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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reino Unido quer ampliar presença no pré-sal brasileiro



As relações comerciais entre o Brasil e o Reino Unido deverão se estreitar mais, sobretudo no segmento de energia, setor alvo de pesados investimentos no país. Em entrevista ao Valor, o embaixador do Brasil no Reino Unido, Roberto Jaguaribe, afirmou que os investimentos da Inglaterra no Brasil vão começar a se intensificar nos segmentos de petróleo e gás, áreas nas quais os ingleses têm expertise.
"O Reino Unido tinha ficado muito para trás em investimentos no Brasil. Agora está mudando, sobretudo em energia, particularmente em petróleo e gás", disse Jaguaribe durante entrevista na embaixada brasileira, na região de Mayfair, uma das mais valorizadas de Londres, a poucas quadras do Hyde Park.
O pré-sal já está aproximando comercialmente os dois países. "O Reino Unido tem pontos focais nesse processo, devido à experiência do Mar do Norte. Não podemos dizer, contudo, que é a mesma coisa sob o ponto de vista tecnológico, mas há uma série de desafios logísticos, que são parecidos", observou o embaixador.
Quando o Reino Unido descobriu petróleo no Mar do Norte, na década de 60, a região tinha capacidade de produzir muito pouco do que era demandado para explorar adequadamente, lembrou Jaguaribe. Com o passar do tempo, foi incrementando significativamente a produção, como a Noruega, e hoje produz mais do que a demanda, apesar de a oferta já não ser abundante.
"Como o petróleo do Mar do Norte está em estabilidade, há uma complementariedade natural com o aumento de demanda com o Brasil. Então, há muita possibilidade de parceria no segmento de petróleo e gás entre os dois países", disse o embaixador.
Segundo o diplomata, muitas empresas inglesas estão se voltando para o Brasil. No dia 10 de maio, será realizado um seminário de petróleo e gás em Aberdeen, na Escócia, onde está instalado importante porto do Mar do Norte, no qual a Petrobras terá importante participação, para discutir o assunto com empresas do setor.
Empresas como a anglo-holandesa Shell, a British Petroleum (BP) e a British Gas (BG) - menor, se comparada às outras duas companhias - estão aprimorando a relação comercial com o Brasil. "Shell e BP, por exemplo, já possuem investimentos importantes na área de biocombustíveis no país", disse.
A BG está montando seu centro de pesquisa global no Brasil e ajuda no programa Ciência sem Fronteiras. "Além disso, há um empenho muito grande de empresas como a Rolls-Royce, que atuam em petróleo e gás", disse Jaguaribe. Recentemente, a Rolls-Royce informou ter planos de investir US$ 200 milhões entre 2012 e 2013 em projetos ligados ao pré-sal. A empresa deverá ampliar a unidade de São Bernardo do Campo (SP) para fazer manutenção de turbinas de conjuntos de geração de energia usados em plataformas de petróleo.
Apesar da forte importância econômica do pré-sal para o Brasil, há iniciativas privadas em outros setores que olham o Brasil com potencial fonte de investimentos, como biotecnologia e inovação, energia tradicional, turbinas para hidrelétricas, entre outros.
