1) Espaço Confinado
É um local que não foi idealizado para ocupação continua ou não de trabalho. Seus meios de entrada e saída são limitados, bem como a ventilação e ar respirável são perigosos a saúde, podendo prejudicar o trabalhador colocando-a em perigo de morte, incapacitação, lesão ou doença aguda.
3) Outras legislações
Outras normas do trabalho, também devem se obedecidas no trabalho confinado entre elas: Norma 7, norma 9, norma 10, e outras.
4) Do Resgate e Remoções de espaços confinados.
Além de possui treinamentos de em local de difícil acesso ou restrito, o socorrista tem de eliminar e se preparar para o "medo normal" e a "fobia".
O medo é uma reação psicológica normal em resposta a alguma ameaça ou perigo, ou a articulação dos mesmos.
A fobia que não é uma uma doença, mas um sintoma excessiva e inaciavel do medo. Assim o socorrista, deverá estar bem preparado, se examinado por vários tipos de médicos para uma avaliação se seu estado mental.
5) Dos aparelhos e equipamentos de resgate em espaço confinados ou de difícil acesso.
Não devem usar todos os equipamentos de resgate normal. Lanternas, devem ser especiais para evitar explosões com os gazes existentes. Cilindros de oxigênio devem ser leves (alumínios por exemplo) e finos, com boa capacidade de respiração. As máscaras, também especiais, para não embaçarem no seu uso e dar uma boa respiração correta. Roupas leves e de algodão e ou de proteção ao fogo, para melhor movimentação nestes locais.
6) Estudos antes de socorros
É necessário em estudo rápido da planta de local onde vai entrar, para saber como entrar e sair e outras possibilidades.
Preparar os equipamentos de uso que serão usados fora do local, como bomba e extração de gazes, bomba para ventilação, tripé, etc.
Nesta hora é que a equipe de resgate deverá estar coesa, pois um dependerá do outro e o que entra, dependerá muito mais.
O socorrista no 01 (o que vai a frente além de preparo psicológico, treinamento de resgate 01 e 02) deverá possui conhecimentos médico, pois não sabe o que irá encontrar e quais procedimentos deverá adotar no salvamento.
Roupas especiais devem ser adaptadas para cada local confinado, que poderá contar além de gases perigosos, produtos de radiação ou contaminação.
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domingo, 4 de março de 2012
ESPAÇOS CONFINADOS OU DE DIFÍCIL ACESSO
Como limpar manchas de petróleo
Introdução
Em 2006, o mundo consumiu mais de 13,2 bilhões de litros de petróleo ao dia [fonte: U.S. Dept. of Energy (em inglês)]. Cerca de 60% deste petróleo chegou ao seu destino por via marítima [fonte: Corn (em inglês)]. Felizmente, devido a penalidades mais severas e a avanços no projeto de navios, o número de incidentes de derramamento de petróleo reduziu desde que oboom da navegação petroleira começou, nos anos 60. Mas, infelizmente, os acidentes não foram eliminados completamente. Entre 1990 e 1999, uma média de 150 mil toneladas de petróleo foi derramada nas vias marítimas mundiais a cada ano [fonte: National Academies (em inglês)]. O ano de 2001 foi especialmente negativo, com cinco derramamentos acontecendo na mesma semana [fonte: Marine Group (em inglês)].
Em março de 1989, a catástrofe do Exxon Valdez abriu os olhos da população norte-americana para o problema do derramamento de petróleo no mar. O Valdez encalhou no estreito Prince William, no Alasca (em inglês), e derramou 41,5 bilhões de litros de petróleo cru nas águas. Como resultado, os norte-americanos viram a morte de incontáveis pássaros e mamíferos aquáticos, cobertos de óleo. As pessoas começaram a imaginar de que maneira os especialistas limpam manchas de petróleo.
Galeria de Imagens de Petróleo (em inglês)
Foto por Chris Wilkins/AFP/Getty Images Uma equipe tenta remover óleo da superfície da água no estreito Prince William, depois do acidente com Exxon Valdez em 1989 |
Mas como exatamente se deve empreender a difícil tarefa de limpar milhões de litros de óleo derramado no mar? As agências responsáveis pela remoção de manchas de petróleo - como a Guarda Costeira e a Agência de Proteção Ambiental (em inglês) - dispõem de alguns métodos inteligentes e relativamente simples.
Quando ocorre um derramamento de petróleo, o óleo forma uma película de cerca de um milímetro de espessura que flutua na água. O óleo termina por se espalhar e sua espessura vai se reduzindo ao fazê-lo até que se torna uma mancha mais ampla e muito fina. A rapidez com a qual uma equipe de limpeza atinge a área afetada pela mancha - bem como outros fatores como as ondas, as correntezas e o clima - determina o método a ser utilizado para limpar o petróleo derramado.
Se a equipe puder chegar ao local do derramamento no prazo de uma ou duas horas, pode escolher a técnica de contenção e remoção para limpar a mancha. Longas hastes que flutuam na água, sustentadas por bóias e que portam uma espécie de saia que pende por sobre a água, contêm o petróleo e impedem que a mancha se espalhe. Isso torna mais fácil remover o óleo da superfície, por meio de barcos com aparelhos de sucção que encaminham o óleo a tanques de contenção.
Uma mancha desse tipo pode requerer igualmente o uso de absorventes - grandes esponjas que absorvem o petróleo da água. As equipes de resgate podem atear fogo ao óleo, em um processo conhecido como queima in situ, mas isso resulta em fumaça tóxica e provavelmente não poderia ser usado em locais próximos a assentamentos populacionais costeiros.
