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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Plataformas de petróleo: cidades do mar



As plataformas de produção offshore podem ser maravilhas da engenharia moderna, mas o­ valioso petróleo não sairia dos poços e nem chegaria às refinarias sem grande esforço humano. As grandes plataformas de petróleo muitas vezes empregam mais de 100 trabalhadores para se manter em operação e como muitas delas ficam longe de cidades e costas, os trabalhadores (que variam de geólogos e engenheiros a médicos e mergulhadores) passam semanas a fio nessas imensas estruturas.
Petróleo
©iStockphoto.com
Homem trabalhando em uma plataforma

Trabalhar em uma plataforma offshore tem pós e contras. Do lado positivo, salários e benefícios costumam ser muito bons e os funcionários geralmente desfrutam de longos períodos de descanso quando não estão no mar (os funcionários passam uma ou duas semanas na plataforma e depois até duas semanas em casa). Porem, o lado negativo é que na plataforma o trabalho é de 12 horas por dia, sete dias por semana. 
Para ajudá-los a enfrentar essas dificuldades, as empresas petroleiras procuram oferecer condições de vida confortáveis para os trabalhadores das plataformas offshore. Em muitos casos, os alojamentos são comparáveis aos disponíveis em excelentes navios de turismo, com quartos privados, TV viasatélite e até mesmo academias de ginástica, saunas e instalações de recreação. A comida à bordo também é de excelente qualidade e está disponível 24 horas por dia, afinal, o trabalho em uma plataforma de petróleo continua dia e noite, e os trabalhadores seguem escalas diurnas e noturnas. Helicópteros e navios levam os materiais necessários à vida diária na plataforma de petróleo, muitas vezes enfrentando condições climáticas adversas.
Porém, as plataformas de petróleo não são feitas apenas de banheiras com hidromassagem e refeitórios. Fora dos alojamentos, a vida em uma plataforma representa risco constante, afinal, a atividade inclui extrair da Terra fluidos altamente inflamáveis, queimar alguns deles em jatos de chama gigantescos e separar o sulfito de hidrogênio - um gás altamente venenoso - do petróleo extraído. Além disso, os trabalhadores precisam lidar com os riscos típicos de operação de maquinaria perigosa e em altitudes elevadas, em meio a vento forte e tempestades. 
Para enfrentar esses perigos, as empresas petroleiras empregam programas de treinamento extensos sobre como trabalhar em segurança com substâncias voláteis em alto mar. As medidas ajudam não só a proteger as vidas dos funcionários, mas também a proteger o imenso investimento financeiro na construção e manutenção de uma plataforma de produção offshore. 


Fonte: howstuffworks
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A Petrobrás, o pré-sal e o Tesouro


