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terça-feira, 6 de março de 2012

Brasil: produção de petróleo bate recorde




RECORDE  A produção brasileira de petróleo atingiu novo recorde em janeiro, segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Foram produzidos no primeiro mês de 2012 um total de 2,231 milhões de barris diários (bbl/d), o que representa um aumento de aproximadamente 5,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com dezembro de 2011, a alta foi de 0,8%. Este é o segundo mês consecutivo em que a produção nacional supera a marca de 2,2 milhões de barris diários.
GÁS NATURAL    Segundo a nota, a produção de gás natural no Brasil foi de aproximadamente 71,1 milhões de metros cúbicos/dia (m³/d), um incremento de 7,3% frente ao mesmo mês em 2011 e de 0,3% se comparada ao mês anterior. A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi de aproximadamente 2,678 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). O campo de Marlim Sul foi o com maior produção de petróleo e também de gás natural. Este campo também foi o que teve o maior crescimento de produção de petróleo e gás natural, com aproximadamente 53,7 mil boe/d a mais do que em dezembro de 2011. Os poços interligados à plataforma P-56, em operação desde agosto de 2011, foram responsáveis por 89% deste crescimento.
PRÉ-SAL  A produção do Pré-sal foi de 152,3 mil bbl/d de petróleo e 4,8 milhões de m³/d de gás natural, totalizando 182,5 milhões de boe/d, uma redução de 9% em relação ao mês passado. A redução se deve ao fim dos testes de produção no poço 1BRSA108AESS, no campo de Jubarte. Dos oito poços produtores de reservatórios do pré-sal, sete estão entre os 30 poços com maior produção total, em barris de óleo equivalente. Destaque para os três poços produzindo atualmente no Campo de Lula que figuram na lista dos 30 maiores produtores. O poço 9BRSA716RJS, de Lula, segue como poço com a maior produção de petróleo, pelo nono mês seguido, com uma produção de 27,2 mil bbl/d.
VAZAMENTO  A Petrobras informou que a plataforma P-51, instalada no campo de Marlim Sul, na bacia de Campos, estava em procedimento de parada programada quando ocorreu um vazamento de gás por um furo em uma linha ligada ao queimador da unidade. A P-51 custou US$ 1 bilhão e tem capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo diários e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural. Foi a primeira plataforma totalmente construída no Brasil e está operando desde 2009. Na época da sua inauguração foi considerada pela empresa "fundamental para garantir a autossuficiência do Brasil em produção de petróleo".
Fonte: NN
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PROFISSÕES - Mecânico em Plataforma


Os técnicos formados nos cursos de Mecânica, Eletromecânica, Construção Naval, Fabricação Mecânica, Máquinas Navais, Metalurgia, Manutenção em Aeronaves ou Mecatrônica podem se habilitar para trabalharem embarcados em navios e embarcações de apoio. Esta habilitação é feita pela Marinha do Brasil, que realiza periodicamente curso de formação de aquaviários (CAAQ-I MM), com duração de seis meses. Após a conclusão desse curso, o profissional técnico estará apto a exercer a função de mecânico embarcado (condutor), auxiliando na manutenção e reparo dos equipamentos e sistemas de bordo, executando serviços de soldagem, caldeiraria e confecção de peças.
Áreas de atuação: Naval
Entidades e associações:
Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas
Fonte: Petrobras
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Rio se consolida como polo mundial de tecnologia do pré-sal



