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terça-feira, 3 de abril de 2012

Clube do Petróleo fará palestra para engenheiro entender melhor o concurso da Petrobras


Hoje, (03/04), às 18:30, o Clube do Petróleo convida você que é engenheiro para uma palestra gratuita, que irá esclarecer suas dúvidas sobre o concurso da Petrobras

Entre as questões abordadas por Mauro Kahn, fundador do Clube, estão questões especificas do próximo concurso e especificamente a expectativa de carreira ns Petrobras para os engenheiros.

O evento terá inicio  às 18h30, na Rua da Candelária - Centro/RJ, e terá fim às 19:30, a depender do número de perguntas que venham a surgir.

Para participar, gratuitamente, basta se inscrever, antecipadamente, pelos telefones 21 2233 7580 ou 21 3553 2463 ou também pelo e-mail clubedopetroleo@clubedopetroleo.com.br .
Fonte: Clube do Petróleo
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ANP aprova transferência de blocos sob concessão da HRT O&G para TNK-Brasil


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, no dia 28 de março, o pedido de transferência de 45% de participação dos direitos e obrigações da HRT O&G para a TNK-Brasil, relativos aos 21 blocos situados na Bacia Sedimentar do Solimões.

“A HRT busca construir uma parceria sólida e bem sucedida com a TNK-Brasil. O projeto Solimões se beneficiará da experiência e expertise desenvolvida na Rússia e de lições aprendidas com os projetos na Sibéria, que possuem semelhantes desafios logísticos” comentou Marcio Rocha Mello, diretor presidente da HRT.

“Estamos satisfeitos que as autoridades brasileiras aprovaram nosso acordo com a HRT e que concluímos essa importante negociação. Nossas operações internacionais têm um papel importante no nosso portfólio. A estratégia de crescimento da TNK-BP prevê sua transformação em uma empresa privada líder no setor de óleo e gás, dentro e fora da Rússia” comentou Mikhail Fridman, diretor presidente da TNK-BP.

A TNK-Brasil pagará até US$ 250 milhões quando cinco metas de desempenho forem atingidas. São elas: (i) realização de um teste de longa duração, (ii) produção acumulada de 2,5 milhões de barris de líquidos, (iii) monetização de 500 mil metros cúbicos de gás por dia por meio de um ou mais contratos de fornecimento de gás, (iv) compartilhamento de infraestrutura, e (v) certificação de 500 milhões de barris de líquidos em reservas 2P.

Fonte: TN Petróleo
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Chinesa supera Exxon e é líder em petróleo



A novata PetroChina, de apenas 13 anos, superou a norte-americana Exxon Mobil e se tornou a maior produtora de petróleo negociada em Bolsa.
A PetroChina anunciou ontem a produção de 2,4 milhões de barris de petróleo por dia no ano passado, ultrapassando a Exxon em 100 mil barris diários.
A produção da chinesa aumentou 3,3% em 2011, enquanto a da Exxon caiu 5%. O volume de óleo da antiga líder também foi maior que o da empresa russa Rosneft, que produziu 2,38 millhões de barris.
Criada pelo governo chinês para assegurar petróleo ao mercado local, a PetroChina cresceu rapidamente na última década ao explorar antigos poços do país e gastar mais do que os rivais na aquisição de reservas em locais como Canadá, Iraque e Qatar.
A estratégia é diferente da adotada pelas empresas ocidentais, que buscam novos campos para substituir os atuais, em declínio de produção.
Diante da necessidade de aumentar a oferta de combustíveis rapidamente -a demanda na China deve duplicar entre 2010 e 2035-, as petroleiras do país optaram pelo caminho das aquisições.
Segundo a Agência Internacional de Energia, as aquisições das chinesas saltaram de US$ 2 bilhões, em 2002 e 2003, para cerca de US$ 48 bilhões em 2009 e 2010.

Fonte: Folha de São Paulo - Da Associated Press
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O petróleo no meio do caminho



