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segunda-feira, 11 de junho de 2012

GE Oil & Gas investe US$32 milhões em ampliação de unidade em Macaé



A GE anunciou hoje a conclusão das obras de ampliação de sua localidade em Macaé (RJ). No total, foram investidos US$32 milhões, triplicando o tamanho das instalações. A unidade será a mais moderna da companhia destinada a produção submarina (subsea) em todo o mundo. Com a expansão, o quadro de funcionários aumentou em 150%.

Segundo João Geraldo Ferreira, presidente da GE Oil & Gas para a América, a unidade de Macaé, que atenderá a América Latina, será dedicada aos mercados de perduração e subsea vai oferecer serviços de instalação, inspeção, manutenção e operação de equipamentos no campo. 

Ferreira, afirmou que apesar da crise financeira mundial estar atingindo a dinâmica do mercado global, a GE não modificará seus planos de investimentos para regiões com potencial, como a América Latina e a Austrália. No Brasil, a a companhia mantém a estratégia de crescimento.

"O investimento em Macaé faz parte dessa estratégia. O pré-sal trouxe para o Brasil um potencial expressivo de negócios na cadeia produtiva de petróleo e gás. A GE, em resposta às demandas do mercado, amplia sua atuação para atender à clientela de forma ainda mais ágil e completa", disse o presidente da GE.

GE em Macaé

A unidade foi fundada em julho de 2001 e possui tecnologia para inspeção, conserto, manutenção, peças sobressalentes, ferramentas para aluguel, serviços de campo e fabricação de tubulares para revestimentos de poços. Também é responsável pelo reparo geral de bens de equipamento de perfuração, sistemas de produção submarina e de cabeça de poço submarino, aluguel de ferramentas para sistemas de cabeça de poço, módulo de controle submarino e BOP - Blowout Preventer – equipamento utilizado para vedar, controlar e monitorar os poços de petróleo e gás.

Com a expansão, novos equipamentos e tecnologias foram trazidos para a unidade, que tem área total de 91 mil m². Em Macaé, a GE Oil & Gas construiu quatro bunkers para testes em alta pressão. Nesse local são executados testes em equipamentos utilizando pressão de até 5000Psi.  Além disso, foi construído um poço de medição a gás para realização de testes hidrostáticos para garantir que o equipamento não possui nenhum vazamento. Essas avaliações são realizadas com gás nitrogênio em pressões de até 22000Psi, aplicando os mais rigorosos padrões de segurança durante a aplicação dos testes. Todo o monitoramento é feito utilizando um Veículo de Operação Remota – ROV, Remotely Operated Vehicle – um veículo subaquático, controlado remotamente, que permite a observação e a execução de tarefas sem a presença do operador no poço, fazendo com precisão a inspeção de equipamentos submarinos (subsea), como as ávores de natal.

Outras soluções também estão presentes, como máquinas de comando numérico, que tem capacidade de usinar de modo automático peças que pesam até seis toneladas, proporcionando ainda mais exatidão na execução dos serviços, e a Sala Limpa, estrutura que permitirá que sejam feitas montagens de alta precisão em Macaé, evitando assim o deslocamento para outros estados.

Fonte: TN Petróleo


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Techint planeja polo offshore na região do Pontal do Paraná


Desde o ano passado, uma área de 100 mil metros quadrados está prevista para ser cedida à multinacional italiana de construção de plataformas e estruturas de exploração de petróleo Techint, dentro do terminal público de Barão de Teffé do Porto de Antonina, como um espaço de apoio às atividades da unidade de Pontal do Paraná.

A expectativa do município em relação à instalação da unidade é grande. “A estimativa é pela geração de até 1,5 mil postos de trabalho, que podem mudar a cara de Antonina e dar o pontapé no que imaginamos ser a vocação atual da área portuária da cidade: a de apoio aos serviços de construção e manutenção de exploração offshore do pré-sal”, explica o prefeito, Carlos Augusto Machado. Segundo ele, o município não tem esperanças de retomar o trabalho portuário no mesmo ritmo de Paranaguá, mas de se tornar uma plataforma de serviços.

“No fim de 2011 começamos os trâmites para o licenciamento ambiental da área. Nossa esperança é usá-la para este contrato [construção de duas “jaquetas”, estruturas de sustentação de plataformas fixas, para OSX Brasil, até 2013]. Para isso imaginamos a geração de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento. Nosso sonho é de dar a partida para a criação de um polo offshore em Antonina”, explica o superintendente de Desenvolvimento de Negócios da Techint, Luís Guilherme de Sá.

