javascript:; F Petróleo Infonet

segunda-feira, 21 de maio de 2012

VAGA OFFSHORE


PetroCrew ..


Mestre de Cabotagem

A PetroCrew recruta para seu Cliente, Multinacional no segmento de perfuração:

Mestre de Cabotagem (Bosun)
Experiência mínima de 4 anos na Função (comprovada em CTPS)
Documentações de competência da Marinha.
Para atuar em Plataforma 14 x 14
Empresa oferece ótimo salário e benefícios.

Os profissionais interessados devem seguir as instruções abaixo com muita atenção:
Enviar o Curriculum em Formato Word em Português e em Inglês e também os Certificados solicitados;
Colocar no campo ASSUNTO o nome da função que está se candidatando;
Informar sua pretensão salarial e disponibilidade para entrevista e início das atividades;
Aguardar contato via telefone ou e-mail.

E-mail para envio de Curriculum: contato@petrocrew.com.br
Leia mais...

VAGA OFFSHORE




Operador de Guindaste - Nível III


A PetroCrew recruta para seu Cliente, Multinacional no segmento de perfuração:

Operador de Guindaste – Nível III
NIVEL III Sparrows BSM
Necessário: que todos os cursos e certificados estejam dentro da validade; Curso de operador de guindaste nível III da Sparrows BSM; CBSP; HUET; CESS; OP-NIVEL III.
Plataforma 14 x 14
Empresa oferece ótimo salário e benefícios.

Os profissionais interessados devem seguir as instruções abaixo com muita atenção: 
Enviar o Curriculum em Formato Word em Português e em Inglês;
Colocar no campo ASSUNTO o nome da função que está se candidatando;
Informar sua pretensão salarial e disponibilidade para entrevista e início das atividades;
Aguardar contato via telefone ou e-mail.

E-mail para envio de Curriculum: contato@petrocrew.com.br
Leia mais...

Saipem Lands More Than $1.1B in E&C Offshore Contracts



Saipem has been awarded new E&C Offshore contracts in Russia and the North Sea worth over $1.1 billion.
In Russia, Saipem signed a lump sum EPCI contract with LUKOIL-Nizhnevolzhskneft (a wholly-owned LUKOIL subsidiary), for two export pipelines connecting the riser block in the Vladimir Filanovsky offshore field, in the Northern Caspian Sea, to the onshore shut-off valves, located approximately 6 to 12 miles (10 to 20 kilometers) from the coast, in the Russian Kalmyk Republic.
The scope of work comprises the engineering, procurement, fabrication and installation of a 22-inch diameter and 71 mile-long (114-kilometer long) oil pipeline, and of a 28-inch diameter and 71 mile-long (114-kilometer long) gas pipeline, in a maximum water depth of 20 feet (6 meters), along with related onshore pipelines of 6 to 12 miles (10 to 20 kilometers) respectively. Offshore activities will mainly be performed by the pipelay barge Castoro 12 and by the trenching vessel Castoro 16 in different phases between 2013 and 2015.
The project is particularly challenging due to harsh environmental and operating conditions, such as sea-icing during the winter and extremely-shallow water-depths. Saipem will leverage its distinctive experience at frontiers and, in particular, its skills developed during the execution of the Kashagan project, on the Kazakh side of the Caspian Sea.
Furthermore, Saipem has been awarded new contracts by several clients in the North Sea.
Among these, Saipem signed a lump sum EPCI contract with Dong E&P in Denmark, for a gas export pipeline and an oil export pipeline in the Hejre field, located approximately 186 miles (300 kilometers) off the Western Danish coast.
The scope of work includes the engineering, procurement, fabrication and installation of a gas export pipeline of 15 miles (24 kilometers) and a 12-inch diameter, in a water depth of 226 feet (69 meters) and of an oil export pipeline of 56 miles (90 kilometers) and a 10-inch diameter, in a water depth of 131 feet (40 meters), connecting the field to an offshore platform. The offshore activities will be performed between the second and third quarter of 2014.
Source : RIGZONE
Leia mais...

Atraso de estaleiro adia em um ano a operação de plataforma




DO RIO - A entrada em operação da plataforma P-55, da Petrobras, será adiada em um ano por causa do atraso na entrega pelo EAS (Estaleiro Atlântico Sul), de Pernambuco.
A plataforma terá capacidade para produzir 180 mil barris diários de petróleo.
De acordo com o o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli, a produção da plataforma, que seria iniciada no final deste ano, foi transferida para o final de 2013.
A plataforma P-55, que será instalada no campo de Roncador, na bacia de Campos, teve o casco construído no EAS. Está sendo finalizada no estaleiro do Rio Grande, no Rio Grande do Sul.
NAVIO
O EAS também atrasou em dois anos a finalização do navio João Cândido, com entrega prevista para a Petrobras para o próximo dia 25.

Fonte: Folha de São Paulo
Leia mais...

Petrobras terá 20 sondas em operação no pré-sal até o fim deste ano



SÃO PAULO - Até o final do ano a Petrobras (PETR3, PETR4) deverá ter 20 sondas em funcionamento no polo pré-sal da Bacia de Santos, divulgou a empresa em teleconferência com analistas na quinta-feira (17/05). Atualmente, são 13 sondas no local.
Dessa forma, segundo Almir Barbassa, diretor de relações com investidores da petrolífera, a empresa terá 40 sondas apenas para as águas ultraprofundas até o fim deste ano.
"Todas elas trabalharão no nosso processo de exploração e produção e já dará um grande suporte para o crescimento da produção futura do pré-sal", frisou o diretor, o qual também ressaltou que esses projetos serão atualizados no plano de negócios para os próximos anos, a ser divulgado até agosto deste ano.
Fonte: Info Money
Leia mais...

