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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Statoil Takes Stake Offshore Ghana



Statoil has entered its first acreage in Ghana, farming into a deepwater license operated by Hess.
The Deepwater Tano/Cape Three Points (DWT/CTP) license was awarded to Hess Corporation (Hess) in 2006 and lies just south of the license containing the Jubilee field offshore Ghana.
Two wells have already been drilled in the DWT/CTP license with a third well, Hickory North-1, underway. The result from this well is expected within the end of second quarter of this year.
"This gives Statoil access to a large license in an emerging hydrocarbon province and the opportunity to participate in an area with high impact potential together with an experienced operator. It fits well with Statoil's strategy of early access in promising regions and our continued international expansion," said Pål Haremo, senior vice president for Exploration global new ventures in Statoil.
Hess operates the 811 square miles (2,100 square kilometers) license with a 90 percent working interest and carries Ghana National Petroleum Corporation's (GNPC) costs through the exploration phase for the remaining 10 percent. Statoil will assume a 35 percent working interest in the license and carry a proportional share of GNPC's interest, amounting to a total paying interest of 38.89 percent. Hess retains a 55 percent working interest and GNPC its 10 percent carried interest.
Statoil will pay a capped promote on the on-going Hickory North-1 well. The well is being drilled by the drillship Stena DrillMAX.
The deal will be effective from January 1, 2012 and is subject to final approval by the Ghanaian authorities.
Source: RIGZONE
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Relatório sobre royalties do petróleo beneficia municípios produtores



Texto apresentado por deputado retira recursos de estados produtores
O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) apresentou na terça-feira (24/04) uma versão preliminar para o relatório do projeto de lei que altera a distribuição dos royalties e da participação especial na exploração do petróleo marítimo, em tramitação na Câmara. O texto proposto ampliou os recursos destinados aos municípios produtores e reduziu a arrecadação dos estados produtores.
O texto, preliminar, será novamente debatido pela Câmara de Negociação no dia 8 de maio. Ainda não há previsão para votação de uma proposta final na Câmara dos Deputados.
O relatório altera o texto aprovado pelo Senado em outubro do ano passado, reduzindo de 20% para 11% o percentual dos royalties destinados aos estados produtores. Já o percentual destinado aos municípios produtores subiu de 4% para os mesmos 11%. Hoje, os estados produtores recebem 26,25% dos royalties.
"Nós estamos trabalhando dentro da situação política da nossa Câmara dos Deputados. O que nós estamos buscando aqui é um projeto que não faça um arrasa-quarteirão com os estados confrontantes [produtores]", defendeu Zarattini.
Zarattini deu uma nova redação à proposta feita pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), que estabelece uma garantia mínima de receitas para para os municípios e estados produtores, além dos municípios afetados pelas operações de embarque e desembarque de produtos relativos à exploração.
Negociação
O texto foi discutido por Zarattini com integrantes de uma Câmara de Negociação criada pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para tratar do assunto. A comissão é majoritariamente composta por deputados de estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os deputados, no entanto, criticaram diferentes aspectos do texto, desde a distribuição focada nos municípios - e que poderia prejudicar os estados - até o critério de distribuição dos recursos.
O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), por exemplo, não descarta apresentar na votação do projeto alteração que preveja a distribuição dos recursos por um critério de população, e não baseado no chamado Fundo de Participação dos Estados (FPE), que leva em conta a renda per capita de forma inversa, ou seja, destina mais recursos aos estados mais pobres. Isto poderia rachar a maioria existente hoje, e que apoia a proposta de distribuição atual.

Fonte: Midia News
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Prioridade da Petrobrás é o pré-sal, afirma Graça Foster



A presidente da empresa disse que considera a legítima a necessidade da Argentina, mas destacou que os planos da empresa são outros
Depois de receber o pedido da Argentina para que elevasse os investimentos no país, a Petrobrás anunciou nessa quarta-feira, 25/04, que o pré-sal é a prioridade. A presidente da empresa, Maria das Graças Foster, disse que considera a legítima a necessidade do país vizinho, mas que não não se deve "colocar todos os ovos na mesma cesta".
Na última sexta-feira, o ministro do Planejamento e Investimentos Públicos da Argentina, Julio de Vido, pediu à executiva uma elevação dos atuais US$ 500 milhões investidos pela companhia por ano.
Em audiência na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, ela afirmou que a Petrobrás tem "muito interesse" nos campos de terra na Argentina, sobretudo em bacias sedimentares, onde há a possibilidade de haver gás natural.
Graça reiterou que a companhia "buscará seus direitos" junto às autoridades da Província de Neuquém, que suspenderam no início do mês uma licença de exploração da companhia na região. A Petrobrás alega ter cumprido o programa de exploração dessa licença. Autoridades federais do país vizinho tentam reverter essa decisão.
Ela aproveitou para mandar um recado cifrado: "Não rasgaremos contratos, como acontece em outros países. Ou seja, é seguro investir em petróleo e energia no Brasil".

