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segunda-feira, 19 de março de 2012

EVENTO - Pré-Sal Brasil 2012 - 3° Congresso Internacional & Exposição


Pré-Sal Brasil Congresso Internacional e Exposição 2012 
04 a 06 de Junho de 2012 |Rio de Janeiro | Windsor Barra Hotel

O Pré-Sal Brazil Congress chega em sua 3ª edição mais executivo do que nunca. Em um contexto de continuidade política e novas descobertas, o Pré-Sal Brasil se consolida como o principal encontro de líderes para falar exclusivamente de negócios no Pré-Sal.

Para maiores informações acesse: http://www.presaltbrazilcongress.com.br
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Seadrill encomenda construção de navios sonda na Coreia do Sul

 

O Estaleiro sul-coreano Samsung Heavy Industries irá construir dois navios sonda de perfuração para a Seadrill, empresa norueguesa, no valor de US$ 1,1 bilhão. As embarcações serão entregues até o final de agosto de 2014.

"Nossa longa relação com a Samsung tem nos dado acesso a projetos de plataformas com qualidade e confiabilidade. Em alinhamento com os valores atraentes dos estaleiros, criou-se uma oportunidade para continuar a construir novas sondas e alavancar financeiramente o crescimento orgânico da Seadrill", disse o presidente da companhia, Mr. Fredriksen. "Os navios de perfuração são baseados em projetos similares aos três anteriores navios sonda com dupla operação que a Seadrill encomendou à Samsung no final de 2010 e início de 2011, porém com lâmina d'água maior. Também possuem maior capacidade operacional, técnica e de infra estrutura interna.", completou.

Os navios-sonda de posicionamento dinâmico terão uma capacidade de carga de 1.250 toneladas e uma capacidade de profundidade de até 4 mil metros, e terão como alvo as operações no Brasil, Golfo do México, África Ocidental e Oriental. De acordo com informações, eles serão equipados com configurações diversas relacionadas ao Blow Out Preventer (BOP) e com capacidade de armazenamento e manuseio de um BOP alternativo. "O crescimento da demanda de novas sondas tem sido particularmente forte nos EUA, Brasil e Africa", disse Mr. Fredriksen.

O foco da indústria é cada vez maior em segurança após o acidente ocorrido em Macondo (Deepwater Horizon vazamento de óleo ao longo da costa dos EUA). A indústria tem requisitado plataformas de maior especificação e controle, assim o período e tempo de perfuração aumentou em cada poço, devido a complexidade dos mesmos. Com base neste desenvolvimento, e análise do mercado de perfuração, a Seadrill concluiu que a tendência da falta de disponibilidade de plataformas no mercado de águas profundas já é um gargalo até que a demanda seja atendida com a inserção de novas sondas.

Fonte: TN Petróleo
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EVENTO - RIO GAS FORUM

Rio Gas Forum banner
 O evento traz novo programa que vai explorar as oportunidades na cadeia de valor, incorporar temas relacionados com a exploração e produção petrolífera na agenda, com especial atenção para as atividades do pré-sal.
Data: 
 20/03/2012 - 08:00 - 22/03/2012 - 17:00
Cidade: 
 Rio de Janeiro
Local: 
 Avenida Atlântica, n° 1702 - Copacabana
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China amplia fatia no petróleo do Brasil