Ex-presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) no governo Lula, Jaguaribe foi nomeado embaixador em Londres no início de 2010. Filho do intelectual e ex-ministro Hélio Jaguaribe, o diplomata também esteve encarregado das negociações com a África e a Ásia, prioridades da Presidência da República.
Mesmo afastado há alguns anos da área de inovação, Jaguaribe afirmou que esse segmento, sobretudo o farmacêutico, é de grande interesse bilateral. "Estamos fazendo esforço para identificar mecanismos para ampliar a interface do Brasil com o Reino Unido."
"O Brasil tem capacidade enorme para melhorar sua competência nesse segmento porque tem base tecnológica razoável, base científica ainda melhor, um mercado enorme, com capacidade de expandir significativamente. Além disso, tem políticas públicas, compras governamentais, uma série de instrumentos de grande relevância para ativar com consistência o setor farmacêutico, permitindo, ao meu juízo, que possa ter um elenco inovador importante", afirmou.
O Brasil, na década de 70, buscou fazer uma política industrial permitindo que companhias nacionais copiassem o que havia de mais moderno. "Mas não basta fazer isso. Para fazer uma política adequada, tem que movimentar uma multiplicidade de instrumentos. A mera legislação de propriedade industrial, seja no sentido de acabar com as patentes para permitir as cópias, ou no sentido inverso - de promover muitas patentes, incentivar algumas pesquisas -, nada disso é suficiente. Ela tem que ser acoplada com uma multiplicidade de outros instrumentos dirigidos diretamente."
Jaguaribe disse ser a favor de que o Brasil busque importantes parceiros tecnológicos fora, criação de joint ventures nacionais e parcerias com capital estrangeiro voltadas para fazer uso do grande mercado brasileiro. "Tudo isso em um esquema de competição aberto com outros fornecedores que possam aparecer."
A farmacêutica britânica GlaxoSmithKline (GSK), que já tem presença no Brasil, quer ampliar a participação. Além de gigantes da área, o embaixador observou que pequenas empresas tecnológicas podem ampliar essa relação, pois são muito promissoras, não apenas no mercado farmacêutico, mas também nos setores de nutrientes e vitaminas, por exemplo.
Os ingleses, segundo Jaguaribe, têm passado por uma experiência de transição importante, de um país essencialmente de manufaturas gerais para serviços sofisticados, ampliando muito o uso das indústrias criativas. Eles buscam integrar indústria e pesquisa. "Isso é um dos elementos que, não só no segmento farmacêutico, mas em todas as áreas de produção no Brasil são deficientes, menos na agricultura, onde a pesquisa está muito associada à produção."
Outro ponto seria unificar as demandas de inovação em uma única pasta. "No Reino Unido, há um ministério responsável por ciência e tecnologia, capacitação de pessoal e indústria e comércio. No Brasil, é um pouco disperso [agora a pasta de Ciência e Tecnologia foi integrada à Inovação]. Muitas coisas ainda dependem, por exemplo, do Ministério da Fazenda. Ainda temos muita coisa para fazer."
Jaguaribe citou os sistemas de "catapultas" no Reino Unido, que são centros financiados, integralmente ou em parte, pelo governo, voltados para tecnologias prioritárias para atender demandas específicas da indústria. Esse programa permite que as empresas invistam e demandem tecnologia sem ter um custo fixo relevante associado a isso.

