javascript:; F Petróleo Infonet

segunda-feira, 9 de abril de 2012

BG pretende investir no setor de petróleo do Brasil


O BG Group pretende investir mais de US$ 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento no setor de petróleo do Brasil, para se tornar o maior produtor estrangeiro no País até 2020, informou o Financial Times em seu website neste domingo, citando o presidente da BG Brasil, Nelson Silva.
Silva disse que os investimentos da BG no Brasil podem chegar a “dezenas de bilhões” de dólares antes de 2020, segundo o FT. “Nos anos 90, tomamos a decisão estratégica de investir no setor de petróleo do Brasil. Depois, a descoberta do Campo Lula, um dos maiores do mundo, tornou o Brasil ainda mais atrativo”, disse Silva.
De acordo com o executivo, o investimento de mais de US$ 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento será usado principalmente na construção de um centro global de tecnologia, que abrigará até 100 pesquisadores e montará programas de treinamento em universidades brasileiras, segundo o jornal. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado
Leia mais...

Atrasos de estaleiros podem afetar pré-sal


A presidente da Petrobras, Graça Foster, reclama que os estaleiros brasileiros lhe têm tirado o sono. Os números das encomendas deixam claro o motivo: até 70% das sondas que a companhia contratou no País para explorar o pré-sal serão montados em estaleiros que ainda não existem ou que atravessam graves problemas de atrasos e gestão. Além disso, aqueles em operação já estão assoberbados com encomendas.
Um atraso na entrega das sondas significaria retardar a transformação das reservas do pré-sal em caixa para a companhia. Os próprios estaleiros estão pessimistas com as primeiras sondas, que têm entrega prevista para 2015. “A única certeza que se tem ao começar um projeto de construção é de que não vai acabar no prazo”, confessa um presidente de estaleiros envolvido no projeto. “Não estou dizendo que é impossível (cumprir o prazo), mas é muito difícil. Fazer algo pela primeira vez é sempre complicado.”
A Petrobras contratou 33 sondas para serem construídas no Brasil e está em fase avançada de negociação para outras duas. Custarão ao todo cerca de US$ 28 bilhões para serem montadas. Nunca uma sonda dessas foi fabricada no País.
Considerando-se um total de 35 sondas, a maior parte (entre 24 e 25) está prevista para estaleiros que ainda estão sendo erguidos – apelidados de virtuais – ou no Atlântico Sul (PE), que registra atrasos nas encomendas e problemas de gestão. Até agora, apenas nove contratos foram efetivamente firmados.
A princípio, as sondas devem ficar distribuídas entre Keppel Fels (estaleiro já operacional, 6 sondas); Atlântico Sul (operacional, mas com atrasos, 7 sondas); Enseada Paraguaçu (virtual, 6 sondas); Jurong Aracruz (virtual, 6 sondas); Rio Grande (operacional, 3 sondas); Eisa Alagoas (virtual, de 3 a 4 sondas) e Mauá (operacional, 1 ou 2 sondas). As duas sondas extras estão sendo negociadas com a OSX (virtual).
Graça vem repetindo que não trabalha com cenário de atraso e que ficará em cima dos estaleiros para garantir os prazos. A presidente da Petrobras tem convocado constantes reuniões com a Sete Brasil, que terceiriza a gestão de 28 das sondas. É a Sete BR – que tem a Petrobras, bancos e fundos como sócios – que contratará os estaleiros.
O presidente da empresa, João Carlos Ferraz, garante que as sondas vão ser entregues no prazo, a partir de 2015, mas reconhece dificuldades na contratação dos estaleiros. “Acho justa a desconfiança do setor. É desafiador, é difícil, é complexo, mas é possível”, afirma.
O secretário executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Naval (Sinaval), Sergio Leal, diz que o setor tem um “desafio gigante” pela frente, mas garante que o País tem capacidade para atender à demanda. Ele lembra que apenas um estaleiro (EAS) tem atrasos. “Todos os outros estão pontualmente em dia”, frisa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado
Leia mais...

Tecnologia de detecção de gás com sistema wireless chega ao Brasil




A ENE Tecnologia, em parceria com a americana Honeywell e a sul-coreana Senko, trouxe para o país uma nova tecnologia que detecta e controla remotamente o vazamento de gases e previne acidentes fatais. Intitulado Totally Telemetry ou simplesmente TOTI, trata-se do único software no Brasil que utiliza telemetria wireless. Conhecida mundialmente pela prática de protocolos de segurança sistêmica em todas as atividades da empresa, o sistema integra desde as atividades rotineiras até as mais específicas de risco iminente.

