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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Chevron sells interest in Wheatstone to TEPCO



SAN RAMON, California – Chevron Corp.’s Australian subsidiary has signed agreements with Tokyo Electric Power Co. for TEPCO to acquire from Chevron 10% interest in Wheatstone gas field licenses and 8% interest in the Wheatstone gas processing facilities. TEPCO also will buy an additional 400,000 tons/year of LNG from the project.
Wheatstone will be one of Australia’s largest projects. It will consist of two liquefied natural gas trains with a combined capacity of 8.9 MTPA and a domestic gas plant.
This agreement does not involve Wheatstone participants Apache Energy or KUFPEC.
Source: Offshore
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Petróleo das águas do Brasil interessam à China


A China quer aumentar sua participação em blocos exploratórios em mar no Brasil e aguarda uma nova rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O CEO da estatal chinesa Sinopec, Fu Chengyu, afirmou que a petroleira elevará os investimentos no Brasil e já tem clara a estratégia de crescimento: em associação com a Petrobras. Fu garantiu que a companhia chinesa, com investimentos de US$ 12 bilhões no Brasil desde 2004, não será operadora de campos.

“Acreditamos que a parceria é um bom caminho para nós, especialmente com uma companhia local, que entende melhor as regras do governo e as necessidades da sociedade”, afirmou Fu após sessão fechada no fórum de sustentabilidade corporativa da Rio+20.

Recentemente, houve rumores de que a Sinopec seria uma das duas empresas chinesas interessadas em comprar uma fatia da OGX, num negócio que poderia chegar a US$ 7 bilhões. Mas quando perguntado se parceria é principalmente com a Petrobras ou inclui a petroleira do empresário Eike Batista, Fu foi taxativo.

“Principalmente com a Petrobras. A Petrobras é a melhor empresa que conhecemos, acredito que seja nosso melhor parceiro aqui”, afirmou. “Não somos melhores que eles, eles têm um entendimento (do mercado local), então confiamos neles”.

Na área de exploração e produção, a Sinopec (40%) tem uma associação com a espanhola Repsol (60%) na Bacia de Campos e recentemente confirmou grande potencial do campo Pão de Açúcar, com 700 milhões de barris de óleo leve.

No momento, a Sinopec tem 29 funcionários no Brasil dedicados a identificar oportunidades de negócios, estudar as leis locais, o sistema de taxação e regras de conteúdo local. Outras áreas, como refino, petroquímica e distribuição, também estão no radar

A Sinopec já tem parcerias com a Petrobras, mas não em exploração e produção. O gasoduto Cabiúnas-Vitória (ES), por exemplo, com cerca de 300 quilômetros de extensão, foi lançado em 2006, em uma cerimônia realizada com a presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e do embaixador da China no Brasil, Chen Duqing.

RESERVAS

Segundo especialistas, a China busca acesso a reservas de petróleo para garantir o fornecimento futuro. O projeto, de longo prazo, é feito através de suas companhias, quase todas estatais, em várias regiões, incluindo África e América Latina. No Brasil, Fu diz que não há cifras definidas, mas que os US$ 12 bilhões até agora investidos certamente crescerão significativamente.

(Fonte: Diário do Pará/Agência Estado)
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Prominp abre vagas para cursos de qualificação em Macaé



Com o objetivo de contribuir para a formação de mão de obra para atuar no setor de construção civil do segmento de petróleo e gás, o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) oferece 100 vagas para qualificação nas seguintes funções: pedreiro (60 vagas), armador (20 vagas) e eletricista predial (20 vagas).
 
 
A iniciativa envolveu negociações entre as áreas de Gás e Energia e Engenharia da Petrobras e a coordenação do Prominp. As oportunidades estão disponíveis para moradores dos bairros Lagomar, Aeroporto e Engenho da Praia, em Macaé. Contudo, serão aceitas inscrições de residentes em outros bairros do município, desde que sejam áreas de risco social. Bolsas no valor de R$ 300 serão concedidas aos aprovados que estiverem desempregados no período do curso.
 
 
“Este projeto, que tem um olhar diferenciado para as comunidades que estão no entorno dos empreendimentos da Petrobras, visa dar oportunidade para as pessoas que residem nestas áreas”, diz a coordenadora regional do Prominp, Eliete Rosado.
 