A escalada dos preços do petróleo este ano - o barril do tipo Brent, referência no mercado internacional, já subiu mais de 15% - acendeu o sinal de alerta de economistas e líderes mundiais para os riscos do impacto em uma economia global ainda muito frágil, com os Estados Unidos registrando elevado desemprego e a Europa à beira de nova recessão. Já há quem diga até que o petróleo substituiu a crise da dívida da Grécia como fonte de incertezas.
Crise no petróleo
Em 2012, o preço médio do barril do tipo Brent chega a US$ 117,21, segundo agência Bloomberg até o último dia 28, bem acima da média de US$ 108,77 do ano passado. Especialistas estimam que, se esta diferença de preços (US$ 8,94) se mantiver até o fim do ano, significará perda de até US$ 562 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e riquezas produzidos num país) mundial em 2013. Ou seja, 1% do PIB global. Se levar em conta alta de US$ 17,85 no preço, entre o fim de 2011 (US$ 106,31) e o dia 28 de março (US$ 124,26), até US$ 1,122 trilhão pode virar pó no próximo ano.
Os cálculos da redução do PIB são do economista Daniel Sousa, professor de pós-graduação em Política e Negócios do Clio Internacional, com base em estudo do professor da Universidade de Utah Mingqi Li e em números do Fundo Monetário Internacional (FMI). O chinês avaliou o período entre 1971 e 2010 e conclui que uma alta de US$ 10 no preço do petróleo está associada a uma retração de 0,4% a 1% do PIB mundial no ano seguinte.
A continuidade do cenário de alta de preços abre a possibilidade de um período de "estagflação" - inflação elevada com crescimento baixo. E aqui no Brasil a indústria ligada ao petróleo começou a sentir no bolso o impacto. O custo maior da nafta e dos derivados plásticos já chega a 18% neste ano.
'Saída da UTI' seria prejudicada
Vários estudos estimam o impacto do petróleo caro. Na última quinta-feira, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) - que reúne os países desenvolvidos - divulgou que a recente alta dos preços do petróleo pode tirar de 0,1% a 0,2% do crescimento da economia de seus Estados-membros em 2013. Já a agência Fitch projeta que, se o barril tiver preço médio de US$ 150 este ano, o PIB mundial teria queda de 0,4% em 2012 e 0,4% em 2013. No caso do Brasil, a perda seria de 0,7% e 1,3%, respectivamente. O Goldman Sachs, por sua vez, estima que a alta de 10% do preço do petróleo significa perda entre 0,2% e 0,4% do PIB americano este ano e no próximo, respectivamente. Na Europa, o impacto seria de 0,2% este ano e quase zero em 2013.
- A nova alta do petróleo ocorre num momento delicado, em que os Estados Unidos estão se recuperando e a Europa sofre com instabilidade. A economia mundial está saindo da UTI, e pisar em um tubo de oxigênio pode ser complicado. Podemos viver um novo período de "estagflação", que ocorre após altas do preço do petróleo, que seria uma pitada de sal na atual crise - afirma o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP Simão Davi Silber.
Com crise no Irã, cotação de US$ 200
As incertezas em relação ao Irã, e a demanda de países emergentes têm puxado a alta da commodity. Em relatório recente, o HSBC afirmou que "O petróleo é a nova Grécia". E a instabilidade em torno do preço vai continuar com força. Daniel Sousa lembra que só haverá decisão sobre uma intervenção no Irã após as eleições nos EUA, em novembro.
- Hoje os estoques de petróleo estão altos, mas são estratégicos, usados em situações emergenciais. A crise no Oriente Médio pode desorganizar a oferta, levando a cotação para algo entre US$ 160 e US$ 200. Com isso, pode-se repetir o cenário dos anos 80, que é recessão com inflação. Os governos teriam de elevar os juros, aprofundando a crise - diz Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Segundo o economista Jeff Rubin, o mundo deve se preparar para uma nova realidade: a energia cara. Ele não acredita em escassez do óleo, mas lembra que os locais de onde se espera aumento de produção - como o pré-sal do Brasil - exigem custo maior.
- O preço do petróleo a três dígitos não é mais um fenômeno cíclico, mas um estado permanente. E vai limitar o crescimento da economia - aponta Rubin, que prevê que o barril alcance cerca de US$ 150 até o fim do ano.
De acordo com Luiz Carlos Prado, professor do Instituto de Economia da UFRJ, a inflação já está alta no mundo inteiro, em relação ao nível atual de atividade econômica:
- A "estagflação" seria um risco real (se o preço do petróleo disparar).
Como insumo básico, o petróleo influencia os custos de toda a economia, levando à alta de preços e pressão sobre a inflação. Tradicionalmente, bancos centrais elevam juros neste cenário, mas Silber diz não saber como seria a reação agora:
- Os BCs estão dispostos hoje a aceitar uma inflação mais alta.
No Brasil, o impacto da alta do petróleo é amenizado pela política de preços de longo prazo da Petrobras, que não repassa flutuações diárias. Mas, com um novo patamar, ficará impossível para a estatal não reajustar a gasolina, diz Langoni. Sousa afirma ainda que o Brasil não ficará imune, já que os países desenvolvidos vão crescer menos:
- O petróleo mais caro afeta a economia mundial, pelo lado da oferta, porque aumenta custos. As empresas gastam mais para produzir o mesmo ou até menos.
Fonte: Yahoo Notícias - Agência O Globo
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Significado de Pré-sal




O que é Pré-sal:

Pré-sal é uma parte do subsolo situado no fundo do mar que se encontra sob uma camada de sal. Pesquisas resultantes da perfuração de poços indicaram que as rochas do pré-sal cobrem cerca de 800 quilômetros do litoral brasileiro, numa parte que vai de Santa Catarina até ao Espírito Santo. Nessas rochas existem grandes reservatórios de óleo que produzem petróleo.
Estima-se que as maiores reservas de petróleo ainda inexploradas encontram-se no Brasil, no Golfo do México e na costa ocidental africana.
O petróleo do pré-sal foi formado por microorganismos sedimentados no fundo do oceano há cerca de 150 milhões de anos quando houve o processo de separação das placas tectônicas que formaram a África e a América do Sul.
A extração de petróleo da camada pré-sal em território brasileiro foi feita pela primeira vez em 2008, pela Petrobrás. Os debates sobre o tema pré-sal incidem particularmente no elevado custo das tecnologias de exploração do petróleo, na participação de capital estrangeiro, na determinação do ritmo de extração (para evitar o rápido esgotamento) e na administração da riqueza gerada.