Fonte: Primeira Edição
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Petrobras: recorde histórico de investimentos em 2012


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A instabilidade internacional não tem prejudicado os investimentos da Petrobras. De acordo com a presidente da estatal, Graça Foster, a previsão de investimentos da empresa para 2012 será a maior da história e deverá chegar a R$ 88 bilhões. O cálculo apresentado por ela, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, leva em consideração um preço médio do barril de petróleo de US$ 130.

A estatal trabalha com um cenário em que o preço do barril em 2012 atinja, no máximo, esse preço médio [US$ 130]. “Trabalhamos [atualmente] com [custo de] US$ 119 o barril. Garanto a vocês que o não repasse para o preço até este momento não tem minimizado a nossa capacidade de investimento. A conjuntura de preços internacionais não tem afetado a capacidade de investimento da Petrobras”, disse.

Para a executiva, valores altos são muito ruins para o desenvolvimento das economias. "A Petrobras abastece o Brasil praticamente em 100%. Chega a 98% [para ser precisa]. É impossível a gente não repassar, para os preços futuros, esses patamares, caso o brent cresça nas proporções que são apresentadas por alguns previsores. Existem, no entanto, outros previsores com o petróleo custando até US$ 100”, acrescentou.

Entre os investimentos, está a compra de sondas produzidas pela indústria nacional. “Atualmente, todas as sondas que usamos são importadas, e muitas delas têm chegado com atraso”, explicou. “Teremos as primeiras sondas nacionais entrando em operação a partir de 2016. Todas com conteúdo local variando entre 55% e 65%”. A previsão inicial da estatal é adquirir 33 novas sondas com essas características, além de outras 40 que deverão ser contratadas até o fim deste ano para atender a demanda nacional.


Investimentos na Argentina continuarão

Graça Foster afirmou que a estatal pretende continuar investindo na Argentina, apesar da iniciativa portenha de expropriar 51% das ações da empresa petrolífera YPF, administrada pela espanhola Repsol.

“Chamamos a atenção para o fato de que a Petrobras quer continuar investindo na Argentina”, disse Foster durante audiência pública na Câmara dos Deputados. Ela, no entanto, não quis tecer comentários “sobre o modelo tomado” pelo governo. Foster disse que a estatal brasileira “é apenas uma operadora” naquele país.

Apesar de não citar nominalmente a Argentina, a presidente das Petrobras aproveitou a oportunidade para tranquilizar eventuais investidores preocupados de que o Brasil siga o exemplo de outras nações latino-americanas, como a própria Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador que estatizaram empresas do setor petrolífero. “Não rasgaremos contratos, como acontece em outros países. É seguro investir em petróleo e energia no Brasil”, garantiu.

Fonte: TN Petróleo
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Pre-Salt Tech 2012 reúne experts em águas ultraprofundas no RJ


O Pre-Salt Tech 2012, que debaterá os desafios tecnológicos e de serviços apresentados pela exploração e produção no pré-sal, acontece nos dias 26 e 27 de abril, no JW Marriott, em Copacabana. O evento conta com apoio institucional da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP).

Além de representantes sêniores das grandes operadoras, estarão presentes também diretores das maiores organizações do setor, instituições chave de pesquisa e desenvolvimento, bem como fornecedores globais de tecnologia e serviços engajados na criação das novas tecnologias que irão dominar esse mercado nos próximos anos.


Fórum prático

Propondo uma abordagem objetiva do tema através de palestras técnicas e estratégicas de profissionais e instituições globais, o Pre-Salt Tech 2012 vai rever a jornada do pré-sal até então e aprofundar-se em temas como perfuração de poços em águas ultraprofundas, produção subsea, corrosão, novos materiais, segurança operacional e muito mais.

“O Pre-Salt Tech 2012 está reunindo profissionais para os quais o pré-sal já é uma realidade”, enfatiza o gerente do evento, Vitor Munaier. “Serão deixadas de lado as especulações que cercam o tema com o objetivo de oferecer uma experiência de networking e aprendizado focada, prática e, acima de tudo, relevante".