Multinacionais se instalam no Parque Tecnológico Rio, na Ilha do Fundão.
Extração mineral cresce e ajuda a manter a economia crescendo.
Em meados de dezembro do ano passado, o separador submarino água-óleo (SSAO), desenvolvido pela FMC Technologies, foi afundado no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, para começar a funcionar ligado à plataforma P-37 da Petrobras, a 900 metros de profundidade. O separador, que pesa cerca de 400 toneladas, tem capacidade de produção de cerca de 18 mil barris por dia, separando o óleo da água e da areia que vêm misturados durante a extração. A estrutura, desenvolvida em parceria com a Petrobras, tem 75% de conteúdo local.
Desde a descoberta da existência de depósitos de petróleo na camada pré-sal, anunciada pela Petrobras em 2006, desenvolver tecnologias para sua exploração se tornou um desafio que vem ajudando a alavancar a economia brasileira. E o Parque Tecnológico Rio, na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, vem se tornando um polo de atração para empresas brasileiras e estrangeiras interessadas em investir no setor – como a própria FMC.
Motivos não faltam. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (6) mostram que a extração mineral, que compreende a produção de petróleo e gás, teve crescimento de 3,2% em 2011, acima do crescimento da indústria como um todo, que ficou em 1,6% no período. Os dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) apontam na mesma direção: em janeiro deste ano, a produção de petróleo e gás do país foi recorde, com 2,231 milhões de barris por dia.
A articulação tecnológica
O gerente da área de Articulação Corporativa do Parque Tecnológico Rio, Alfredo Laufer, explica que o espaço vem sendo desenvolvido há 15 anos, mas em 2007 ganhou grande vigor, com a descoberta do pré-sal. Já lá se instalaram cerca de 20 empresas.
“A partir de 2007 aconteceu um boom no parque tecnológico”, diz ele. “Os desafios de exploração de petróleo na profundidade da camada pré-sal requerem tecnologias que ainda não possuímos. As grandes empresas do setor estão investindo em centros de pesquisas e isso tem uma consequência direta sobre o PIB”, explicou ele.
Segundo Laufer, o petróleo traz possibilidades imensas para empresas internacionais cujos países sedes passam por crises e que veem no Brasil potencial para grandes negócios. Ele lembra que a Petrobras anunciou investimentos de cerca de US$ 250 bilhões para os próximos cinco anos.
Como a FMC, outras multinacionais estão chegando atraídas pelo desafio de desenvolver tecnologias para a exploração do pré-sal. Já estão em atividade no Parque as empresas de petróleo Schlumberger, francesa, e Baker Hughes, americana, além de pelo menos outras dez de menor porte.
Até o fim do ano, a Chemtech, empresa da Siemens, concluirá a obra de seu centro de pesquisas no parque tecnológico, mas engenheiros e pesquisadores brasileiros já trabalham nesses projetos. O mais importante deles é um projeto de distribuição de energia elétrica no fundo do mar para alimentar equipamentos que vão ficar instalados no fundo do mar a grandes profundidades.
O centro tem investimentos de R$ 40 milhões para sua construção e tem capacidade para 800 trabalhadores – será o maior no parque tecnológico, segundo o presidente da Chemtech, Daniel Moczydlower.
Até 2014, todas as empresas que ganharam a licitação para se instalar no parque deverão funcionando plenamente, somando um total de cinco mil pesquisadores em ação. O investimento conjunto chega a R$ 500 milhões somente na construção dos prédios.
Um parque sem precedentes
Daniel Moczydlower, presidente da Chemtech, afirma que o que está acontecendo da Ilha do Fundão não tem precedentes.
“Com a vinda não só da Siemens, mas de outras grandes empresas de tecnologias de petróleo do mundo que estão com centros de pesquisas instalados na Ilha do Fundão, está se formando naquele perímetro um centro de desenvolvimento tecnológico que não tem paralelo no mundo. Essas empresas estão ao lado do Cenpes, da Petrobras, que foi recentemente expandido, e é um dos maiores centros de pesquisas da América do Sul, e da universidade federal. Isso não tem paralelo, nem em Houston, nem na Noruega”, disse ele.
Ele afirma que, muito mais interessante do que os prognósticos que indicam que o Brasil será um grande exportador de petróleo, e a possibilidade de se tornar um exportador de tecnologias. Para ele, temos uma chance de ouro de transformar o Brasil em líder em tecnologia.
“Estamos criando conhecimento novo para atender à demanda do setor de petróleo e esse conhecimento vai se transformar futuramente em produto de exportação brasileira. Com certeza, é uma revolução o que está acontecendo no Brasil nesse setor”, afirma.
O Parque Tecnológico do Rio, apontado como um dos principais no Brasil, fica na Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, numa área de 350 mil metros quadrados. Entre laboratórios e centros de excelência instalados no Parque e mantidos pela Coppe/UFRJ, também estão reunidas empresas de base tecnológica que atuam nos setores de energia, petróleo e gás, meio ambiente e tecnologia da informação.
O projeto nasceu em 2003 para estimular a interação entre a universidade – alunos e corpo acadêmico – e empresas. As empresas foram chegando aos poucos, mas o pré-sal foi a grande atração que fez as empresas lotarem o parque. Nos próximos três anos, mais de R$ 500 milhões devem ser investidos em novas construções de unidades de pesquisas. Cinco mil pesquisadores altamente qualificados devem trabalhar no local.