Uma mancha de petróleo atingida com relativa rapidez e localizada a alguma distância de cidades é mais fácil de limpar por meio de métodos como os descritos. Mas as coisas raramente funcionam com tamanha facilidade. Manchas de petróleo são em geral muito complicadas, perigosas e ameaçadoras para o meio ambiente. Elas podem atingir a costa e ter tempo suficiente para se espalhar e prejudicar a fauna e a flora do local. Em casos como esse, as equipes de limpeza empregam outros métodos. Leia na próxima seção sobre métodos adicionais de limpeza de manchas de petróleo.
Fonte: Howstuffworks
Programa Embarcar Odebrecht Óleo e Gás
O Programa Embarcar, uma iniciativa da Odebrecht Óleo e Gás (OOG), tem como objetivo a formação acelerada de profissionais capacitados para atuação em: Perfuração,Subsea,Náutica, Manutenção, Movimentação de Cargas e Segurança do Trabalho.
Público alvo: Jovens recém formados em cursos técnicos nas áreas de: Mecatrônica,Mecânica, Elétrica, Eletro-eletrotécnica, Segurança do Trabalho e Automação.
E também jovens formados na Escola de Oficiais da Marinha Mercante para atuarem nas áreas de Náutica e Maquinas em sondas de perfuração.
Fonte: QG do PETRÓLEO
sábado, 3 de março de 2012
Petrobras inicia produção em águas dos EUA
Exploração de petróleo está acontecendo em águas ultraprofundas localizadas no Golfo do México.
A Petrobras informou, em nota, que iniciou a produção do Campo de Cascade, na costa americana do Golfo do México. O poço, chamado de Cascade 4, está localizado a uma profundidade de 2.500 metros e é considerado de águas ultraprofundas.
De acordo com a estatal, o navio-plataforma (FPSO) BW Pioneer é o primeiro desse tipo (FPSO) a produzir óleo na região. O BW Pioneer tem capacidade de processar 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia. A capacidade de estocagem é 500 mil barris.
Ainda segundo a Petrobras, a plataforma é pioneira na região, no que se refere às tecnologias utilizadas. O poço está conectado ao navio por linhas submarinas e risers (tubos que levam o óleo do poço ao navio) autossustentáveis. O petróleo é levado ao continente por meio de navios, e o gás, por meio de dutos. O Campo de Cascade fica a 250 quilômetros da costa do estado norte-americano da Louisiana.
Fonte: Agência Brasil por (Vitor Abdala)
Setor Petrolífero discute Regimes Aduaneiros
Foi realizado nesta sexta-feira, no Centro de Treinamento do NN (CTNN) o curso Regimes Aduaneiros Especiais aplicados à indústria de petróleo e gás. Ministrado pelo auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, Pedro Thiago, o treinamento contou com a presença de 22 profissionais de diferentes empresas que atuam no setor petrolífero, entre elas a Queiroz Galvão, Schlumberger e Saipem.
“O repetro é o regime aduaneiro especial que beneficia bens empregados na atividade de exploração e produção de petróleo. Possibilita a exportação ou importação desses bens com a suspensão do pagamento de tributos”, explica o auditor. Segundo ele, trata-se de um regime muito utilizado pelas empresas que prestam serviços às concessionárias da ANP. Para o especialista de Planejamento e Controle da Queiroz Galvão, Abi-Ramia, a importância do curso de Regimes Aduaneiros para as empresas ajuda a facilitar e vêm para incentivar a indústria local. “Com esses regimes podem ser desenvolvidos a indústria local, o incremento da economia e a maior participação do conteúdo local na fabricação e no conteúdo de bens e serviços para a aquisição na indústria de petróleo e gás”, disse.
Com uma linguagem prática, o curso mostrou às pessoas os procedimentos previstos na legislação. O especialista aprovou o curso e a clareza na transmissão dos conhecimentos do auditor Pedro Thiago. “O curso é uma boa oportunidade para os profissionais da área se aperfeiçoarem neste conteúdo com um instrutor perfeitamente preparado para esclarecer as eventuais dúvidas, bem como as instalações e o material fornecido pela instituição que está abrigando o curso”, concluiu Abi-Ramia em referência ao auditor fiscal da Receita, Pedro Thiago.
Participantes ouvidos pelo NN que não quiseram se identificar atestaram a relevância do Regime. “As empresas estão procurando alternativas dentro de leis, de Regimes Especiais, porque a tendência é cada vez mais crescer e trazer equipamentos”, disse um participante.
Fonte: NN - Rodrigo Leitão.
Plataforma que vazou gás da Petrobras volta em 4 dias
A Petrobras informou que a plataforma P-51, instalada no campo de Marlim Sul, na bacia de Campos, estava em procedimento de parada programada quando ocorreu um vazamento de gás por um furo em uma linha ligada ao queimador da unidade.
Segundo a empresa, em 4 dias a unidade que está parada desde ontem voltará a operar. Não houve danos humanos, de equipamentos ou ambientais, segundo a estatal.
A P-51 custou US$ 1 bilhão e tem capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo diários e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural. Foi a primeira plataforma totalmente construída no Brasil e está operando desde 2009. Na época da sua inauguração foi considerada pela empresa "fundamental para garantir a autossuficiência do Brasil em produção de petróleo".
Fonte: Estadão, DENISE LUNA.
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