O sistema foi criado para atender problemas em redes subterrâneas, locais coletivos e estabelecimentos comerciais como supermercados, estacionamentos e indústrias de diversos setores, principalmente alimentício e laticínio. Bueiros e shoppings, que foram alvos de explosões nos últimos anos em São Paulo e Rio de Janeiro, também merecem atenção especial e precisam de monitoramento constante.

Uma das curiosidades que envolvem essa técnica é que a novidade ficou mais conhecida no setor automobilístico, em corridas de Fórmula 1. A telemetria era responsável por coletar remotamente os dados de temperatura e parte técnica do carro a fim de melhorar os resultados do veículo na corrida.

Hoje o conceito é empregado para a detecção de gases tóxicos, explosivos e asfixiantes e visa preservar a vida e a saúde de quem trabalha em ambientes de risco. Na prática, o detector é instalado em locais estratégicos, espaços confinados, caldeiras, tubulações ou salas de refrigeração. Galpões de produtos perecíveis de supermercados, além de estacionamentos fechados entram no hall de locais que devem ser monitorados por manterem alta concentração de gases, como dióxido e monóxido de carbono e amônia.

As medições são feitas por LEL (Limite Inferior de Explosividade), PPM (Parte por Milhão) ou PPB (Parte por Bilhão) de gases emitidos para a atmosfera. “A base de dados padrão do software é o SQL. A topologia possui gateway para receber os dados provenientes dos controladores por meio da Internet. É possível receber as informações dos módulos GPRS ou controladores conectados à rede, que oferece uma taxa de dados superior. O sistema ainda consegue ser monitorado por meio de uma interface web” ressalta Edison Shiobara, diretor de tecnologia da ENE.

O monitoramento funciona 24h por dia. Quando é detectado algum tipo de vazamento, o sistema avisa a central em três momentos: primeiro quando é detectado gás anormal (o software emite um alerta e antecipa os funcionários do que deve ser feito); no segundo alerta é acionado alarme de atenção para os que estão no local; e o terceiro alerta é para evacuação da área.

Fonte : TN Petróleo
Leia mais...

sábado, 7 de abril de 2012

Transpetro é multada em R$ 3 milhões por vazamento no litoral gaúcho




Segundo laudo técnico do Ibama, 33,6 mil litros de óleo vazaram na orla do litoral norte do Estado


Rio Grande do Sul (RS) - A Transpetro, empresa subsidiária da Petrobras, foi multada nesta quinta-feira (5) em cerca de R$ 2,9 milhões em razão do vazamento de óleo ocorrido no litoral de Tramandaí no final de janeiro. Segundo laudo técnico da Superintendência do Ibama/RS - elaborado em conjunto com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e com a Marinha do Brasil - 33,6 mil litros de óleo vazaram na orla do litoral norte do Estado, atingindo cerca de 3,5 mil metros.
O Ibama aplicou duas multas à empresa, de R$ 1,2 milhão e R$ 500 mil, pelo derramamento de óleo no mar e pelo uso de dispersante químico (o uso do produto está previsto apenas a uma distância de 2 mil metros da costa e com a água a uma profundidade de 15 metros), respectivamente. Já a Fepam multou a transpetro em R$ 1,19 milhão pela poluição da praia. Além disso, está prevista uma multa diária de R$ 5 mil pelo não cumprimento do Programa de Monitoramento Ambiental até a empresa de adequar.
Para o superintendente do Ibama/RS, João Pessoa Moreira Junior, é importante destacar o trabalho conjunto entre os três órgãos que, para ele, "fornece uma base técnica qualificada ao laudo".
A Transpetro foi comunicada das autuações do Ibama na quarta-feira (04) e recebeu os autos nesta manhã. O vazamento ocorreu em uma monoboia da empresa, durante uma manobra de descarregamento de um navio no Terminal Osório, a seis quilômetros da praia.

Fonte: Jornal do Comércio (RS)

Leia mais...

