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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Indústria do petróleo e gás vai liderar os investimentos no Brasil nos próximos anos



A indústria do petróleo e gás vai liderar os investimentos no Brasil nos próximos anos. De acordo com dados divulgados pelo BNDES os investimentos do segmento no Brasil podem chegar a R$ 378 bilhões nos próximos três anos compreendendo exploração, produção, refino, transportes, gás e energia. A perspectiva de investimentos na indústria até 2014 é da ordem de R$ 614 bilhões nos setores de petróleo e gás, extrativa mineral, siderurgia, química, papel e celulose, veículos, eletroeletrônica e têxtil/confecções. O grande destaque do estudo é o segmento de petróleo e gás (inclui extração e refino de petróleo), com R$ 378 bilhões, que represe nta 62% do mapeamento.
De acordo com a Agência de Informações de Energia dos Estados Unidos (US Energy Information Administration), o Brasil é a principal fronteira para a expansão da produção de petróleo no mundo até 2030. E é com este cenário promissor que surge o Equipaindustria São Bernardo do Campo, evento voltado para os setores industriais de Petróleo, Gás, Metal-Mecânica, Naval, Portos e Construção que será realizado entre os dias 10 e 13 de abril. Organizado pelo Instituto de Tecnologia Aplicada a Energia e Sustentabilidade Socioambiental – ITAESA em parceria com a Prefeitura de São Bernardo, o Equipaindustria São Bernardo do Campo irá inserir a região do Grande ABC, quarta maior região econômica no país, neste mercado em pleno desenvolvimento da economia nacional.
Os investimentos realizados pela indústria de petróleo, gás e metal-mecânica têm o importante papel de mobilizar uma ampla cadeia de fornecedores de bens e serviços. Como âncora e patrocinadora master do evento, a Petrobras, tem investimentos previstos em seu plano de negócios de US$ 224.7 bilhões até 2015. Para fazer parte desta cadeia, as empresas expositoras terão área de aproximadamente 7.200 m² para divulgar produtos e serviços no mercado, além de realizar contatos de negócios com visitantes do evento, que prevê mais de 8 mil pessoas transitando no local.

Fonte: Revista Portuária
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Petróleo leve em Carioca Sela, na Bacia de Santos



A Petrobras comunica que comprovou a ocorrência de petróleo leve em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, no bloco BM-S-9, nos reservatórios do pré-sal.
O novo poço, 3-BRSA-1023 (3-SPS-85), denominado Carioca Sela, localiza-se na área de avaliação do 1-SPS-50 (Carioca), a 4,5 Km do poço descobridor. Nesse novo poço, distante cerca de 270 km da costa do Estado de São Paulo, foi recuperado um óleo de 27 graus API, em profundidade de 2.149 metros.
A descoberta foi comprovada por amostragem de petróleo em teste, nos reservatórios localizados na profundidade aproximada de 5.250 metros.
O consórcio formado pela Petrobras (45% – operadora), BG Group (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%) dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nessa área, incluindo a perfuração de novos poços, conforme o Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Novo Poço confirma petróleo leve no Pré-Sal da Bacia de Santos.
Fonte: Petrobras Fatos e Dados
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Petrobras confirma vazamento de água oleosa na Bacia de Santos




Cerca de 70 litros vazaram de navio operado pela Modec.

Estatal diz que já não há mais vestígios de água oleosa no mar.
A bacia de Santos sofreu mais um incidente envolvendo o derramamento de óleo no mar. Dessa vez, o navio FPSO Cidade de Santos, que opera no pós-sal do campo de Uruguá, foi palco de um derrame de aproximadamente 70 litros de água oleosa do convés da embarcação para o mar por volta das 7h do dia 18. O navio é operado pela Modec, que presta serviço para a Petrobras.

"O incidente ocorreu logo após uma paralisação programada das atividades da plataforma, para manutenção de equipamentos", diz a Petrobras, em nota.
Segundo a estatal, a Modec informou a ocorrência à Marinha e solicitou apoio da Petrobras para a realização de dispersão mecânica do volume derramado.

A Petrobras mobilizou dois barcos especializados e uma aeronave, e notificou o fato, também, à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Cetesb e, novamente, à Marinha.
"Ao final do dia, já não restavam vestígios de água oleosa no mar", ressalta a estatal, acrescentando que a Modec está investigando as causas do derrame de água oleosa.

Últimas ocorrências
Há uma semana, a Petrobras informou ter reduzido a produção de petróleo na P-43, na Bacia de Campos, de 90 mil barris por dia para 75 mil barris por dia, após vazamento em tubulação ocorrido na segunda-feira (13). No final de janeiro, a Petrobras detectou um vazamento estimado em 160 barris no prospecto Carioca Nordeste, na área do pré-sal da bacia de Santos. As ações de contingência no local já foram concluídas, uma vez que a companhia não identificou mais manchas de óleo no mar.