Fonte: Valor Econômico
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Gigante alemã de Jundiaí foca agora no pré-sal



Centro de Pesquisa e interação com universidade vão fomentar os investimentos da Siemens na cidadeFÁBIO PESCARINI
São nos gigantescos galpões da Siemens em Jundiaí que nasce combustível suficiente para impulsionar o futuro macroeconômico do Brasil. Pode soar como trocadilho infame usar  essa palavra em um setor da multinacional de origem alemã exclusivo para área de energia, mas não é. A empresa centralizou um de seus principais focos na exploração de petróleo na camada de pré-sal.
Esse mar de oportunidade de investimentos no Brasil deixou uma comitiva formada por 70 alemães boquiaberta no começo da tarde desta terça-feira na unidade de Jundiaí.
De acordo com Paulo César Beshini, principal executivo da Siemens jundiaiense, a unidade vai interagir diretamente com o centro de pesquisa em construção no Rio de Janeiro para desenvolvimento de novas tecnologias voltadas à área de óleo e gás – o outro parceiro é a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Ou seja, toda tecnologia desenvolvida no centro de estudos, que custará US$ 50 milhões, será colocada em prática na fábrica jundiaiense para a geração de energia na exploração de petróleo, ramo em que a unidade é uma das referências no país – está presente em todas as plataformas de petróleo.
“Estamos preocupados com a geração de energia para o futuro”, afirma o executivo. Para chegar fundo na exploração petrolífera na camada do pré-sal, a Siemens vem de duas expansões seguidas em Jundiaí – a última foi inaugurada no ano passado, para o setor de média voltagem, e a penúltima, em 2007, teve a visita do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passou a dar nome à rampa de acesso ao auditório da empresa.
Atualmente, a Siemens conta com cerca de 2,2 mil empregados na planta de Jundiaí. Em seus quase 200 mil metros quadrados de área, são 20 construções, entre pequenos e gigantescos galpões para a produção de equipamentos voltados à produção energética, em um contraste de impressionar até altos executivos alemães, entre os minúsculos componentes e monstruosos transformadores que costumam precisar de aparato especial para serem transportados até o Norte do país quando estão prontos.
Energia limpa /Outro ramo que vem ganhando destaque nos investimentos da empresa em Jundiaí é o de desenvolvimento de energia verde, de acordo com o executivo, para a fabricação de equipamentos que usam óleo vegetal ou transformadores a seco que não explodem (e desta forma, evitam contaminar ainda mais a camada de ozônio).
Assim como no Pré-Sal, a Siemens mantém um grupo de desenvolvimento exclusivo para a área de tecnologia verde. “O Brasil é referência”, afirma Beshini.
O investimento é certeiro, aposta, tanto para o mercado interno quanto ao internacional. “O país está chegando no mesmo nível dos europeus em preocupação ambiental”, acredita.
E parece contradição: nas orientações para visitantes e funcionários há um pedido para que não se use aparelhos eletrônicos desnecessariamente. “Economize energia”, diz o texto. Nos galpões da maior exportadora da cidade nascem ideias globalizadas, tão verdes quanto os dólares que arrecada para o município.

No fim, bom papo acaba em futebol e carrões
Na recepção da empresa no Distrito Industrial de Jundiaí, o visitante recebe um folder com a história da fábrica e dicas de conduta no seu interior. Totalmente em inglês. Afinal, o português é falado no chão de fábrica, mas os negócios gerados pela Siemens são feitos para serem entendidos em países como Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Paquistão, Qatar, Dubai...
Os Estados Unidos seguem como principal cliente da unidade da Siemens em Jundiaí. E a diversidade do portfólio produzido por aqui proporcionou que a indústria, em meio às crises norte-americana e europeia, aumentasse em 130% o volume exportado no ano passado em relação a 2010 – o valor comercializado passou de US$ 46,3 milhões para  US$ 106,7 milhões, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
São números como esses e uma outra lista de oportunidades de negócios no Brasil, tanto em investimentos para suprir a carência de infraestrutura e energia, quanto a eventos que o país vai promover, que passam da Rio+20 (em maio próximo) até o pódio olímpico de 2016, que deixaram a comitiva alemã empolgada com o passeio pela fábrica.
No total, três ônibus desembarcaram alemães e executivos da multinacional para a visita que, entre outros, contou com o primeiro-ministro da Baviera, Horst Seehofer, e o CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark.
Mais do que uma troca de gentilezas e de camisas de futebol (Seehofer ganhou uma da seleção brasileira e presenteou Stark com uma do Bayern de Munique), espera-se a geração de novos negócios – a Alemanha foi o principal importador europeu dos produtos de Jundiaí no ano passado, com um total de US$ 17,5 milhões gastos aqui.
E o encontro de ontem foi um golaço. “Acho que podemos competir com as exportações brasileiras em apenas uma coisa, o futebol”, disse o primeiro-ministro da Bavária em discurso (traduzido, em um dos raros momentos em que se falou português na visita de ontem) a trabalhadores da empresa. E para provar que não era brincadeira, chamou ao seu lado o ex-lateral esquerdo Paul Breitner, campeão do mundo com a seleção alemã em 1974, revelado e hoje embaixador mundial do Bayern.
Seehofer fez a comitiva interromper o passo quando viu dois utilitários esportivos alemães estacionados no meio do seu caminho: um da BMW e outro da Audi. Parou para ser fotografado entre os dois. Assim como nós, carrões e futebol também encantam estes alemães.