A Techint possui o estaleiro de Pontal há mais de 30 anos, mas a última vez que a empresa utilizou o local foi entre 2005 e 2006, quando entregou à Petrobras uma jaqueta de 6,3 mil toneladas. Na ocasião, a operação empregou cerca de 1,5 mil pessoas. O investimento para a modernização e ampliação da unidade de Pontal – de 160 mil para 200 mil metros quadrados – é de R$ 300 milhões. As obras civis estão praticamente acabadas e a construção das plataformas deve começar em breve.

Além da construção de plataformas, a empresa pensa em usar Pontal e Antonina para produzir módulos para navios FPSOs, embarcações que ficam ancoradas em alto-mar e fazem o primeiro processamento do petróleo antes de trazer o produto à costa. Cada montagem de um navio assim leva entre um e dois anos. O alvo no momento é a Petrobras, que abriu licitações para oito FPSOs.

EMPREGOS

A Techint estima criar de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento em Antonina, assim que começar as atividades no Barão de Teffé.

Fonte: Gazeta do Povo (PR)

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Trelleborg aposta no mercado brasileiro

Trelleborg Offshore

A Trelleborg Offshore, fornecedora de tecnologias e soluções baseadas em polímeros, abrirá sua primeira fábrica no país em setembro, de olho no aquecimento da indústria petrolífera brasileira. Localizada em Macaé (RJ), a nova unidade vai produzir soluções em polímero para atividades de exploração em superfície e subsea. 

Com o investimento, a Trelleborg se torna a primeira empresa do setor a ter instalações voltadas para óleo e gás na região, segundo a própria companhia. 

De acordo com um estudo encomendado pela fornecedora, 70% dos futuros investimentos na indústria offshore de óleo e gás se dará fora dos EUA, sendo o Brasil o segundo destino mais provável para futuros investimentos em projetos no setor.
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Carência de engenheiros no Brasil é a maior em 30 anos




Os cerca de 40 mil engenheiros formados anualmente no Brasil não serão suficientes para atender à demanda de 300 mil profissionais da área necessários para obras e investimentos  previstos para os próximos cinco anos, como os da Copa do Mundo, das Olimpíadas, do PAC e do petróleo do pré-sal.
De acordo com levantamento da Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), publicado no jornal Folha de S. Paulo deste domingo, a categoria tem piso salarial de R$ 5.600 mil e tem grandes perspectivas de crescimento para os próximos anos. Um cenário bastante diferente de 30 anos atrás, como no caso de um engenheiro formado que, por não encontrar emprego, abriu uma barraca de sucos nos anos 80.
A carreira, porém, enfrenta o problema de evasão de alunos durante o curso, que dura no mínimo 5 anos. "Algo entre 40% e 50% dos alunos abandonam o curso, que é longo e difícil", disse, ao jornal, Guilherme Melo, 55, diretor de engenharias, ciências exatas, humanas e sociais do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
A dificuldade não espanta novos interessados, que percebem o aquecimento do mercado: este ano, o curso de engenharia civil da USP São Carlos desbancou o de medicina no primeiro lugar do ranking de cursos mais concorridos da Fuvest, com 52,27 candidatos por vaga. As empresas públicas e privadas não apenas encontram dificuldades para contratar jovens profissionais como também especialistas sênior. Um levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostra que dos cerca de 10 mil doutores formados por ano, apenas 10% são da área.

Fonte: Jornal do Brasil
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Dinheiro do pré-sal some em Maricá cidade fluminense