Fonte: O Significado
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sexta-feira, 30 de março de 2012

Produção de petróleo e gás da Petrobras foi de 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia



Considerados apenas os campos no Brasil, o volume produzido chegou a 2.455.636 barris de óleo equivalente por dia
A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, em fevereiro, foi de 2.700.814 barris de óleo equivalente por dia (boed). Considerados apenas os campos no Brasil, o volume produzido chegou a 2.455.636 barris de óleo equivalente por dia (boed).
Esse resultado foi 1,1% menor que o volume total extraído em janeiro deste ano, em função da parada programada do Gasoduto Caraguatatuba–Taubaté (Gastau), do término do teste de longa duração (TLD) de Aruanã, na Bacia de Campos, e da paralisação do FPWSO Dynamic Producer, que realizava o TLD de Carioca Nordeste, por falha no duto vertical de teste de produção.
A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, nesse mês, chegou a 2.098.064 barris por dia; e a de gás natural, a 56 milhões 849 mil metros cúbicos.
O volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua alcançou 245.178 boed em fevereiro. A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões e 983 mil metros cúbicos diários.
Destaques do mês
Iracema
Em 27 de fevereiro, a Petrobras deu início à produção de óleo no FPSO BW Cidade de São Vicente, instalado na área de Iracema, no pré-sal da Bacia de Santos. Ele foi conectado ao poço RJS-647, em águas onde a profundidade é de 2.212 metros.
Essa plataforma deve operar na área por um período de aproximadamente seis meses, com o objetivo de coletar informações técnicas sobre o comportamento dos reservatórios e escoamento do petróleo nas linhas submarinas, entre outros dados. Essas informações darão suporte ao desenvolvimento do sistema definitivo de produção nessa área, previsto para entrar em operação no final de 2014, com a instalação do FPSO Cidade de Mangaratiba.
O projeto está sendo desenvolvido pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora, com 65% de participação), BG E&P Brasil Ltda.- BG Group (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%).
Baúna e Piracaba
Com o término dos Testes de Longa Duração feitos nas áreas de Tiro e Sídon, a Petrobras apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no último dia 17/02, a Declaração de Comercialidade dessas acumulações de petróleo e gás, que passaram a ser denominadas de Baúna e Piracaba, respectivamente.
Esses campos estão localizados no bloco exploratório BM-S-40 (100% Petrobras), na porção Sul da Bacia de Santos, numa área de águas rasas, no pós-sal.
Fonte: Agência Estado
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TLD e parada programada fazem produção de petróleo e gás da Petrobras cair cerca de 1%



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A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, em fevereiro, foi de 2.700.814 barris de óleo equivalente por dia (boed). Considerados apenas os campos no Brasil, o volume produzido chegou a 2.455.636 barris de óleo equivalente por dia (boed).

O resultado é 1,1% menor que o volume total extraído em janeiro deste ano, em função da parada programada do Gasoduto Caraguatatuba-Taubaté (Gastau), do término do teste de longa duração (TLD) de Aruanã, na Bacia de Campos, e da paralisação do FPWSO Dynamic Producer, que realizava o TLD de Carioca Nordeste, por falha no duto vertical de teste de produção.

A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, nesse mês, chegou a 2.098.064 barris por dia; e a de gás natural, a 56 milhões 849 mil metros cúbicos.

O volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua alcançou 245.178 boed em fevereiro. A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões e 983 mil metros cúbicos diários.


Destaques do mês


Iracema

Em 27 de fevereiro, a Petrobras deu início à produção de óleo no FPSO BW Cidade de São Vicente, instalado na área de Iracema, no pré-sal da Bacia de Santos. Ele foi conectado ao poço RJS-647, em águas onde a profundidade é de 2.212 metros.

Essa plataforma deve operar na área por um período de aproximadamente seis meses, com o objetivo de coletar informações técnicas sobre o comportamento dos reservatórios e escoamento do petróleo nas linhas submarinas, entre outros dados. Essas informações darão suporte ao desenvolvimento do sistema definitivo de produção nessa área, previsto para entrar em operação no final de 2014, com a instalação do FPSO Cidade de Mangaratiba.

O projeto está sendo desenvolvido pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora, com 65% de participação), BG E&P Brasil Ltda.- BG Group (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%).


Baúna e Piracaba

Com o término dos Testes de Longa Duração feitos nas áreas de Tiro e Sídon, a Petrobras apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no dia 17 de fevereiro, a Declaração de Comercialidade dessas acumulações de petróleo e gás, que passaram a ser denominadas de Baúna e Piracaba, respectivamente.

Esses campos estão localizados no bloco exploratório BM-S-40 (100% Petrobras), na porção Sul da Bacia de Santos, numa área de águas rasas, no pós-sal.

Fonte: TN Petróleo

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