No artigo aqui publicado em 3/2, tratei das dificuldades que a Petrobrás vem enfrentando para cumprir a parte que lhe cabe no problemático modelo de exploração do pré-sal. Embora o artigo defendesse os melhores interesses da empresa, a Petrobrás queixou-se, em carta, de que a argumentação continha equívocos e fatos distorcidos, além de "viés negativo". Como de hábito, o artigo foi publicado também em O Globo. E, curiosamente, a carta só foi enviada a O Globo, que a publicou em 7/2.
O que dizia o artigo? Que a Petrobrás está sobrecarregada pela tríplice exigência que lhe foi imposta no modelo: 1) manter o monopólio da operação dos campos do pré-sal; 2) ter participação de pelo menos 30% em cada consórcio que vier a explorar tais campos; e 3) levar adiante a "missão" de desenvolver a indústria de equipamentos para o setor petrolífero no País. E que essa última "missão", em particular, vem impondo enorme e indefensável ônus à empresa.
Na carta, a Petrobrás passa ao largo do ponto principal do artigo e faz três alegações. A primeira é de que o artigo "estabelecia confusão", ao relacionar a "política industrial de desenvolvimento da cadeia fornecedora do segmento de petróleo", mera "prerrogativa do governo", com a "oportunidade", concedida à empresa, de desempenhar papel tão proeminente no pré-sal. Não há confusão alguma. Quem melhor vinculou uma coisa à outra foi a própria Petrobrás. Basta consultar, por exemplo, a imperdível entrevista publicada no Estado de 9/9/2009, na qual o então diretor de Exploração e Produção da empresa explicava a lógica do modelo que ajudara a conceber (http://migre.me/7WRFn). A intenção, com todas as letras, era assegurar escala suficientemente grande à operação da Petrobrás no pré-sal, para que ela pudesse levar adiante a "missão" de desenvolver a produção nacional de equipamentos. "Se uma empresa tiver de colocar duas, três plataformas, é uma coisa. Se tiver de pôr 20, é outra".
A segunda alegação é de que não teria fundamento a ideia de que o governo estaria postergando licitações, tendo em vista que leilões para contratos de partilha só poderão ser feitos após decisão do Congresso sobre a questão dos royalties. Na verdade, tal indefinição não passa de desculpa momentaneamente conveniente. Nada permite supor que, uma vez definida a questão no Congresso, o governo estará pronto a deflagrar a licitação do pré-sal. É bom ter em conta que, no caso das concessões do pós-sal, que em nada dependem da decisão do Congresso, a última rodada de licitação foi feita em 2008. Como já deixou mais do que claro a atual presidente da Petrobrás, a empresa, por enquanto, não tem interesse em que o governo promova novas licitações, por já dispor de "um cardápio espetacular" de áreas a explorar.
A terceira alegação da carta é preocupante. Refere-se à menção, no artigo, ao fato de ter sido a empresa capitalizada, em 2010, com R$ 75 bilhões de preciosos recursos do Tesouro. A Petrobrás viu nessa afirmação um "erro" a ser corrigido. "A verdade dos fatos: na capitalização da Petrobrás, a União aportou títulos da dívida pública. Em sequência, recebeu esses mesmos títulos como pagamento, pela Petrobrás, do Contrato de Cessão Onerosa. Portanto, para a União, não houve saída de caixa."
O argumento é de um primitivismo estarrecedor. Pouco importa se houve ou não saída de caixa. A União dispunha de reservas de petróleo que, se tivessem sido licitadas, teriam gerado R$ 75 bilhões ao Tesouro, mais de 2,5 vezes o total de gastos do PAC em 2011. Recursos públicos que, num país de tantas carências, poderiam ter tido destino incomparavelmente mais nobre. Basta olhar em volta. É lamentável que a Petrobrás não consiga entender quão preciosos, de fato, eram os recursos com que foi aquinhoada na capitalização de 2010. Uma noção clara do uso alternativo que poderiam ter tido ajudaria a Petrobrás a ver com outros olhos, por exemplo, os custos do programa de favorecimento à produção local de equipamentos.
Fonte: Rogério L.F. Werneck
*Economista,doutor pela Universidade Harvard, é professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio
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Vaga Offshore HRoil


TÉCNICO DE SEGURANÇA - PARA EMBARQUE IMEDIATO
Preciso de um TST com inglês, CBSP e HUET para embarcar 14x14 até Abril de 2012.
Atenciosamente/ Best Regards,

Bianca Machado
Human Resources  Analyst
bianca.machado@hroil.com.br
Telefone: (5521) 3485-9159
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Petrobras causa vazamento de petróleo na Bacia de Campos