 
Para ingressar nos cursos, os interessados devem ter mais de 18 anos, apresentar atestado de saúde no ato da inscrição e nível de escolaridade de acordo com a formação pretendida, além de ser aprovado no teste de seleção. Para as vagas nos cursos de pedreiro e armador, é necessário ter ensino fundamental. Já para eletricista predial, é preciso ter concluído o ensino médio.
 
 
As inscrições vão de 18 a 26 de junho e deverão ser feitas na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Macaé, localizado na Linha Azul. As provas acontecem em 30 de junho, também no Senai. O início dos cursos está previsto para o dia 9 de julho.
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Petrobras enfrenta atrasos na entrega de equipamentos



Um dos obstáculos para o cumprimento de metas de produção da Petrobras nos próximos dois anos é a entrega de equipamentos para desenvolvimento da produção do pré-sal. Na Conferência de Energia promovida pelo banco Credit Suisse em Londres, na quinta-feira, um representante da estatal explicou que a Petrobras enfrenta atrasos na entrega de árvores de natal molhadas e trabalha com adiamento de um ano de toda a programação de entrega das plataformas "replicantes". Esse é o modo como a estatal define as oito FPSOs idênticas destinadas ao pré-sal e cujos cascos serão construídos no complexo naval de Rio Grande (RS), da Engevix.

O problema com as árvores de natal foi confirmado na sexta-feira pela presidente da Petrobras, Graça Foster, depois de participar da abertura do Fórum de Sustentabilidade Corporativa, evento da Rio+20. Graça mencionou o investimento em 2012, de R$ 83,2 bilhões, R$ 11 bilhões maior que o de 2011, e afirmou que a execução depende exclusivamente da capacidade física dos fornecedores, acrescentando que os fabricantes internacionais "devem mais em termos de atraso que os nacionais, diga-se de passagem".

O atraso nesses dois equipamentos essenciais vão interferir nos planos de aumento da produção de petróleo e gás nos campos supergigantes da bacia de Santos, incluindo Lula Nordeste e Cernambi. Emerson Leite, analista do Credit Suisse, disse que a Petrobras informou que trabalha com a possibilidade de um atraso na rampa de produção do pré-sal em 2012 e 2013 principalmente devido ao risco de atraso na entrega das árvores de natal molhadas, encomendadas à norueguesa Aker Solutions. A árvore de natal molhada é um conjunto de conectores e válvulas usado para controlar o fluxo do óleo e gás produzidos ou injetados dentro do reservatório, que é instalado na cabeça do poço.

"As FPSOs desse período [2012-2013] estão no prazo, mas as árvores de natal, especialmente as previstas para 2013, atrasarão e, com isso, a entrada dos poços em produção [também]", explicou Emerson Leite ao Valor.

A Petrobras também informou em Londres que toda a agenda de entrega das replicantes foi adiada em uma ano. Assim, o que estava previsto para 2015 "escorregou" para 2016, o que era previsto para 2016 "escorregou" para 2017 e assim por diante. Ao divulgar as linhas mestras do plano estratégico 2012-2016, que será detalhado apenas na próxima segunda, dia 25, a estatal reduziu em quase 600 mil barris/dia sua meta de produção. No plano anterior se previa 3,070 milhões de barris de óleo e LGN por dia em 2015 e agora a meta de 2016 é de 2,5 milhões de barris diários.

Essa redução na produção e manutenção do orçamento bilionária piorou o humor do mercado. E levou Graça Foster a admitir, na sexta-feira, pela primeira vez desde que assumiu o cargo quatro meses atrás, a necessidade de um reajuste no preço da gasolina e diesel. "É necessário, sim, um reajuste de combustíveis", disse Graça.

"Este ano nós tivemos uma suave queda do brent com uma relevante subida do dólar aos patamares de R$ 2,00 em uma depreciação do real. Nós continuamos com uma defasagem de preço", frisou. Segundo a executiva, a atual defasagem "continua muito próxima" à que existia quando a cotação do brent estava em torno de US$ 125 por barril e o dólar estava valendo entre R$ 1,65 e R$ 1,70.