‘Não vai ser por falta de estaleiro’
Segundo estudos da UFRJ (ao lado da qual Parque Tecnológico está instalado), o petróleo representa 10% do PIB brasileiro, podendo chegar a 20% em 2020. Existe uma projeção potencial de encomendas de US$ 180 bilhões em plataformas, barcos de apoio e navios de transportes até 2020, somente por parte da Petrobras.
É o que explica Augusto Mendonça, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav). E nesse cenário está excluída a parcela da OGX, ressalta ele. Para essa demanda, estão sendo construídos estaleiros de alta produtividade em Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul.
“A indústria está se preparando para essa demanda, não vai ser por falta de estaleiro que essa demanda não vai ser atendida”, garantiu.
Alfredo Laufer, gerente do Parque Tecnológico, explica que o pré-sal tem as suas reservas conservadoramente calculadas em torno de 20 bilhões de barris, com perspectivas de poder chegar a 50 bilhões de barris. As atuais reservas comprovadas do Brasil em petróleo somam em torno de 16 bilhões de barris.
“Se fizermos uma estimativa levando em conta o preço médio do barril em torno de US$ 100, estamos falando de uma cifra existente no pré-sal, que está a 7.000 m de profundidade, de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões. Esse potencial é extremamente grande. Na crise 2008, houve investimentos em torno de US$ 2 trilhões nas economias do mundo para que houvesse a reaceleração da economia mundial”, explica Laufer.
Mão de obra
Mendonça ressalta que a mão de obra é um gargalo: “o setor tem pleno emprego, hoje são 58 mil pessoas trabalhando em estaleiros, e até 2016 serão 100 mil. No ano de 2000, eram apenas 2.000 pessoas trabalhando em estaleiros. Mas esses trabalhadores, em todos os segmentos, precisam de treinamento para seguir normas rígidas. Isso é um desafio”, explica.
Alfredo Laufer concorda: “o desafio é a possibilidade de termos até 50 bilhões de barris de petróleo e termos mão de obra para tirar esse petróleo de uma profundidade de 7.000 m. Precisamos de engenheiros, técnicos, químicos, doutorandos e pós-doutorandos porque precisamos inovar, precisamos ter conhecimento”, diz, ressaltando ainda a falta de técnicos.
“Temos uma tremenda deficiência de técnicos. O número de técnicos que o Senai e o Sesi formam é muito pequena, precisaria multiplicar por dez”.
A falta dessa mão de obra qualificada movimenta outro setor da economia, a imigração. Carlos Aud Sobrinho, da CAS Óleo Visas Legalização de Documentos, diz que “quem tem tecnologia são as pessoas, então, se nota o crescimento da mão de obra qualificada para o setor. A necessidade da mão de obra estrangeira é para reforçar e somar esforços na transferência de tecnologia. A imigração é um termômetro do desenvolvimento econômico – se há pouca imigração, significa que a economia está estagnada”.
Ele cita estatísticas do Ministério do Trabalho sobre a concessão de autorizações de trabalho para estrangeiros no Brasil. Entre vistos temporários e permanentes foram 42.914 vistos em 2009; 56.006, em 2010; e 70.524 em 2011.
Capacidade de inovação
Carlos Tadeu da Costa Fraga, gerente-executivo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), o centro de pesquisas da Petrobras, diz que a tecnologia para a exploração do pré-sal está disponível, “tanto que a gente já produz”, mas dada a escala do pré-sal, a pujança da área é primordial que se busque aprimoramento nas tecnologias já existentes.
“Isso porque qualquer ganho em redução de custos e aumento de eficiência, dada a escala das operações, tem um impacto fantástico”.
“Em 2011, o investimento total (da Petrobras) foi de R$ 1,8 bilhões; em 2010, R$ 1,4 bilhões. Esses valores têm colocado a Petrobras sistematicamente nos últimos 5 anos como uma das cinco empresas que mais investem em pesquisa e desenvolvimento no setor petróleo e gás no mundo. Porque esses investimentos podem gerar resultados com retorno fantástico”, diz.
Para Carlos Tadeu, dentro desse investimento, um componente importante diz respeito ao aumento da capacidade local de inovação para que a indústria possa cumprir sua meta de produzir conteúdo local.
Parte da ampliação da capacidade de inovação envolve as empresas fornecedoras de bens e serviços para a Petrobras, que, atraídas pela escala do pré-sal, decidiram construir no Brasil centros de pesquisas, explica Carlos Tadeu.
“Na Ilha do Fundão, o parque tecnológico sedia gigantes do petróleo e gás, permitindo não só a Petrobras aumentar sua capacidade como que seus parceiros tenham aumentada a capacidade de realizar inovação no Brasil, gerando empregos de alto valor agregado”, diz ele
“Na área de tecnologia de perfuração de poços, os três maiores fornecedores do mundo são a francesa Schlumberger e as americanas Halliburton e Baker Hughes, que são concorrentes ferozes. Pela primeira vez na história dessa indústria no mundo essas três grandes rivais estarão lado a lado com seus centros de pesquisa dessas empresas ao lado UFRJ e do Cenpes”, ressalta.
Fonte: G1 RJ por (Lilian Quaino)
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BG Group inicia teste em poço na Bacia de Santos