As inscrições devem ser feitas pelo site do fórum: www.presalttech.com

Fonte: TN Petróleo
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OGX declara comercialidade da acumulação de Waikiki na Bacia de Campos



Rio de Janeiro, 25 de abril de 2012 - A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a Declaração de Comercialidade da acumulação de Waikiki, cuja nova denominação proposta é Campo de Tubarão Martelo, contida nos blocos BM-C-39 e BM-C-40, em águas rasas da Bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação nesses blocos. Esta é a primeira declaração de comercialidade da companhia na Bacia de Campos.
“Esse anúncio marca o início da fase de Declarações de Comercialidade da OGX na Bacia de Campos após uma intensa e bem sucedida campanha de exploração e de delimitação ao longo dos dois últimos anos, que nos trouxe maior entendimento da região e nos faz avançar para a fase de produção da Companhia”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral e de Exploração da OGX. “Continuaremos focados na campanha exploratória para novas áreas e na execução de nossos projetos em busca do menor tempo entre a descoberta e o primeiro óleo, maximizando a geração de caixa de curto e médio prazos”, adicionou Mendonça.
O Plano de Desenvolvimento (PD) está sendo finalizado e será apresentado em breve à ANP. A OGX estima um volume total recuperável de 285 milhões de barris de petróleo deste campo ao longo do período de concessão da fase de produção.
A acumulação de Waikiki foi descoberta através do poço pioneiro 1-OGX-25-RJS, em dezembro de 2010, e deverá entrar em produção já no segundo semestre de 2013. O conceito de produção do Complexo de Waikiki, do qual o Campo de Tubarão Martelo faz parte, contempla as unidades de produção FPSO OSX-3 e WHP-2, que se encontram em construção pela Modec e Techint, respectivamente.
Sobre a OGX
A OGX é a maior companhia independente de exploração e produção de óleo e gás natural da América Latina e é parte do Grupo EBX, que atua há mais de 30 anos nos setores de infraestrutura e recursos naturais. A empresa atualmente realiza a maior campanha exploratória privada do Brasil e possui recursos potenciais estimados em 10,8 bilhões de barris de petróleo equivalente. Seu portfólio diversificado e de alto potencial é composto de 35 concessões, a maior parte localizada em águas rasas brasileiras. Também possui blocos em terra no Brasil e na Colômbia. Para mais informações visite o sitewww.ogx.com.br.

Fonte: Insight - Olívia Vicente
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Macaé aposta em um novo terminal marítimo




O Município norte fluminense, conhecido como a “capital do petróleo brasileiro” está disposto a implantar mais um terminal marítimo na cidade
Um dos desejos do prefeito que administra uma cidade é impulsionar o desenvolvimento econômico com geração de empregos diretos e indiretos. No caso de Macaé, o prefeito peemedebista Riverton Mussi, espera alcançar novos patamares realizando a implantação de um novo terminal marítimo, localizado no município norte fluminense. Semana passada, executivos do Terminal de Logística Integrada de Macaé (Terlom) e os parlamentares sentaram para conversar sobre o projeto, que faz parte da diretriz de crescimento econômico do projeto “Planejando Macaé”.
“A economia do município poderá ganhar fôlego em diversos setores com um empreendimento deste porte e dentro da parceria com a prefeitura está à realização, por parte do Terminal de Logística Integrada, de cursos de capacitação para a população local”, ressaltou o prefeito.
Presente nas reuniões, o diretor do Terlom, Luiz Alberto Hinrichsen, fez uma análise do projeto e disse que o novo empreendimento terá quatro unidades de negócios. “Os primeiros são Terminal Portuário e retroáreas para movimentação e armazenagem (Tepor); Terminal Portuário com quatro piers, com quatro berços cada para atracação de supply boats, totalizando 16 berços de atracação; retroárea com movimentação e armazenagem”, finalizou o diretor. A profundidade do projeto é de oito metros, recebendo Supply’s de até 6000 DWT. Já o comprimento acostável - dois berços de 90 metros, totalizando 180 metros – também está previsto, além da atracação nos dois lados do píer.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cliton da Silva Santos, a expectativa é enorme, pois o novo porto poderá oferecer uma nova dinâmica no desenvolvimento da cidade. “O empreendimento deverá trazer trabalho e renda para a região norte do município, onde há grande aglomeração populacional, que precisa desses incentivos que o Terlom oferece através de cursos de qualificação”, disse o secretário.
Fonte: NN
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