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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Petrobras teme paralisação das atividades da Transocean


A Companhia encaminhou documento à Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), informando os impactos da decisão nas suas atividades de exploração e produção.
28/09/2012
Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras ingressou hoje (28) com um mandado de segurança, na qualidade de terceiro prejudicado, para suspensão de liminar deferida em 31 de julho de 2012 que determinou a paralisação das atividades da Transocean Brasil Ltda (Transocean).
 
A referida liminar decorre da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Publico Federal na Justiça Federal do Rio de Janeiro em face da Chevron Brasil Upstream Frade Ltda (Chevron), Chevron Latin America Marketing LLC e da Transocean, por conta do incidente ocorrido no campo de Frade em 07 de novembro de 2011. A liminar foi deferida em 31 de julho de 2012, determinando que, no prazo de 30 dias, a contar da intimação pessoal da Transocean, fossem suspensas as atividades dessa empresa no Brasil.
 
"Tal decisão gera impactos nas atividades da Companhia, uma vez que implica na paralisação da operação de sete sondas atualmente em atividade, afretadas pela Transocean à Petrobras, além da impossibilidade de entrada em operação de uma sonda adicional já afretada, porém docada", informa o comunicaco.
 
ANP
 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocoustíveis (ANP ) ingressou, em 17 de setembro de 2012, com medida judicial contra a decisão, recurso esse que vinha sendo acompanhado pela Companhia.  Porém, em 27 de setembro de 2012, ocorreu a intimação da Transocean, iniciando a contagem de 30 dias para a paralisação.
 
Essa intimação impõe a imediata tomada de providências por parte da Transocean e da Petrobras para o cumprimento da ordem judicial de paralisação da operação das sondas atualmente afretadas à Petrobras.  Em função das consequências para as suas atividades, a Companhia ingressou com o mandado de segurança para buscar a suspensão imediata dos efeitos da liminar.
 
Em paralelo, a Companhia está analisando medidas alternativas para amenizar os efeitos da liminar em suas atividades de exploração e produção, tais como a contratação de novas sondas no mercado internacional e o remanejamento de outras sondas em operação.
 
 
 
 
Fonte: Macaé Offshore
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Petrolífera Karoon inicia exploração na bacia de Santos



A companhia estima um potencial de até 400 milhões de barris de petróleo em cada um dos três poços brasileiros
01/10/2012
Rio de Janeiro (RJ) - A empresa australiana Karoon vai iniciar a campanha exploratória de seus blocos de petróleo na bacia de Santos no mês de novembro, disse o diretor-geral da companhia para a América do Sul, Tim Hosking.
Hosking afirmou, em entrevista por email à Reuters, que no próximo mês a companhia vai perfurar três poços de exploração utilizando a plataforma Blackford Dolphin. Esta fase tem duração prevista entre 6 e 9 meses, disse ele.
"Sendo bem sucedida esta primeira fase, a Karoon dará início a um plano de avaliação da área com base nas informações levantadas nos poços estudados", informou o executivo.
 
A Karoon possui no Brasil os blocos BM-S 61, 62, 68, 69, 70, localizados a 220 km da costa de Santa Catarina, em lâmina d''''água que varia entre 250m e 450m. A empresa comprou os cinco blocos em 2008, onde detinha 100 por cento de participação. Os blocos possuem 865 quilômetros quadrados. A companhia também tem fatia minoritária em um bloco operado pela Petrobras, também na costa de Santa Catarina.
 
Venda
 
A campanha exploratória da Karoon ganhou força após a venda de participação de 35 por cento em quatro blocos para a canadense Pacific Rubiales, no mês de setembro, no valor de 40 milhões de dólares à vista.
 
O acordo prevê que a Pacif Rubiales financie 210 milhões de dólares relativos aos custos de perfuração dos poços.
 