BG Group inicia teste em poço na Bacia de Santos


Empresa tem uma participação de 25% no bloco BM-S-11. A Petrobras opera o bloco com participação de 65%, enquanto a Petrogal Brasil tem fatia de 10%.
Londres – O BG Group anunciou hoje o início de novo posto teste na área de Iracema da concessão BM-S-11 na camada pré-sal da Bacia de Santos. A unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO), em São Vicente (SP), foi conectada ao poço RJS-647, em águas com profundidades de 2.212 metros.
A FPSO vai operar na área por aproximadamente seis meses, recolhendo informações técnicas sobre o comportamento do reservatório e fluxo de petróleo nas linhas submarinas, entre outros dados.
Durante a fase inicial de teste, o poço deverá produzir cerca de 10 mil barris de petróleo por dia, limitados pelas instalações – conforme autorizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O poço teste é parte do desenvolvimento rápido do BG Group da suas participações nas descobertas e prospectos da camada pré-sal da Bacia de Santos.
A informação coletada dará suporte ao desenvolvimento do sistema de produção final na área, previsto para entrar em operação até o fim de 2014 com a instalação de uma unidade FPSO com capacidade de 150 mil barris por dia na cidade de Mangaratiba.
Fonte: Agência Estado
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Petrobras investirá R$ 320,9 milhões em formação de recursos humanos





A Petrobras recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para investir R$ 320,9 milhões no programa Ciência sem Fronteiras, do Governo Federal. A aprovação foi confirmada no último dia 29 de fevereiro, pela Diretoria Colegiada da Agência.