Fonte: Bom dia Jundiaí
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terça-feira, 10 de abril de 2012

VIDEO - ASPECTOS TÉCNICOS DA PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO E GÁS(PARTE II DE VII)


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Obama diz que o país pretende ser comprador do petróleo do pré-sal



Washington (EUA) — Os Estados Unidos vão direcionar a bussóla comercial com o Brasil nos próximos anos para a área de energia. O presidente norte-americano, Barack Obama, concentrou a maior parte de seu discurso de segunda-feira (09/04), nesse tema, especialmente em um momento em que o petróleo dispara em meio à queda da demanda. “Temos muitas oportunidades de cooperação na área de energia. O Brasil tem rios extraordinários e uma infinidade de reservas naturais. Vamos fazer um trabalho muito grande de cooperação na área energética”, destacou Obama no discurso ao lado da presidente Dilma Rousseff na Casa Branca.
Os dois discutiram os progressos do acordo na área de energia firmado em março na visita de Obama ao país. “O Brasil é um líder incontestável em termos de biocombustíveis e também é um ator mundial na questão de gás e petróleo. Os EUA esperam não ser apenas um grande freguês, mas também queremos cooperar de forma muito ampla no setor energético”, afirmou.
Obama diz que o país pretende ser comprador do petróleo do pré-salWashington (EUA) — Os Estados Unidos vão direcionar a bussóla comercial com o Brasil nos próximos anos para a área de energia. O presidente norte-americano, Barack Obama, concentrou a maior parte de seu discurso de ontem nesse tema, especialmente em um momento em que o petróleo dispara em meio à queda da demanda. “Temos muitas oportunidades de cooperação na área de energia. O Brasil tem rios extraordinários e uma infinidade de reservas naturais. Vamos fazer um trabalho muito grande de cooperação na área energética”, destacou Obama no discurso ao lado da presidente Dilma Rousseff na Casa Branca.
Os dois discutiram os progressos do acordo na área de energia firmado em março na visita de Obama ao país. “O Brasil é um líder incontestável em termos de biocombustíveis e também é um ator mundial na questão de gás e petróleo. Os EUA esperam não ser apenas um grande freguês, mas também queremos cooperar de forma muito ampla no setor energético”, afirmou.

Fonte: O Rio Branco
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Indústria do petróleo está de olho em engenheiros químicos


São Paulo – O aquecimento da indústria de petróleo e gás puxa demanda por profissionais formados em engenharia química. E faltam profissionais que tenham uma visão global do negócio como um todo.
“Desde a perfuração dos poços de petróleo até o trabalho nas refinarias, as funções dos engenheiros químicos se dividem em elaborar fluídos para estabilizar as condições da perfuração, criar meios para tratar o petróleo durante a produção e acompanhar todos os procedimentos de refinamento do produto final”, enumera Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos, especializada em recrutamento para o setor de óleo e gás.
Por atuar em todos as etapas de produção, o engenheiro químico que atua no setor precisa ter conhecimentos em administração e logística, além de geologia. “Ele deve entender o comportamento da matéria prima para desenvolver novas metodologias de extração e produção”, diz a especialista.
Inglês fluente e domínio de ferramentas de programação também são novas exigências do setor. “Ele precisa entender de linguagem de programação para ajudar no desenvolvimento de softwares específicos para a área”, afirma Denise.
Fonte: Exame por (Talita Abrantes)
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ANP: há boas chances de descobrir petróleo e gás no Norte e no Nordeste