CNG Drilling Stopped in Bay of Bengal


Bay of Bengal
After exploring the possibility of mining natural gas from the continental shelf in the Bay of Bengal, about 75 miles (120 kilometers) south of Haldia, for nearly 10 years, GAIL India Ltd relinquished the project. The Indian Bureau of Mines (IBM) has now recommended the gas block to a Chennai-based company. It is still not known when this company will start exploration at the site.
While the commercial rate for compressed natural gas (CNG) in Delhi is Rs 35.40 per kg and Rs 39.80 per kg in Noida, Greater Noida and Ghaziabad, auto LPG sells for Rs 53.05 per kg in Kolkata. When the concept of green fuel came up, it was realized that the prospect of supplying CNG to Bengal via pipeline from the country's west coast would be unviable.
There was hope when GAIL announced in 2005 that it has started drilling in a 'highly prospective gas block' in offshore Bay of Bengal along with its Russian consortium partner Gazprom. Extensive study of seismic data by international experts revealed the possibility of tapping multi trillion cubic feet of gas from the zone (known as Block 26).
According to sources, the block is nearly 4,025 square miles (10,425 square kilometers) and the water depth ranges from 131 to 164 feet (40 to 150 meters). It was estimated that prospective oil and gas horizons depth would extend to 21,325 feet (6,500 meters). Gazprom's subsidiary ZAO Gazprom zarubezhneftegaz got involved in what experts called a 'geologically challenging' task and in June 2010, drilled the third prospecting well. According to officials, the company met its obligations to GAIL by drilling the third well but the latter didn't seem too interested in continuing with the project.
GAIL officials in Delhi confirmed that the state-run company has 'officially relinquished' the project. Experts, however, said that this decision may not have been governed by the possibility of tapping gas or oil from the block. It may have been a policy decision to withdraw.
"Had it been decided that there is no viability in prospecting gas at Block 26, IBM wouldn't have recommended it while allotting 26 mineral bearing offshore blocks in the Bay of Bengal in 2011. The company has six blocks in the Bay of Bengal where it can start exploration. Even if the company starts exploration at Block 26 soon and finally decides to tap gas from there, the possibility of piping CNG to Haldia and the rest of the state will take a few more years," an expert said.
Copyright 2012 Bennett Coleman & Co. Ltd. All Rights Reserved
Source: RIGZONE
Leia mais...

ICN Assessoria Recursos Humanos e Comunicação

ICN Assessoria
Para enviar seu currículo, anexe-o ao seu cadastro no site. Essa é a melhoe forma de localizarmos seus dados.
www.icn.srv.br
Leia mais...

Terminologia Offshore - LETRA I


Letra I

IMPERMEABLE ROCK - ROCHA IMPERMEÁVEL - Camada rochosa que, por sua impermeabilidade, atua como selante, propiciando o acúmulo de fluidos na formação subjacente.
IMPRESSED CURRENT PROTECTION - PROTEÇÃO POR CORRENTE IMPRESSA - Sistema de proteção de chapeamento submerso contra corrosão e incrustação à base de pequenas descargas elétricas nas áreas ferrosas.
IMPRESSION BLOCK - TUBO DE IMPRESSÃO - É um tubo preenchido com chumbo ou cera, colocado no poço, para colher a impressão da parte superior de um “peixe” (objeto perdido) a fim de ser avaliado o melhor método de recuperação deste.
INDEPENDENT RUDDERS - LEMES INDEPENDENTES - É a situação onde os lemes de uma embarcação, geralmente dois, podem trabalhar independentemente, aumentando a manobrabilidade desta.
INDUCTION LOG - PERFIL DE INDUÇÃO - Registro da resistividade das rochas e dos fluidos nelas contidos, feito por uma ferramenta de indução eletromagnética.
INERT GAS - GÁS INERTE - Gás produzido, não inflamável, para preenchimento de espaços vazios em reservatórios ou tanques, alterando a condição de trabalho humana no local. (veja NITROGEN).
INHIBITOR - ADITIVO INIBIDOR - É um aditivo para reduzir a corrosão no revestimento, durante a operação de bombeamento de ácido (veja ACIDIGE), para aumentar o fluxo dos hidrocarbonetos da formação de calcário. Tais substâncias inibidoras podem ser: sais de cromato e nitrato de sódio, adicionadas à mistura do ácido.
INJECTION WELL - EXPURGO DO POÇO POR INJEÇÃO - É um poço usado para injetar gás, petróleo ou água dentro da formação reservatório. A injeção de gás serve para manter a pressão do campo e proporcionar meio para a disposição do gás excedente, o qual é separado do petróleo produzido de um poço.
INNER CORE BARREL - BARRIL INTERNO DO SACA-TESTEMUNHOS - É o barril interno de um saca-testemunhos, composto de barril duplo ou múltiplo, que retém o testemunho cortado da formação.
INSTALLATED HORSE POWER (IHP) - POTÊNCIA INSTALADA - Corresponde ao somatório das potências dos motores instalados a bordo. Muito utilizada pelos armadores para impressionarem aos afretadores.
INTERMEDIATE ROW - RANGER INTERMEDIÁRIO (NA BROCA) - É a zona entre os três cones de perfuração de uma broca cônica.
Leia mais...



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...