Fonte: G1
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Exxon soma 1,8 bilhões de barris de reserva em 2011




RESERVAS  A petroleira ExxonMobil (EUA) comunicou nesta quinta-feira a adição de 1,8 bilhões de barris de óleo equivalente às suas reservas provadas durante as campanhas exploratórias de 2011. O resultado representa a compensação de 107% da produção daquele ano – segundo nota da companhia, excluindo-se o impacto causado por venda de ativos, a compensação de reservas é de 116%. A Exxon encerra 2011, então, com 24,9 bilhões de barris de óleo equivalentes de reserva, dos quais 49% são de óleo equivalente líquido e os outros 51%, gás.
DEMANDA  Na nota, o presidente da Exxon, Rex W. Tillerson, comemorou o resultando afirmando que, pelo 18º ano consecutivo, a companhia recupera 100% ou mais da produção anual de óleo equivalente – significando um aumento de reservas.  O executivo afirmou que a adição de reservas permite à Exxon atender à futuras demandas pela commodity  e a sustentação do crescimento econômico mundial.  
PANORAMA Do total de 1,8 bilhão. 1 bilhão de barris de óleo equivalente foram provados em campanhas exploratórias no Canadá. O restante é oriundo das atividades da Exxon mundo afora com destaque, segundo a companhia, para Estados Unidos, Nigéria, Noruega, Indonésia e Malásia. As descobertas de óleo equivalente líquido recuperaram 166% desta reserva, em 2011. Enquanto as descobertas de gás representaram uma recuperação de 49%.
BRASIL  A empresa é a maior petroleira, em valor de mercado do mundo. Os papéis da companhia negociados na bolsa de Nova York valiam, ao todo, mais de US$ 410 bilhões em janeiro deste ano. No Brasil, a empresa está presente há 100 anos com as marcas Esso e Mobil – de distribuição de combustíveis e lubrificantes.  No setor de exploração e produção, a Exxon tem participação de 40% e opera um bloco na Bacia de Santos. As co-participantes são Petrobras e Hess Brasil Petróleo.
Fonte: NN
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Prospecção submarina



O desafio na perfuração submarina é transferir todo o petróleo e o gás natural do ponto A ao ponto B sem perdê-lo e sem poluir o oceano. Como escavar um túnel ao fundo da Terra sem que ele seja invadido pela água ou o petróleo escape para o mar?

oil rig at night
istockphotos
Uma enorme plataforma offshore ilumina o céu noturno ao longo da costa da Noruega
Para garantir perfuração correta, os engenheiros conectam o local da escavação à plataforma por meio de um molde de escavação submarina. Em termos básicos, ele exerce função semelhante ao dos padrões traçados em um papel para ajudar a escavar um rosto em uma abóbora (em inglês). Embora a forma possa variar dependendo das condições exatas do piso oceânico, o molde de perfuração basicamente representa uma grande caixa metálica com furos que marcam o local de cada poço de produção. 
Como os poços de produção muitas vezes precisam descer quilômetros pela crosta da Terra, a broca consiste em múltiplos tubos de escavação com comprimento de nove metros, que são parafusados juntos e formam umconjunto de perfuração (nesse sentido, eles se assemelham a estacas de barraca). Uma plataforma giratória permite a rotação do conjunto de perfuração e, na ponta oposta, uma broca esmaga e penetra na crosta da Terra. A ponta consiste em uma broca simples dotada de diamantes industriais ou de um trio de brocas interligadas dotadas de dentes de aço. Nas semanas ou meses de trabalho requeridos para chegar a um depósito de petróleo, a ponta pode perder o corte e requerer substituição. Entre a platafo­rma e o piso do oceano, todo o equipamento desce por um tubo flexível conhecido como ascensor marítimo.
À medida que o buraco da escavação se aprofunda, os operadores enviam um constante fluxo de lodo de prospecção pelo canal escavado, na direção da broca. Depois, esse lodo reflui na direção da plataforma. O espesso fluido consiste em argila, água, baritina e uma mistura de produtos químicos especiais. O lodo de perfuração lubrifica a broca, sela as paredes do poço e controla a pressão em seu interior. Além disso, à medida que a broca despedaça rochas, os fragmentos resultantes ficam suspensos no lodo e deixam o poço com o refluxo. Na superfície, um sistema de circulação filtra o lodo antes de enviá-lo de volta poço abaixo.
O lodo de perfuração serve como primeira linha de defesa contra as altas pressões subterrâneas, mas continua a haver risco de erupção de fluido no poço. Para impedir que isso aconteça, as empresas petroleiras usam umsistema de prevenção de erupção (BOP) no piso do mar. Caso o óleo pressurizado e o gás subam pelo poço, o BOP os sela com válvulas hidráulicas e aríetes. Em seguida, o fluxo de fluidos é redirecionado para sistemas especiais de contenção. 
O processo de perfuração acontece em fases. O buraco de superfícieinicial, de cerca de 45 centímetros de diâmetro, estende-se de algumas centenas a alguns milhares de metros. Depois, os engenheiros removem o conjunto de perfuração e enviam segmentos ocos de tubos metálicos conhecidos como revestimento. Assim que o revestimento está cimentado no lugar certo, o tubo condutor reveste o buraco e impede desabamento e vazamentos. Na fase seguinte, uma broca de 12 centímetros escava ainda mais fundo. Depois, o conjunto de perfuração é revestido uma vez mais e orevestimento de superfície é instalado. O trecho final, ou buraco inferior, é revestido com revestimento intermediário. Ao longo do processo, um aparelho conhecido como compactador percorre o poço, expandindo-se contra as paredes para garantir que todo o trajeto esteja selado.
Fonte: Howstuffworks
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Petróleo em alta tem mais crédito para prospecção no Brasil