O Norte e Nordeste do Brasil podem se tornar grandes produtores de petróleo e gás natural, de acordo com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard. Ela esteve no Senado na terça-feira (10/04) para apresentar ao presidente José Sarney as perspectivas de exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil nas áreas não licitadas.
Segundo ela, são boas as perspectivas de descobrir gás no interior do país. "Estamos muito otimistas em relação ao potencial exploratório do Brasil e achamos que esse potencial vai muito além do pré-sal. O país tem espaço para exploração e produção de petróleo e gás natural também no seu interior, nos estados do Nordeste e também nessa margem equatorial que vai do Rio Grande do Norte até o Amapá", disse a diretora.
Segundo Magda Chambriard, as informações fazem parte de estudo geológico e geofísico elaborado pela ANP. Ela também assinalou que recentes descobertas de reservas de petróleo na costa da Guiana Francesa reforçam a esperança de novas descobertas no litoral brasileiro.
Chevron
Questionada sobre as conclusões da Agência Nacional do Petróleo no episódio dos vazamentos ocorridos no Campo do Frade, na Bacia de Campos (RJ), em novembro de 2011, Magda Chambriard confirmou que o relatório elaborado pela ANP aponta irregularidades cometidas pela empresa nas atividades de exploração de petróleo na região.
A diretora, no entanto, não especificou as irregularidades apontadas para não prejudicar o processo administrativo.
"Sem dúvida nenhuma a Chevron deu causa a esse acidente. As nuances dessa causa preferimos divulgar depois. Está em fase de contraditório, de ampla defesa", disse.
Sobre o segundo vazamento, ocorrido em março, na mesma região, a diretora da ANP explicou que a iinvestigação ainda não foi concluída pela ANP, mas afirmou que a hipótese mais provável é de que o episódio tenha relação com o primeiro vazamento.

Fonte: Jornal do Brasil
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Terminologia Offshore - LETRA K


Letra K

KEEL COOLER - RESFRIADOR DE QUILHA - Sistema de resfriamento da água usada na refrigeração dos motores principais de uma embarcação, estanque, por meio de serpentina no fundo do casco submerso.
KELLY / GRIEF STEM - CONJUNTO DE LIGAÇÃO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO AO TORNEL - É uma seção de tubulação, quadrada ou hexagonal, de aproximadamente 10,7 m de comprimento, aparafusada na parte superior de uma coluna de perfuração, por sua vez sustentada pelo tornel (veja SWIVEL) suspenso pelo gancho principal do moitão móvel.
KELLY BUSHING - CONJUNTO MOTRIZ DA UNIÃO - É um conjunto motriz que transmite movimento giratório ao kelly (veja KELLY) da mesa rotativa (plataforma giratória) e também permite ao kelly ser abaixado ou elevado no seu comprimento total, tanto em movimento ou parado.
KELLY COCK - TORNEIRA DE EMERGÊNCIA - É uma torneira colocada no topo do kelly (veja KELLY) e do tornel, para proporcionar meio de estancar qualquer fluxo de fluido do poço, através da coluna de perfuração, durante situação de emergência.
KENTER JOINING SHACKLE (kenter link) - ELO “KENTER” - Tipo de elo usado para a união de dois comprimentos de amarra.
KEY SEAT - RANHURA - É uma ranhura na parede do poço que pode causar dificuldades na retirada da coluna, pelo fato de uma broca ou ferramenta ficar presa à esta.
KICK - JATO DE GÁS - Jato descontrolado de gás para a atmosfera sem ignição.
KILLING A WELL - PARALISAÇÃO DO POÇO - É a operação de se controlar um poço que se encontra fora de controle, ou de se encher de lama o poço inteiro para controlar a pressão do reservatório.
KNOWLEDGE BOX - CAIXA DE SABEDORIA - Escrivaninha no escritório do perfurador no piso da plataforma.
KNUCKLE JOINT - JUNTA DE ARTICULAÇÃO - É uma ferramenta para perfuração direcional, colocada na coluna de perfuração e controlada por pressão hidráulica da circulação de lama, para armar a broca ou ferramenta, a um determinado ângulo dentro do poço.
KORT NOZZLE - TUBO “KORT” - Tubulão que envolve o hélice para direcionar sua corrente de descarga. Foi desenvolvido para melhorar a tração, fazendo-o em até 30%.
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