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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Petrobras anuncia hoje o novo Plano Estratégico




Investimentos da Companhia para o período 2012/2016 devem girar em torno de R$ 224 bilhões
Um corte substancial nos investimentos relacionados a área de Abastecimento e Refino adiou o anúncio do novo Plano de Negócios da Petrobras para o período 2012/16. Segundo o jornal Valor Econômico, o novo Plano Estratégico da Companhia deve ser divulgado hoje (14) por meio de um fato relevante. De acordo com o jornal, os investimentos para os próximos anos podem até ficar alinhado com o do ano anterior, que previa US$ 224,7 bilhões para o período 2011/15.
Quando foi empossada ao cargo de presidente da estatal e depois do anúncio do Plano Brasil Maior, pelo governo Dilma, Graça Foster já vinha esperando a pressão por parte do governo federal para que antecipasse a aprovação dos investimentos para estimular a economia do País.  De acordo com fontes ligadas à Companhia, a presidente Foster, vinha realizando na última semana reuniões a portas fechadas com diretores de cada área para discutir o montante das contas.
De acordo com o jornal Valor, se houver um aumento no valor dos combustíveis de 15%, isso reduziria significativamente a necessidade de recursos para novos investimentos, desta forma, a necessidade de captações de recursos e os níveis de endividamento seriam menores. A gasolina e o óleo diesel respondem por cerca de 65% da receita da companhia. Ontem (13) o governo, liderado pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão descartou qualquer possibilidade de reajuste no preço da gasolina. “Nós não cedemos a pressão de reajustar quando o preço do petróleo subiu, e agora não há mais está pressão, enfatizou Lobão. Graça Foster reafirmou ontem  em um programa de  televisão, que os preços dos combustíveis “estão mantidos”.
Os investimentos desta vez serão divididos por etapas – anteriormente a Petrobras apresentava todos os investimentos necessários para um projeto, mesmo que as fases do mesmo não estivessem detalhadas internamente. No atual cenário, ainda não ficou esclarecido se a nova apresentação dos projetos - feita por etapas - fará com que o investimento pareça menor. O que não muda é o foco na área de exploração e produção do petróleo, que continua recebendo cerca de 70% dos recursos da companhia.
Produção no mês de abril
A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras em abril, no Brasil e no exterior, foi de 2.551.951 barris de óleo equivalente por dia (boed). Os campos localizados no Brasil produziram, em média, 2.305.378 boed. No exterior, a produção foi de 246.573 boed. Paradas para manutenção de algumas plataformas e seus respectivos sistemas submarinos, assim como a interrupção da produção do campo de Frade, operado pela Chevron, todos na Bacia de Campos, contribuíram para a redução de 32,2 mil barris por dia (1,6%) na produção nacional, em relação ao mês anterior.
Fonte; NN
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BSEE to Pay Extra Cost for Inspectors On Board Shell's Alaska Rigs


BSEE to Pay Extra Cost for Inspectors On Board Shell's Alaska Rigs
The Bureau of Safety and Environmental Enforcement (BSEE) will pay the extra cost to have inspectors on board the Kulluk and Noble Discovery drilling rigs, which Shell has proposed to use for its offshore Alaska drilling plans this summer, 24 hours a day, seven days a week to ensure safety, BSEE Director James Watson told reporters in a conference call on Thursday.
Having inspectors on board around the clock is a bit unique, but has been done in the Arctic in the 1980s and 1990s when drilling activity previously took place in the Arctic area. Because of difficulties in transporting inspectors to and from the rigs, the inspectors will stay on board for two to three weeks at a time.
While the agency has had support from Congress and the Obama administration in this particular fiscal year, Watson said that funding for something like this could be hard to get.
"We see it as an opportunity to gather knowledge and will provide a really good experience for the inspectors that are deployed," Watson said, noting that the drilling season for offshore Alaska is fairly short.
The director acknowledged that the funding to pay overtime for inspectors could not be sustained forever, depending on how Arctic oil and gas activity develops in the long-term.
But by that time, there will be more infrastructure for deploying from shore," Watson said.
BSEE has an excellent relationship with the U.S. Coast Guard, Watson said, adding that the Coast Guard District Commander in Seattle has been very involved in the inspections. The Coast Guard's district in Juneau has also made an extra effort to prepare for any type of environmental incident with 200 people trained and ready to respond to a near-shore oil spill.
The capping stack will be tested offshore Portland or Seattle in the same subsea conditions in which drilling would take place, Watson said. Well completion operations will take place before the ice season begins offshore Alaska, so drilling would not be taking place at the same time that ice is present.
Watson spoke with reporters via conference call after completing a visit to the Portland, Ore., shipyard to see Shell's capping stack. The director also met with Shell executives and the crew of the Kulluk, one of two drilling rigs that Shell will use for its offshore Alaska drilling plans.
Inspectors have been aboard both the Kulluk and the Noble Discovery, but have not yet made any decisions on the drilling permits. No specific dates have been set for various tests and inspections for the drilling rigs and capping stack, Watson said.
"We don't have a specific schedule but will keep people informed when tests are concluded," Watson said.
Source: RIGZONE
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

VAGAS OFFSHORE


Nosso cliente é uma multinacional em busca de técnicos ou engenheiros de fluidos de perfuração para se unir a seu time. O candidato trabalhará embarcado no regime 14x14, se reportará ao coordenador de base e será responsável pelo acompanhamento das operações de perfuração no que tange aos fluidos fornecidos por essa empresa. Busca-se pessoas de todos os níveis e tempo de experiência. Será considerado um grande diferencial a realização do curso de fluidos e inglês avançado.