Lupatech aposta no aumento de capital para reverter crise




Em meio a uma crise que já dura mais de três anos, a Lupatech sinaliza para o mercado com metas de recuperação. A fornecedora de equipamentos e serviços para o setor de gás e petróleo aposta suas fichas na operação de aumento de capital em andamento, que pode chegar a R$ 700 milhões, e na incorporação da San Antonio Brasil.
Em teleconferência realizada na quinta-feira, (17/05), com analistas, o presidente da empresa, Alexandre Monteiro, disse que a meta é fechar 2013 com Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 170 milhões e receita líquida de R$ 1,2 bilhão. Em 2011, a Lupatech teve R$ 62,22 milhões de Ebitda e receita de R$ 574 milhões.
No primeiro trimestre, a companhia registrou avanço de 11% da receita líquida na comparação com os três primeiros meses de 2011, para R$ 134 milhões, mas foi praticamente o único número que evoluiu. O Ebitda caiu 41% na mesma base de comparação, para R$ 9,5 milhões, e o prejuízo líquido no período foi de R$ 69 milhões ante prejuízo de R$ 8,9 milhões no primeiro trimestre de 2011. Na avaliação do presidente, foi um começo de ano "bastante duro" e as dificuldades ainda se arrastam. Em abril, foram cancelados dois contratos de prestação de serviços para a Petrobras, que somavam US$ 779 milhões até 2015.
Neste mês, a empresa elegeu um novo conselho de administração, com maioria dos membros independentes. A Lupatech pretende ganhar eficiência também a partir de sinergias com a San Antonio. Segundo Monteiro, em 2013 os ganhos com a junção das operações serão de R$ 4 milhões e, em 2014, saltarão para R$ 19 milhões.
A racionalização da estrutura de gestão, aliada ao aumento de capital e à expansão em portfólio na área de petróleo e gás sustentam o otimismo em relação ao futuro. Na semana passada, o presidente havia dito que a San Antonio tem potencial para gerar incremento de Ebitda de cerca de R$ 30 milhões nos 12 meses seguintes à conclusão da incorporação, prevista para ocorrer até junho.
Questionado por analistas sobre a margem Ebitda (medida pela relação do Ebitda com a receita líquida), Monteiro espera ver o índice se recuperar nos próximos anos, a um patamar acima dos 20%. Até 2008, a Lupatech obteve, anualmente, margens Ebitda que giravam entre 25% e 30%. No entanto, desde que os problemas financeiros se agravaram, com encomendas adiadas e crescente endividamento, a margem caiu para 14% em 2009, 11,7% em 2010 e 11% em 2011. No primeiro trimestre, foi de 13%.
O endividamento total ficou contido, mas ainda cresceu 3% nos primeiros três meses do ano, em relação ao patamar observado em dezembro. Ao fim de 2011, estava R$ 1,284 bilhão e alcançou R$ 1,324 bilhão em março. A direção justificou o aumento para atender à necessidade de capital de giro.
Fonte: Valor Econômico
Leia mais...

Maersk aporta US$ 6,5 bilhões no Brasil



Companhia dinamarquesa cresce nas áreas de petróleo e gás e tenta recuperar rentabilidade no mercado de armadores.
O dinamarquês Robbert Van Trooijen morou no Brasil na década de 1990, atuando na área de transporte marítimo.
De volta em 2011, no comando dos negócios da Maersk Line, armadora do grupo dinamarquês A.P Moller-Maersk, ele afirma que nunca imaginaria ver carros coreanos e chineses circulando pelo país.
Por isso, hoje não duvida que mesmo os sérios gargalos de infraestrutura serão resolvidos em pouco tempo. Esse otimismo está alinhado com os investimentos do grupo no país. "O Brasil é um dos poucos países que tem todas as unidades de negócios da empresa", diz.
O grupo dinamarquês está investindo US$ 8,3 bilhões na América Latina nas áreas de portos logística e petróleo. Mas a maior parte dos recursos, US$6,5 bilhões, têm como destino o mercado brasileiro.
Só Trooijen é responsável por US$ 2,2 bilhões que estão sendo aplicados na construção de 16 navios de carga, adaptados às especificidades dos portos brasileiros, que não têm profundidade suficiente para receber os navios convencionais da companhia.
No ano passado, oito embarcações Sammax (South American Max), com capacidade de transporte de 7.500 TEUs (o que equivale a 7,5 mil contêineres de vinte pés, ou 6 metros de comprimento). Os outros navios chegam até o fim de 2013.
Trooijen afirma que apesar dos investimentos, a área de transporte marítimo vem passando por uma queda de rentabilidade em todo o mundo. "Acredito que chegou o momento dos armadores participarem mais do crescimento no Brasil", afirma o executivo.
Por isso, paralelamente aos aportes, a empresa está aumentando em 30% o valor dos fretes e estuda cancelar duas rotas deficitárias no país. A Maersk Line vem sendo afetada pelo aumento do preço do barril do petróleo, que teve alta de 14,7% no primeiro trimestre para US$ 122,9.
Segundo cálculos da empresa, no entanto, os preços dos combustíveis subiram 250% em cinco anos, enquanto as tarifas praticadas tiveram queda de 10% no período, por conta da disputa no mercado.
O grupo fechou o primeiro trimestre com prejuízo mundial de US$ 599 milhões na unidade de transporte marítimo.
Por isso, vai repetir a estratégia de aumentar tarifas e rever rotas em outros mercados. A companhia espera que os negócios fechem 2012 com resultado negativo ou, no máximo, no zero a zero, segundo balanço do período. No Brasil, Trooijen garante que vai reverter o cenário.

Fonte: Brasil Econômico
Leia mais...



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...