Poucas horas depois da posse de Maria das Graças Foster, na presidência da Petrobras, no último dia 13, ocorria um vazamento de petróleo em alto mar na Bacia de Campos. Segundo informou a companhia, às 20h50m da última segunda-feira, houve um vazamento de uma tubulação em um equipamento em cima da plataforma P-43, situada a cerca de 95 quilômetros da costa fluminense. A produção do poço onde ocorreu o problema foi interrompida, e o vazamento contido. A Petrobras informou que parte do óleo foi recolhido, mas 30 barris (cerca de 4.700 litros) vazaram ao mar.
A estatal disse que comunicou imediatamente à Marinha, ao Ibama e à Agência Nacional de Petróleo (ANP) e acionou seu Plano de Resposta a Emergências. Foram enviadas para o local seis embarcações, sendo quatro de recolhimento de óleo e duas de apoio.
A companhia fez um sobrevoo na manhã desta terça-feira na região e tentou iniciar uma operação para recolher o petróleo. Mas, de acordo com a estatal, por ser um volume pequeno e uma camada muito fina do óleo não foi possível fazer o recolhimento. Por causa disso, foi decidido o uso de dispersantes mecânicos pelos barcos de apoio. A interrupção totalmente da produção da plataforma não foi necessária, mas foi reduzido o volume produzido de 90 mil barris diários para 75 mil barris por dia. Ainda segundo a Petrobras, já foi constituída uma comissão para investigar as causas do vazamento.
 Fonte: O Globo, Economia

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ETH Bioenergia abre inscrições para Programa Jovem Parceiro





A ETH Bioenergia, empresa da Organização Odebrecht que atua na produção e comercialização de etanol e energia elétrica a partir da biomassa de cana-de-açúcar, está com inscrições abertas para o Programa Jovem Parceiro 2012, direcionado para recém-formados que buscam iniciar suas carreiras em uma grande Organização.

As vagas estão distribuídas nos cinco polos produtivos da empresa, localizados nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo e no escritório corporativo na capital paulista. As inscrições podem ser feitas pelos sites www.eth.com e www.ciadetalentos.com.br/ethaté o dia 12 de março.

Com duração de dois anos, o programa adota o sistema job rotation, que permite aos aprovados atuarem em diferentes áreas de acordo com a formação acadêmica, além de oferecer treinamento presencial com foco na integração e atividades complementares a distância. Os participantes poderão atuar nas áreas agrícola, industrial, manutenção, arrendamento, implantação e administrativas (administração e pessoas, finanças e comercial), SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente).


Podem se inscrever jovens graduados em 2011 nos cursos de administração de empresas, ciências contábeis e econômicas, engenharia ambiental, agrícola, agronômica, de alimentos, de automação industrial, de controle e automação, elétrica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, mecatrônica, de produção e química, com inglês intermediário, domínio do pacote Office e que tenham mobilidade para residir em outros estados e regiões do país.

O processo seletivo envolve triagem de currículo, testes online (inglês e raciocínio lógico), dinâmica de grupo, painel de negócios e entrevista com líderes da ETH. O início das atividades será em junho de 2012.

A remuneração é compatível com o mercado, em regime CLT e são oferecidos benefícios como previdência privada, assistência médica e odontológica, seguro de vida, alimentação e, transporte.

“O Programa Jovem Parceiro tem como objetivo identificar e desenvolver jovens talentos cujos valores pessoais estejam alinhados com as características e cultura da empresa e da Organização Odebrecht. A ideia é preparar futuros profissionais, que sejam comprometidos, para atuarem nas frentes de negócios da empresa”, destaca Genésio Couto, Responsável por Pessoas e Sustentabilidade da ETH Bioenergia.

A ETH Bioenergia iniciou suas operações em 2007. Hoje, opera nove unidades agroindustriais e se prepara para iniciar seu processo de internacionalização em regiões como África e América Latina.