 Maricá

Reportagem de VEJA revela que, mais do que o prefeito petista, são apadrinhados de José Dirceu quem dão as cartas em Maricá, município que enriqueceu por estar na rota das novas descobertas petrolíferas
Com pouco menos de 130.000 habitantes, o município de Maricá, a 60 quilômetros do Rio de Janeiro, faz parte de um punhado de localidades fluminenses que enriqueceram de repente por um capricho da natureza: está na rota do pré-sal. Por obra e graça da exploração de petróleo, o orçamento municipal de 200 milhões de reais teve, só nos primeiros três meses deste ano, um acréscimo de 35 milhões relativos a sua fatia dos 100.000 barris extraídos do campo de Tupi, rebatizado de Lula. É uma pequena fração de uma bolada que, nos cálculos mais otimistas, pode beneficiar os cofres maricaenses em até 1 bilhão de reais nos próximos anos. Como prova do reposicionamento de Maricá na ordem de interesses, um dos principais caciques do PT, José Dirceu, visitou a cidade pelo menos duas vezes desde a posse do prefeito petista Washington Siqueira, o Quaquá, em 2009. Em franca preparação para a reeleição, Quaquá vem espalhando pelo município cartazes de obras milionárias. Os milhões têm saído dos cofres da prefeitura, não há dúvida, mas a cidade pouco tem se beneficiado deles. Nesses três anos e meio, Quaquá e sua turma passaram a ser alvo de 21 processos e cinquenta inquéritos. No rol de abusos, o beabá da cartilha da corrupção: improbidade administrativa, danos ao Erário, prevaricação, peculato, abuso de poder econômico, superfaturamento, contratação de empresas-fantasma - maracutaias que podem ter feito evaporar do caixa oficial cerca de 150 milhões de reais.
Ao montar sua máquina administrativa, Quaquá convocou duas pessoas de fora. Uma é Marcelo Sereno, ex-assessor dele mesmo, José Dirceu, nos tempos em que era ministro da Casa Civil. Em 2010, Sereno assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo de Maricá no lugar de Aleksander Santos, político local que, por sinal, enquanto esteve no cargo, também se aproximou de Dirceu, passando a usar essa relação como cartão de visita nos contatos que fazia. Gostava até de expor em redes sociais fotos desse convívio. Sereno se afastou em abril, para concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores do Rio, mas seus tentáculos na política maricaense continuam firmes. Outro laço do chefão petista no município é com Maria Helena Alves Oliveira, a secretária executiva e de Administração, que tem no currículo cargos semelhantes, sempre por indicação de Dirceu, nas prefeituras de Nova Iguaçu e Manaus. Até Lurian, a filha do ex-presidente Lula, hoje funcionária da prefeitura de São José dos Campos, no interior de São Paulo, já prestigiou Maricá: esteve lá no Carnaval e, três meses depois, foi até agraciada com o título de cidadã maricaense.

A CANETA É DELA - Maria Helena, a outra amiga de Dirceu em Maricá: sua assinatura aparece em vários dos contratos irregulares
Na cidade, todo mundo sabe: são os apadrinhados de Dirceu, muito mais do que o próprio Quaquá, que realmente dão as cartas. Várias pessoas relatam ter ouvido de Sereno, por mais de uma vez: “Quem manda lá é a gente”. Boa parte dos contratos sob investigação da Justiça leva a assinatura da secretária Maria Helena. Um deles trata dos gastos com locação de veículos - o processo em curso aponta problemas em contratos que somam 18 milhões de reais. Um terço dessa quantia destinou-se à Lumar Locadora de Transportes Ltda., que tem sede no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a 100 quilômetros de Maricá. No endereço visitado por VEJA, funciona uma pequena loja de material de construção. Quem responde pela Lumar é Rosana Francisco de Moura Correia, que por breve período foi gerente da Subsecretaria Executiva de Projetos Especiais de Maricá. A prefeitura afirma que já cancelou o negócio. Dois outros contratos suspeitos pairam sobre uma única estrada, a de Itaipuaçu. Um deles é alvo de um processo no qual a Promotoria de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania pede a devolução de 11 milhões aos cofres públicos. No outro contrato, a gastança foi maior: 23 milhões de reais. Quem trafega pela estrada vê que a obra não passou de maquiagem, e muito malfeita: trechos asfaltados há pouco mais de um mês já apresentam buracos e não se vê indício dos prometidos corredores de escoamento de chuvas, das calçadas e pontos de ônibus que constam do projeto. Na área da educação, o alvo de vários inquéritos por improbidade é o gasto com a construção de escolas, em valores sempre próximos de 1 milhão de reais. O projeto mais recente, da Escola Carlos Magno Legentil de Mattos, no centro da cidade, prevê que as seis salas e uma quadra poliesportiva custem 930.000 reais - o dobro, no mínimo, do orçamento para uma obra desse porte.
Enquanto Quaquá e sua administração se enrolam nas contas públicas, Maricá, a suposta beneficiária dos milhões em royalties, continua a ter serviços públicos abaixo da crítica: 80% das casas sem água encanada, o terceiro pior município do estado na área da saúde, transporte público precário. É comum que moradores caminhem 6 quilômetros até um posto médico e não sejam atendidos. “No mês passado a pediatra estava de férias. Hoje está doente. A verdade é que nunca tem ninguém para atender”, relata Cintia Falcão, 23 anos, mãe de um menino de 1 ano e meio que precisa de uma cirurgia no pé. O dinheiro do petróleo deveria ser, mas não é, garantia de progresso. Pelos cálculos mais otimistas, as reservas do pré-sal podem alcançar 100 bilhões de barris, que, ao preço de hoje, chegariam a 600 bilhões de reais em royalties. No estado do Rio, 87 dos 92 municípios já recebem esses royalties, e em volume cada vez maior: foram 2 bilhões de reais em todo o ano de 2010 - e 1,2 bilhão só no primeiro trimestre deste ano. Mesmo assim, e apenas para ficar em dois exemplos, Guapimirim (50.000 habitantes, 20 milhões de reais em royalties no primeiro trimestre) e Rio das Ostras (105.000 habitantes e quase 80 milhões de reais) amargam, respectivamente, a última colocação e o oitavo pior lugar no indicador de qualidade do Sistema Único de Saúde do estado - um retrato irretocável do atraso. Para onde vão tantos milhões? Em Maricá, processos e inquéritos em profusão falam por si mesmos: para melhorar a vida dos cidadãos é que não é.
Fonte: Veja
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Chemtech vence licitação para projeto pioneiro da Petrobras



