trimestre de 2011 US$ 7,92 bilhões, aumento de 42% em relação a igual período de 2010, de US$ 7,04 bilhões. A produção da companhia chegou a 1,85 milhão boe/ dia, o que representou ligeira queda em relação a 2010, que registrou 1,88 milhões boe/ dia.
Ao longo de 2011, a empresa registrou receita operacional líquida de US$ 36,573 bilhões, aumento de 54,2% em relação a 2010, de US$ 23,709 atingidos. O lucro anual da empresa ainda não foi divulgado.
A empresa completou 41 poços de exploração e registrou 22 descobertas no ano passado. Foram acrescentados mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente à base de recursos da empresa, com descobertas no Mar do Norte e Barents.
Para 2012, a companhia estima despesas de cerca de US$ 17 bilhões, fora aquisições e arrendamentos. A Statoil ainda espera perfurar cerca de 40 poços no ano. A meta é chegar a uma produção acima de 2,5 MMboe em 2020.
Fonte: Energiahoje
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NOV nas sondas do pré-sal


O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) fechou contrato de US$ 1,5 bilhão com a National Oilwell Varco (NOV) para o fornecimento de drilling packages aos sete navios-sondas que estão sendo construídos para a Petrobras. Os pacotes englobam risers de perfuração e equipamentos para o controle de pressão.

A construção das unidades foi fechada por um total de US$ 4,64 bilhões, ou US$ 664,2 milhões por unidade. Os navios-sonda estão sendo contratados pela Sete Brasil, empresa em que a Petrobras detém 10% de participação, e os 90% são de um fundo de investimentos de participações formado por Petros, Previ, Funcef, Valia, Santander, Bradesco, Caixa Econômica, BTG Pactual e Lakeshore Financial Partners Participações.

Fonte: energiahoje
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