BRASÍLIA. De bloco em bloco, o petróleo do Brasil está ficando menos nosso e cada vez mais chinês. Desde 2010, a China investiu por aqui US$ 15 bilhões nesse setor, segundo a consultoria Dealogic. A principal estratégia asiática é comprar participações em empresas já atuantes para assegurar fornecimento ao país. Segundo a Agência Internacional de Energia, a China se tornará em breve o maior consumidor mundial de petróleo, dado o interesse por carros da sua crescente classe média.
Nos últimos anos, as estatais chinesas já investiram US$ 4,8 bilhões na aquisição da Petrogal Brasil (de origem portuguesa), US$ 7,1 bilhões em 40% da Repsol Brasil (espanhola) e US$ 3,07 bilhões para ser parceira da Statoil (norueguesa) no campo de Peregrino. Os chineses também têm parcerias com a própria Petrobras no Pará e no Maranhão. São exemplos de negócios que estão levando a China a um papel protagonista na exploração do petróleo brasileiro.
A compra de petroleiras aqui segue o ritmo da disparada no volume de exportações de petróleo bruto do Brasil para a China. O valor total exportado em petróleo saltou de US$ 210 milhões em 2004 para US$ 4,8 bilhões no ano passado, crescimento de mais de 20 vezes, bem acima da alta de cerca de 100% do barril de óleo no período.
Apesar de receber US$ 16 de US$ 100 de investimentos chineses no setor desde 2010, o Brasil não é o único alvo desses recursos. A estratégia adotada aqui é similar àquela empregada no Canadá, onde os chineses já investiram outros US$ 11 bilhões desde 2010, e nos EUA (US$ 6 bilhões), segundo dados da Dealogic. Esse movimento nos EUA e no Brasil foi liderado pela Sinopec, que aqui se associou à Repsol.
No fim de fevereiro, a Repsol Sinopec anunciou uma grande descoberta de petróleo na Bacia de Campos. O poço Pão de Açúcar, segundo a empresa, apresenta um reservatório com espessura de 500 metros, um dos maiores já descobertos no país.
Procurada pelo GLOBO, a Sinopec não se manifestou, mas relata em sua página na internet que "é a companhia estrangeira líder em direitos de exploração offshore nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo, uma das maiores áreas de crescimento em reservas de hidrocarbonetos do mundo".
O interesse chinês no petróleo brasileiro ficou claro quando, em 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou para a China e trouxe do banco de desenvolvimento local, o BNC, um empréstimo de US$ 10 bilhões à Petrobras. O país comunista já antevia ali uma busca insaciável por petróleo da sua população de 1,3 bilhão de pessoas, em boa parte migrando do campo para os centros urbanos.
Em abril do ano passado, o então presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli foi à China assinar acordos com Sinopec e Sinochem, que incluíram troca de conhecimento e parcerias em exploração.
Apesar de ter produção local, hoje a maior parte do petróleo consumido na China vem de fora, de países considerados pouco estáveis, como Irã e Sudão.
O presidente da Câmara Brasil-China, Charles Tang, explica que o país asiático tem que investir aqui para garantir acesso ao petróleo:
- O Brasil é uma fonte desse recurso estratégico para que a China tenha um crescimento sustentado.
Em maio, a Câmara Brasil-China promoverá na província de Guangzhou (Cantão) a 5 Convenção de Águas Profundas e quer levar para lá o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e integrantes da diretoria da Petrobras. A China tem bom potencial de exploração no Mar do Sul.
Os investimentos maciços da China no setor de petróleo não passam despercebidos pelo governo, que acompanha a movimentação, mas não a considera nociva ou predatória quando o assunto é a exploração em si. Mesmo com os riscos de vazamento, como os ocorridos com a Chevron na Bacia de Campos.
- Esses recursos são muito bem-vindos na produção de petróleo. O Brasil é hoje o mercado mais atraente do mundo nesse setor- afirmou uma fonte do Executivo.
Fonte: Yahoo
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RJ: petroleiros protestam por segurança






Petroleiros da Bacia de Campos fizeram manifestação nesta quinta-feira para lembrar os 11 anos do acidente da plataforma P-36, que afundou em março de 2001 e deixou 11 mortos.

De acordo com o Sindipetro-NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense), as manifestações também serviram para chamar a atenção sobre a segurança nas plataformas da Bacia de Campos.

De acordo com o sindicato, desde 1998 foram registrados mais de 1.600 acidentes na Bacia de Campos, que resultaram na morte de 119 trabalhadores. Apenas em 2011, segundo o sindicato, 17 petroleiros morreram devido a acidentes de trabalho em todo o país.

Os protestos ocorreram nos aeroportos de Macaé e Cabo Frio, além do heliporto de Farol de São Tomé, em Campos, que servem de base para o transporte de petroleiros entre o continente e as plataformas.
Fonte:Agência Brasil
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domingo, 18 de março de 2012