Os recursos serão destinados para a concessão de cinco mil bolsas de estudo para graduação (2.754 bolsas) e doutorado (1.901 bolsas), na modalidade sanduíche - em que o aluno estuda no exterior por até 12 meses e retorna ao país para continuar o curso - e outras 345 bolsas de doutorado pleno, com duração de até 48 meses, entre 2012 e 2017.

O valor aprovado inclui despesas referentes a passagem aérea de ida e volta, em classe econômica, auxílio instalação, seguro saúde e despesas com taxas escolares no exterior. Os alunos contemplados vão participar e desenvolver projetos relacionados à indústria do petróleo, gás natural, energia e biocombustíveis.

Os recursos são provenientes da Cláusula de Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), prevista nos contratos de concessão. Ela determina que as empresas petrolíferas concessionárias invistam em seus centros de pesquisa no Brasil, ou em instituições de pesquisa nacionais, 1% da receita bruta que obtêm nos campos de grande produção ou de alta rentabilidade (que pagam Participação Especial).

Introduzida pela ANP nos contratos de concessão em 1998, a cláusula de P&D estimula a pesquisa e a adoção de novas tecnologias na exploração, produção, transporte, refino e processamento de óleo. De 1998 até dezembro de 2011, foram gerados, em valores correntes, recursos para aplicação em pesquisa e desenvolvimento no montante acumulado de R$ 6,2 bilhões. Deste total, cerca de R$ 3,1 bilhões foram aplicados em instituições de pesquisa de 21 estados brasileiros. Só para a infraestrutura destes laboratórios foram destinados R$ 1,1 bilhão.

De 2006 a 2012 a ANP também autorizou investimento de R$ 569 milhões em programas de formação de mão de obra especializada para o setor, como o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), do Ministério de Minas e Energia, e o Programa de Formação de Recursos Humanos da Petrobras, que prevê a concessão de bolsas para 12.548 alunos de cursos técnicos, graduação, mestrado e doutorado.

O programa Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de um esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento - CNPq e Capes -, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. O projeto prevê a concessão, nos próximos quatro anos, de até 75 mil bolsas de intercâmbio.

Fonte: TN Petróleo
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Como encarar uma entrevista de trabalho?