A Karoon permanecerá operadora dos blocos até o término do programa exploratório em três poços nesses blocos, e a partir daí a Pacific Rubiales terá o direito de requerer a condição de operadora, caso haja acordo entre as partes e aprovação das condições pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
 
Abertura de capital
 
A Karoon cogitou abrir o seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo há dois anos, e chegou a registrar pedido de análise para a venda inicial de ações no Brasil na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em setembro de 2010. O banco Morgan Stanley foi contratado para coordenar a operação. Dois meses depois, em novembro de 2010, a Karoon desistiu do IPO (sigla em inglês para a venda inicial de ações), alegando condições desfavoráveis do mercado financeiro.
 
Segundo disse a empresa na época, levantamentos de capital de petróleo e gás no mercado acionário brasileiro não estavam atendendo às expectativas do mercado, causando alguma hesitação por parte dos investidores.
 
Novos leilões
 
Com relação à possibilidade de participação nos novos leilões de petróleo previstos para 2013, o executivo disse que, "quando as áreas forem anunciadas, a Karoon fará os estudos necessários para, então, tomar alguma decisão".
Ele disse que a companhia tem expectativas de crescimento da no Brasil, "tanto do ponto e vista de negócios como de desenvolvimento geotécnico".
 
 
 
 
Fonte: O Globo
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Brazil Court Partially Lifts Ban on Transocean Operations


Brazil Court Partially Lifts Ban on Transocean Operations
A Brazilian court has overturned a lower court ruling and allowed Transocean Ltd. to continue operations in Brazil, except at the Fradeoil field, the site of an oil spill last November, according to a court document.
The head of the Brazilian superior court of justice, Judge Felix Fischer, accepted part of an appeal by the oil regulator, or ANP, agreeing that to ban Transocean from operating in Brazil would damage the public purse, according to the court document. Judge Fischer had previously turned down an ANP appeal, and again rejected the ANP's other arguments.
A lower court in Rio de Janeiro had banned Transocean and Chevron Corp. from operating in Brazil, in one of the most direct repercussions from a minor oil spill at the offshore Frade field in November 2011. Chevron manages the oil field and Transocean operated the drilling rig were the accident happened.
In a statement, Transocean said the court decision, handed down on Friday, rescinded the ban and allowed all of its rigs to continue operations in Brazil, "except for a single rig in the Campo de Frade field."
"The original injunction was groundless and targeted Transocean unfairly," it said.
Transocean said it has nine other rigs operating in Brazil, working for other customers. Brazil's government-run oil company, Petroleo Brasileiro SA, or Petrobras, has said that it has seven Transocean rigs operating on its fields, while an eighth rig is in dock.
Transocean said it "experienced no interruption of contract revenue from its operations in Brazil which, for the six months ended June 30, 2012, comprised approximately 11% of its consolidated operating revenues."
The company said it will continue to pursue all legal avenues to ensure complete resolution of litigation against it in Brazil.
The STJ, Chevron and the ANP couldn't be reached for comment late Sunday.
The ANP estimated that the government would miss out on revenues of about 6.71 billion Brazilian reais ($3.3 billion) over two years if the firm were to shut down, according to the document.
Chevron shuttered Frade output in March, when a second series of seepages appeared at the field. Transocean, meanwhile, has said its Brazilian rigs accounted for about 11% of its revenue in the first half of 2012.
The court said the only activity Chevron would only be allowed to continue at Frade would be its clean-up efforts. According to the ANP, some 40 barrels of oil per day continue to seep from the seabed at Frade.
The ban also threatened to throw a wrench into Brazil's plans to develop recently discovered ultra-deepwater oil fields known as the subsalt, which are expected to more than double Petrobras's current crude oil output to 4.2 million barrels a day by 2020.
A drilling accident at the Chevron-operated Frade offshore oil field last November saw an estimated 3,700 barrels of crude oil seep from cracks in the seabed. Chevron faces fines from local environmental and oil-industry regulators, while both companies face civil and criminal lawsuits brought by a federal prosecutor.