Fonte: TN Petróleo
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Subsea 7 adiciona Schilling Robotics HD Systems a sua frota ROV



DAVIS, CA--(Marketwire - Feb 14, 2012) - Schilling Robotics, LLC, expert em sistemas submarinos, anunciou hoje a entrega de dois sistemas HD(TM) ROV de 150 hp, 3.000 m para a Subsea 7.
O HD(TM) ROV oferece uma performance ROV para trabalho compreensiva em uma configuração compacta, e amplo espaço a bordo para os sistemas de ferramentas.
"Estamos muito contentes com a Subsea 7 ter sido selecionada para continuar a implementar o HD(TM) ROV nos seus projetos", disse Tyler Schilling, CEO da Schilling Robotics. "O HD está em total conformidade com as mais exigentes demandas do setor de energia offshore".
Schilling Robotics, LLCA Schilling Robotics é uma principal empresa do mundo de robótica para oceano profundo fundada em 1985. A sede da Schilling é na Califórnia, EUA, e a empresa tem escritórios regionais no Texas nos EUA, Aberdeen, na Escócia e Cingapura. A FMC Technologies, Inc. (NYSE: FTI), uma provedora global líder de soluções de tecnologia para o setor energético, é proprietária de 45% da Schilling desde 2008. Em janeiro de 2012, a empresa anunciou a compra dos outros 55% da empresa no dia 30 de março de 2012. A FMC Technologies desenha, fabrica e mantém sistemas e produtos tecnologicamente sofisticados, como sistemas de produção e processamento submarino, sistemas de wellhead de superfície, equipamento de controle de fluído de alta pressão, soluções de medições e sistemas de carregamento marinho para o setor de petróleo e gás. Para mais informação sobre a Schilling Robotics, visite www.schilling.com.
Subsea 7A Subsea 7 S.A. é uma empresa prestadora de serviços de engenharia e construção para o setor de energia offshore em todo o mundo. Oferecemos serviços integrados e planejamos, projetamos e entregamos projetos complexos em ambientes difíceis e desafiadores.
Fonte: Schilling Robotics

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Acordo entre Macaé e Nigéria visa desenvolvimento industrial de petróleo



A fim de fomentar a troca de informações e tecnologias e viabilizar o ambiente de negócios entre Macaé e a Nigéria, foi assinado na quarta-feira (15/02), uma carta de intenções de um acordo para desenvolvimento da indústria de petróleo em Macaé. O acordo, previamente assinado pelo prefeito Riverton Mussi no dia 16 de novembro, foi assinado desta vez, pelo presidente da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), Marcelo Reid, na Subsecretaria Municipal de Indústria e Comércio.
O subsecretário da pasta, Edmilson Gonçalves dos Santos, explica que o acordo abre um link de conversação entre as empresas estabelecidas em Macaé e visa promover as atividades de interesse as duas cidades, com as empresas e instituições macaenses nos segmentos de economia e tecnologia.
Em Macaé, já foi assinado anteriormente, um convênio semelhante com a capital da Noruega. A partir desse contato, despertou-se o interesse para buscar acordos para esse importante trabalho nas capitais de petróleo e gás e foi dado início a uma interlocução de transferência tecnológica e intercâmbio comercial. Atualmente, já existem acordos assinados com a Noruega e a Argentina. Em abril, nos dias 18 e 19, durante a feira Macaé ITEC, empresários nigerianos vão visitar Macaé para uma interação com empresários locais.
- Esses acordos têm como objetivo aproximar, trocar informações e viabilizar o ambiente de negócios em Macaé. O acordo pode ser uma porta de entrada para novas empresas no município. Dessa forma, torna-se mais fácil a interlocução e esse entendimento facilita e aproxima o mundo de Macaé. E uma das ações da ACIM é justamente identificar empresas que podem ser parceiras nessas trocas — observa Edmilson.
Já está sendo estudada e viabilizada a assinatura de um acordo com o Canadá, após uma visita realizada ao país em novembro do ano passado. No local, foi possível conhecer estudos marinhos, testes em embarcações, questões ambientais, fontes de energia renováveis que espera-se, em breve, trazer para Macaé. Nessa parceria com o país, serão envolvidas também, instituições de ensino da cidade.

Fonte: Comunicação Social - Macaé
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