O melhor é ser natural, pois não há técnica que a substitua, porém,
existem alguns segredos para projetar uma imagem positiva
A realidade é que não existe uma ‘receita’ para enfrentar o teste, porém, o candidato pode tomar alguns cuidados com aspectos que certamente serão avaliados pelas organizações, sendo um dos principais a insegurança. Geralmente, os testes seguem três etapas.
Muitos nem imaginam, mas ao entrar em contato para avisar sobre o envio de um teste on-line, o avaliador já está atento às atitudes e ao comportamento do candidato. Nas etapas seguintes, o pretendente à vaga passa pela avaliação do responsável pelo recrutamento e do superior hierárquico. É difícil um processo seletivo que não tenha uma entrevista. Por melhor que tenham sido os testes, o recrutador precisa da avaliação ‘cara a cara’. Realizada individualmente ou em grupo, esse teste não é um bicho-de-sete-cabeças como muitos imaginam. É apenas o momento em que o candidato precisa ter convicção das suas capacidades para transmiti-las de forma segura ao avaliador, ou melhor, precisa convencer o outro sobre características e capacidades de si próprio.
O melhor é começar pela naturalidade, pois não há técnica que a substitua. Para isso, existem segredos que podem ser usados para aprimorá-la e que ajudam a projetar uma imagem positiva. Alguns deles são básicos, como chegar com antecedência, escolher uma roupa adequada e confortável, mantendo seu estilo pessoal, claro, que sem exageros, pois antes da primeira fala o entrevistador irá observá-lo e sua aparência fará parte da análise. Abaixo, alguns outros:
Nunca subestime a influência das primeiras impressões;
Chegue com antecedência;
Leve um currículo atualizado;
Pesquise mais informações sobre a empresa;
Procure saber detalhes sobre o cargo pretendido.
No decorrer da entrevista:
Cumprimente o entrevistador com firmeza. Sorria!
Converse olhando nos olhos;
Mantenha o tom da voz adequado;
Incline-se na direção de seu interlocutor;
Mantenha suas mãos paradas, apenas gesticule quando for falar;
Saiba ouvir, não interrompa seu interlocutor;
Evite respostas fechadas: “sim” ou “não”;
Demonstre otimismo;
Se o entrevistador der um tom muito informal à conversa não entre na dele; também não seja formal demais para não diminuir a naturalidade.
A contratação de um novo funcionário gera expectativa tanto para a empresa, quanto para o candidato. Não é só o entrevistador que deve perguntar, o entrevistado também. Se derem oportunidade e as questões não foram incluídas na própria entrevista, é claro.
Algumas indagações são pertinentes:
Quais serão suas responsabilidades?
Qual o nível hierárquico para o qual responderá?
Quando será o início do trabalho?
As condições da contratação (salário, jornada de trabalho e benefícios).
Não esqueça “nunca” que as informações de seu currículo serão checadas, portanto, não invente! Antes, durante e depois da entrevista ele é o guia da empresa para conhecê-lo. Certamente, no decorrer do processo as informações serão confirmadas.
A maior parte do tempo de uma entrevista é composta de perguntas e respostas, esteja pronto para as mais usuais:
Por que você se acha capaz de assumir o cargo?
Baseado em quais de suas experiências você se acha capaz de trabalhar conosco?
Qual ou quais de suas habilidades podem ajudar no crescimento da empresa?
Fale um pouco sobre você?
Por que você aceitaria esse cargo?
Uma entrevista bem elaborada pode durar até uma hora. Esteja preparado para esse tempo, não demonstre impaciência, não fique olhando o relógio. Agüente firme e sucesso!
Rosangela Grigoletto é professora de Redação e Português Empresarial do Programa Cead – Cursos Especiais de Aprimoramento e Desenvolvimento, mantido pela Contmatic Phoenix, empresa desenvolvedora de softwares administrativos e contábeis.
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Colocar ou não a foto no currículo?



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Até mesmo especialistas questionam se a foto deve ou não ser colocada no currículo.  Alguns dizem que sim, enquanto outros dizem que não. A dúvida vem desde os períodos anteriores à internet, e permanece até hoje quando o assunto é o currículo online.
Para o presidente da Curriculum.com.br, o maior banco de dados de profissionais do país, Marcelo Abrileri,  uma
boa dica para o profissional é responder a três perguntas: O cargo exige boa aparência? Você tem boa aparência? Você tem uma foto de boa qualidade, onde está bem nela? Se ele responder sim a todas as questões, então é aconselhável colocar a foto no currículo. No entanto, um não a qualquer uma destas três perguntas é o suficiente para não colocar foto no currículo.
Estas perguntas nascem da necessidade de colocar pontos fortes no currículo, de maneira correta e em harmonia com o objetivo profissional. De acordo com o especialista, nada de colocar fotos mal tiradas, com baixa resolução, fora de foco, com baixa luminosidade, ou ainda se a aparência na foto não contribuir. 
Se o profissional quiser colocar a foto, esta deve enquadrar o rosto com parte do ombro e tronco (como nas fotos 3×4). A foto deve transmitir simpatia e alegria, sempre com bom senso. Segundo o presidente da Curriculum.com.br, o candidato deve pensar bem, analisar e verificar o resultado final do currículo, que é como uma peça publicitária. E mesmo levando em consideração tudo o que já foi dito, o candidato deve verificar se gostou do resultado, sempre lembrando que, em alguns casos, uma boa foto no currículo pode ajudar, mas sempre será um risco. Compor o currículo com este detalhe mal trabalhado poderá pôr a perder a chance de uma entrevista presencial.
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