A prospecção de petróleo no Brasil é uma das indústrias em crescimento
Os preços do petróleo abriram em queda no mercado de Nova York e em alta na bolsa de Londres nesta quinta-feira. No mercado norte-americano, o barril abriu cotado a US$ 106.27, registrando uma queda da ordem de 0.01% em relação ao fechamento desta quarta-feira. Em Londres, o barril abriu cotado a US$ 125.54, experimentando uma alta de 1.71%, igualmente em relação ao fechamento desta quarta-feira.
Ainda no setor petrolífero, a Caixa Econômica Federal anunciou, nesta manhã, que prevê liberar R$ 12 bilhões em operações de crédito para a área de óleo e gás este ano. Segundo a instituição financeira este valor representa a soma dos projetos em análise pelo banco. De acordo com balanço divulgado na véspera, as operações de crédito da Caixa para o setor em 2011 somaram R$ 10 bilhões.
Cerca de R$ 600 milhões foram emprestados a grandes grupos empresariais para financiamento de investimentos estruturantes. Além disso, R$ 371 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) foram aplicados no projeto de barcaças para o transporte de etanol pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, no Rio Tietê, em São Paulo.
No crédito a pessoas físicas, o banco informou ter dobrado no ano passado os empréstimos aos petroleiros. Os destaques foram os créditos para a conta salário, financiamentos imobiliários e empréstimos consignados. As operações do Portal Progredir, que permite a fornecedores da Petrobras e da cadeia produtiva ligada à estatal receber pagamentos com antecedência, somaram R$ 675 milhões.

Fonte: Correio do Brasil
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Royalties do petróleo: Ministro do STF arquiva ação de parlamentares


O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, negou seguimento (arquivou) ao mandado de segurança com base no qual o senador Magno Malta (PR-ES) e os deputados federais Suely Vidigal (PDT-ES), Lauriete Almeida (PSC-ES) e Filipe Pereira (PSC-RJ) pretendiam impedir a tramitação do projeto de lei do Senado que  prevê novas regras de distribuição dos royalties sobre a exploração de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos entre os estados brasileiros e a União.
No seu despacho, Lewandowski afirma que “os impetrantes não lograram êxito em demonstrar de que forma o ato impugnado nesta via mandamental afrontou os procedimentos legislativos previstos na Carta da República, o que, como já mencionado, autorizaria a excepcional intervenção do Poder Judiciário”.
De acordo com o ministro, os parlamentares partiram da premissa de que a redução dos royalties devidos aos estados produtores — sobretudo o Rio de Janeiro e o Espírito Santo — e sua destinação a estados não produtores violaria a autonomia daqueles. E, assim, constituiria afronta ao princípio federativo.
Mas, segundo ele, “da simples leitura da Carta Maior depreende-se que o limite constitucional imposto ao legislador derivado, previsto em seu artigo 60, parágrafo 4º, que impediria, inclusive, a própria tramitação do processo legislativo em curso, diz respeito tão somente a propostas de emenda ao texto constitucional”.
No caso presente, entretanto, conforme observou o relator, trata-se de “mero projeto de lei, não havendo falar, pois, de aplicação do referido preceito à espécie”.
Fonte: Jornal do Brasil
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