Interessados favor me enviar o cv.
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Shell firma parceria com a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo

 

A Shell Brasil Petróleo anunciou a parceria com a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP), e passa a ser uma das Patrocinadoras Diamante da Associação.

Com o acordo, a empresa britânica quer firmar sua posição de destaque na comunidade técnica e cientifica, apoiando projetos de pesquisa & desenvolvimento, formação de mão de obra especializada etc

Fonte: TN Petróleo
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Statoil compra plataforma de petróleo da Maersk no Brasil



A norueguesa Statoil e a chinesa Sinochem aprovaram a compra da plataforma flutuante de produção e armazenamento de petróleo (FPSO) Peregrino, da dinamarquesa Maersk. A unidade está em produção no campo de Peregrino, na Bacia de Campos, desde o ano passado. O valor da operação não foi revelado.
Após um período de transição de seis meses, a plataforma será operada pela BW Offshore. A empresa foi contratada pela Statoil por cinco anos, com opção de renovação por mais 15 anos. O valor do contrato também não foi divulgado.
Iniciado em 2007, o projeto do FPSO Peregrino consistiu na conversão de um petroleiro em uma plataforma de produção. Segundo a Statoil, foram investidos mais de US$ 1 bilhão no projeto. A unidade, que tem capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris de óleo, produziu mais de 15 milhões de barris durante seu primeiro ano de operação.
Em 2010, a Statoil vendeu 40% do campo de Peregrino para a Sinochem, pelo valor de US$ 3,07 bilhões. A norueguesa é a operadora com 60% de participação.
Fonte: Valor OnLine
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Três bancos devem financiar R$ 90 bi em petróleo e gás




Os três grandes bancos federais, Caixa, BNDES e Banco do Brasil, resolveram financiar projetos ligados à indústria de petróleo e gás no Brasil
Os três grandes bancos federais, Caixa, BNDES e Banco do Brasil, resolveram financiar projetos ligados à indústria de petróleo e gás no Brasil. As três instituições têm carteiras para o setor que somam o montante de R$ 90 bilhões. Para os investimentos foram considerados os projetos em perspectiva, em análise e projetos contratados. A presença das estatais no financiamento do segmento de O&G se dá devido aos investimentos que serão realizados nos próximos anos. O crescimento do setor, levou os bancos a criarem áreas específicas e dedicadas a atender a indústria petrolífera.
De acordo com a chefe do departamento de gás e petróleo e bens de capital do BNDES, Priscila Branquinho, o banco prevê desembolsar cerca de R$ 34 bilhões para o setor e que R$ 25 bilhões já estão contratados. Os valores consideram financiamentos a estaleiros, petroleiros, embarcações de apoio, transporte e distribuição de gás e refino. "É uma carteira bastante firme e a perspectiva é contratar este ano os projetos que ainda faltam, R$ 9 bilhões, de um total de R$ 34 bilhões", disse Priscila ao jornal Valor Econômico.
Segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de atacado e negócios internacionais do BB, a carteira do banco para o setor de O&G somava até o fim do primeiro trimestre, a quantia de R$ 25,2 bilhões. O Banco do Brasil também criou uma equipe especializada para atuar em petróleo e gás dentro da área de atacado do setor.
" Estamos focados em financiamento de projetos, capital de giro e investimentos, além da prestação de garantias, subscrição de títulos de valores mobiliários, petroquímica e distribuição de combustíveis, entre outras operações. O Banco do Brasil trabalha com a perspectiva de contratar este ano R$ 14 bilhões em projetos com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), fonte de financiamento de longo prazo", disse Caffarelli.
A Caixa, também firmou carteira no setor de petróleo e gás, somando R$ 30 bilhões, informou o gerente regional da Caixa, Antonio Gil. Esse projeto financia  os setores de óleo e gás, geração de energia elétrica - incluindo pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e térmicas. "A Caixa tem condição de contratar e desembolsar esses valores (R$ 20 bilhões) este ano", disse  Antonio Gil.
Conforme a superintendente regional do setor de petróleo, gás e investimentos da Caixa, Eugênia Regina de Melo, o objetivo do banco é ser referência no crédito para o setor. A Caixa estima que a contratação de financiamentos para a indústria petrolífera atinja este ano R$ 20 bilhões, quase o dobro do registrado em 2011, de R$ 10,5 bilhões. 
Fonte: NN 
Foto: Divulgação
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

PETROBRAS BATE RECORDE DE PRODUÇÃO EM SUAS REFINARIAS NO BRASIL


A Petrobras informa que alcançou, no dia 7 de junho, recorde de produção em suas refinarias no Brasil, o que contribui para reduzir as importações de derivados. Foram processados 2.029.021 barris/dia de petróleo, superando o recorde anterior de 2.020.200 barris/dia de petróleo alcançado em 3/7/2010.
Para obter essa marca, buscou-se a máxima eficiência operacional, aproveitando-se todas as oportunidades para aumentar a carga processada, dentro dos limites dos equipamentos e sistemas das refinarias. Foram respeitadas todas as diretrizes de confiabilidade operacional das instalações e os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da Companhia.
Destaca-se, ainda, como um dos aspectos importantes, que esse resultado foi alcançado com a atuação integrada das áreas de Refino e Logística da Petrobras.
Fonte: Petrobras
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