A Chemtech, uma das empresas mais inovadoras do país, venceu uma licitação da Petrobras para implantação do Projeto SHAR (Sistema Hidráulico para Acionamento Remoto) para acionamento remoto de válvulas manuais submarinas. O sistema permite dispensar o uso de mergulhadores no trabalho de acionamento das válvulas, reduzindo riscos e acelerando o processo de exploração de petróleo, o que acarretará, ainda, em economia à empresa. A previsão de entrega é janeiro de 2013 e, depois disso, o sistema será levado ao mercado mundial.

 

Segundo o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Chemtech, Roberto Leite, essa é a primeira vez que a Petrobras utilizará um sistema como esse com a finalidade de comando em suas operações. “O sistema serve não apenas para abrir e fechar válvulas, mas também é uma boa ferramenta para captura de dados, o que no pré-sal, por exemplo, até hoje não tinha sido feito”, diz.

Fonte: TN Petróleo
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Citra do Brasil aposta na comercialização de equipamentos do pré-sal

 

Com o pré-sal, a estimativa é de que até o ano de 2020 a produção de petróleo deverá triplicar no país, passando de 2,3 milhões de barris por dia para 6,1 milhões, e para alcançar esses números será necessário aumentar também a quantidade de plataformas. Atenta a essa oportunidade do mercado e de olho no sistema de cabos de ancoragem, a Citra do Brasil, empresa nacional que atua na comercialização de tecnologias locais e internacionais para otimizar processos nas empresas e indústrias, traz para o país os cabos de aço da indiana Usha Martin, reconhecida mundialmente pela atuação nos setores de liga de alto carbono e aços especiais. 

 

“O crescimento do setor está atraindo a atenção de empresas de todo o mundo e a nossa proposta é realizar parcerias que contribuirão com o desenvolvimento do país. Queremos levar as melhores tecnologias para companhias como a Petrobras, por exemplo, que já divulgou que entre os anos de 2012 e 2013 deverá iniciar a produção de quatro unidades do pré-sal e investirá cerca de US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões em cada uma”, explica Wagner Moraes, diretor da Citra do Brasil. 

 

Para apresentar a tecnologia, a Citra trouxe para o país PK Jain, CEO da Usha Martin, que divulgou o exclusivo sistema de cabos de aço para empresas de grande porte. Com rigorosos testes de qualidade para garantir a segurança, um dos diferenciais de seus produtos está na forma de produção do aço, que além de ser desenvolvido de acordo com os padrões internacionais, passa por diversos processos de fundição contínua. Em casos específicos, os produtos são desenvolvidos sob medida, com durabilidade e resistência elaboradas de acordo com o projeto de cada organização. “Acompanhado dos executivos da Citra do Brasil, visitamos grandes empresas e identificamos inúmeras oportunidades de negócios. Enxergamos a nossa parceria com a Citra como uma chance de fortalecermos a nossa marca no país”, define o gestor da empresa indiana.

Fonte: TN Petróleo

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