Analistas ouvidos pelo Valor na semana passada esperam que o reajuste saia ainda esta semana, antes da presidente da Petrobras iniciar um "road show" internacional para apresentação do plano no dia 26 de junho. A avaliação unânime de analistas de grandes bancos de investimento sobre o plano de negócios converge para a necessidade urgente um aumento dos preços dos combustíveis para a nova gestão da companhia recuperar a confiança dos investidores.

Gustavo Gattass, do BTG Pactual, afirma que, sem isso "a Petrobras está em uma colisão clara com seu balanço e é um investimento pouco atraente sob múltiplos pontos de vista". Em uma analogia com adaptações hollywoodianas, Gattass concede ao novo plano da Petrobras o sugestivo título: "Episódio IV, Uma Nova Esperança". A esperança se baseia na expectativas de mudanças com a nova presidência.

Na opinião de Gattass, sem um aumento de preços da ordem de 15%, "as avaliações da Petrobras não são atraentes e seu balanço está em grave risco". Isso mesmo se considerado a hipótese de investimento menor, de US$ 208,7 bilhões prevista no plano estratégico 2012-16, e não a totalidade do plano, que chega a US$ 236,5 bilhões se somados os projetos ainda em fase inicial que devem ser postergados. Gattass avalia que se o investimento for o maior, os ratings de crédito da companhia serão "desintegrados" em 2013.

Em relatório com o sugestivo título "Alguém tem que ceder", o Credit Suisse afirma que metas de produção decrescentes, com aumento no investimento e um real mais fraco não são uma boa combinação para a geração de caixa da Petrobras. "Uma mensagem forte da gestão (mostrando boas intenções) e um aumento dos preços dos combustíveis (mostrando ação) provavelmente seria necessária para mudar a percepção [dos investidores]", diz o relatório do banco.
Fonte: Valor Econômico
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DeepOcean vessel to service Brazil flexible risers


Offshore
HAUGESUND, Norway -- DeepOcean has a contract to repair deepwater flexible risers serving various fields offshore Brazil.
The company is providing a vessel equipped with an A-frame and work ROV to recover to the vessel’s deck flexibles in need of repair. A team from a specialist riser manufacturer will come aboard to implement the repairs.
The Norwegian-based contractor is currently bidding to provide further IRM vessels for projects off Brazil. Over time, the company hopes to replicate here its current arrangement with Statoil in the Norwegian sector, where it is supplying three vessels for IRM/intervention duty on long-term contracts.
One of those jobs involves upgrading the scale squeeze capability on the Edda Fauna vessel for chemical injection downhole to reduce scale build-up on tubing in Statoil’s subsea fields. More routine duties for Statoil include replacing subsea control pods, or manual activation of malfunctioning valves using ROVs.
Another of DeepOcean’s current projects in the North Sea involves supporting an oil pipeline inspection program for a major UK operator. “The pipeline cannot be smart pigged,” says CEO Bart Heijermans, “so we use an ROV to measure the wall thickness with an ultrasonic device in order to validate life extension.”
DeepOcean also provides offshore pipeline trenching via its subsidiary in Darlington, UK, formerly known as CTC Marine.
Although the company mainly trenches flowlines and pipelines in the North Sea region, it recently won a 250-day contract from COOEC to trench around 174 km (108 mi) of a 30-in (76-cm) pipeline for the Liwan field development in the China Sea.
This covers the section of the pipe extending to the production platform in 205 m (672 ft) water depth. For this job, the company’s MSV Volantis vessel is equipped with two ROVs and what it claims is the world’s most powerful jet trenching ROV, the 2.4 MW UT-1.  
This will jet the pipeline down to a depth of 3 m (9.8 ft) into the seabed in one pass. Installation work will start later this year, after the current survey phase has been completed.
Source: Offshore
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

VAGAS OFFSHORE


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Enviar o Curriculum em Formato Word em Português e em Inglês;
Juntamente com o Curriculum, enviar cópia da CIR e demais documentos Marítimos;
Colocar no campo ASSUNTO o nome da função que está se candidatando;
Informar sua pretensão salarial, disponibilidade para entrevista e início das atividades;
Aguardar contato via telefone ou e-mail.

E-mail para envio de Curriculum: contato@petrocrew.com.br
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VIDEO TV Band - Programa Plataforma - 05/05/2012




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