SS-39: ''Três graus não é um adernamento pequeno'', diz especialista


 
Rio de Janeiro (RJ) - A inclinação sofrida pela plataforma de perfuração SS-39 no Campo de Albacora, na Bacia de Campos, a 139 quilômetros da costa de Macaé, na última terça-feira (13), não foi pequena, como informara em nota a Petrobras ontem. "Três graus não é um adernamento pequeno. Com um grau, já se pode sentir bastante a inclinação a bordo. Entre dois e três graus pode não ser uma situação crítica, mas é preocupante", disse em entrevista ao Portal Macaé Offshore o engenheiro de Segurança e Oficial de Máquinas da Marinha Mercante, Fabiano Ossola.
Na tarde da última terça-feira (13), a plataforma da Queiroz Galvão Óleo e Gás sofreu um adernamento de cerca de três graus, de acordo com os trabalhadores da SS-39, em consequência de um princípio de incêndio no paiol de tintas, que fica em uma de suas pernas. Com experiência em plataformas petrolíferas, Ossola analisou o incidente, a pedido da reportagem,  a partir dos dados fornecidos pela própria Petrobras e pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), que estão investigando as causas do ocorrido. 
O engenheiro, que também é certificado como Operador de Lastro (Ballast Control Operator) e já exerceu a função a bordo de unidades, disse que as ligações que podem existir entre um incêndio e um adernamento podem ser o acúmulo de água numa das pernas, como afirmado pela ANP, ou um adernamento intencional feito pelo Operador de Lastro (caso o incêndio tenha sido combatido com água). Fora isso, de acordo com o especialista, não há qualquer ligação plausível entre o incêndio e a inclinação da plataforma.
"Princípios de incêndio são combatidos com extintores"
Ossola não vê nenhuma razão para o alagamento de uma das colunas senão pelo acúmulo da água proveniente das mangueiras de incêndio. No entanto - afirma ele -  "princípios de incêndio são combatidos com extintores e não com mangueiras ou esguichos". A opinião técnica do especialista contradiz a versão oficial tanto no tocante às gravidades do adernamento e do incêndio.
Ainda segundo Ossola, no que diz respeito ao adernamento intencional da plataforma, que é prática comum nas unidades, seja por medida de segurança ou por melhor adaptação das operações de perfuração, existe uma margem média que varia entre 0,5 e 1 grau para estes casos. No entanto - lembra ele - cada plataforma possui o que se chama de "Braço de Endireitamento", que é a medida máxima que uma embarcação pode adernar.
- É claro que vai depender do Braço de Endireitamento de cada embarcação, mas, no caso de plataformas de petróleo, em muitas empresas, para que a plataforma aderne intencionalmente mais de um grau, é preciso autorização expressa ou do Operador de Lastro ou do próprio OIM (gerente da plataforma) , afirmou.
Por telefone, a assessoria da Queiroz Galvão informou à Macaé Offshore que a manutenção da unidade SS-39 foi feita em dia e que a plataforma foi declarada apta para o funcionamento dentro da conformidade com as legislações e normas de segurança.
Questionada sobre a relação entre o incêndio e o adernamento, a Petrobras não quis se pronunciar, alegando que o caso está sob investigação. De acordo com a Petrobras, arrendatária do contrato, a plataforma já voltou à posição normal, e já está sendo preparada para voltar à operação. Ainda segundo a Petrobras, na madrugada desta quarta (14), as equipes técnicas que trabalham no local já haviam restabelecido a energia da unidade, que estava ausente desde o ocorrido.
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OGX, de Eike, diz que comprará parte de rival dinamarquesa Maersk Oil



A OGX Petróleo disse na sexta-feira (16/03), que planeja comprar uma parte dos 50% de participação da dinamarquesa Maersk Oil, em dois blocos offshore de petróleo no Brasil, para expandir seu domínio sobre a nova fronteira de petróleo ao sul da Bacia de Campos (RJ).
A OGX já detém 50% dos dois blocos e quer aumentar sua participação, pois o potencial de produção de petróleo das áreas é "enorme" e melhor que o esperado, disse Eike Batista, presidente executivo e acionista controlador da OGX.
A companhia, baseada no Rio de Janeiro, é a segunda maior empresa de petróleo em valor de mercado do Brasil, e espera produzir 1,4 milhão de barris por dia de petróleo até 2020, mais da metade da atual produção do País.
Os comentários de Batista foram feitos em teleconferência com analistas, nesta sexta-feira. A conferência estava marcada para discutir os planos da construtora de navios OSX Brasil de levantar US$ 1 bilhão de novo capital para financiar seus projetos de estaleiro e construção naval.
OGX e Maersk possuem cada uma 50% dos blocos BM-C-37 e BM-C-38, onde Batista disse que a OGX pretende aumentar sua participação. A Maersk é a operadora. Os blocos são adjacentes a áreas 100% controladas pela OGX, e onde a companhia começou sua primeira produção em fevereiro. A Bacia de Campos, a nordeste do Rio de Janeiro, é fonte de cerca de 80% dos 2,68 milhões de barris por dia de petróleo e gás natural equivalente do Brasil.
A assessoria de imprensa da Maersk Oil em Copenhagem não estava imediatamente disponível para comentar. A Maersk Oil é parte da dinamarquesa A.P. Moller, do Maersk Group. Em janeiro, a Maersk produziu cerca de 2.037 barris por dia do campo Polvo, na Bacia de Campos.
Fonte: Terra
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