Source: RIGZONE
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Macaé, RJ, teme impacto de redistribuição dos Royalties



Projeto dos Royalties pode voltar ao Congresso após eleições.
Município pode perder 40% de sua receita.
A presidenta Dilma Rousseff autorizou na terça-feira (18/09) a realização da 11ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios de petróleo, que deverá ocorrer em maio de 2013. Um dos motivos da paralisação das licitações era a incerteza sobre decisão da Nova Lei do Petróleo, que pretende redefinir distribuição dos Royalties. O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão e o Presidente da Câmara, deputado Marcos Maia (PT-RS) anunciaram também nesta terça, a pretensão de aprovar projeto dos Royalties ainda este ano. Em estados e municípios produtores, como Macaé, considerada a capital nacional do petróleo, o poder público teme possíveis mudanças.
Uma das cidades que deverá ter maior impacto, caso aprovada Lei do Petróleo, é o município de Macaé, no Norte Fluminense. Responsável por grande parte da produção e instalação de empresas offshore, a cidade mudou nos últimos 40 anos, fruto da chegada da Petrobras e das demais empresas petrolíferas. Recebe diariamente 50 mil pessoas por dia a mais que a população local, em maioria mão de obra do setor. Municípios vizinhos ainda dependem de muitos serviços oferecidos na cidade, como saúde, educação e mobilidade urbana. Se aprovada a Nova Lei, o município teme as perdas de recursos para a cidade, como também para os municípios próximos. Argumentam que, se estes reduzem o recurso originário da exploração do petróleo, o peso também deverá recair sobre Macaé.
“Uma cidade que vai crescer quase 50% nos próximos quatro anos precisa ter recursos "
Clinton Santos, secretário de Macaé
Para Cliton Santos, alguns serviços como a saúde também é impactada e desproporcional ao número de habitantes. “Atualmente, Macaé tem cerca 206 mil habitantes, segundo o último senso demográfico, com população flutuante de 50 mil. Quase 50% têm plano de saúde, no entanto, a rede hospitalar pública teve no ano de 2011 mais de cinco milhões de procedimentos registrados. Isso deixa muito claro como o sistema de saúde municipal é impactado pela movimentação na região”, justificou Santos. A educação também foi citada. Cliton lembra que a obrigação do município seria com a garantia do ensino fundamental. Mas, com a demanda de qualificação técnica e universitária para dar suporte à indústria do petróleo, a Prefeitura teria arcado com investimentos no ensino básico, técnico e universitário. Em Macaé três instituições de ensino superior pública, duas federais, foram construídas com recursos do município. “Se existir essa perda a cidade vai sentir profundamente. Na proporção normal, as demais que no futuro venham a receber a mínima parte dos recursos, não iriam sentir o peso no que diz respeito ao arrecadado, mas o impacto da perda para as cidades produtoras seria considerável”, acrescentou Cliton.
O secretário municipal de Desenvolvimento ainda lembrou a projeção de crescimento da população local em poucos anos, devido à atividade de extração e produção do petróleo e gás natural. Segundo o IBGE, em 2016, o número de habitantes de Macaé deve chegar a 330 mil, 110 mil a mais do que existe atualmente. “Uma cidade que vai crescer quase 50% nos próximos quatro anos precisa ter recursos para segurar essa massa, que não será originária dos munícipes, mas majoritariamente de pessoas de fora que vêm para trabalhar com o petróleo”, defendeu.
Fonte: O Globo
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Rio Oil & Gas: Indústria une esforços para garantir segurança operacional


Em nível mundial, a questão da segurança motivou a união das principais companhias exploradoras de petróleo

Rio de  Janeiro (RJ) - A reboque da expansão do setor petroleiro, cresce internacionalmente a preocupação com as questões de segurança no setor. No terceiro dia da Rio Oil & Gas, o painel "Novas Fronteiras do Conhecimento na Prevenção, Intervenção e Respostas a Vazamento de Óleo", reuniu especialistas no assunto e contou com a moderação do Presidente do Ibama, Volnei Zannardi.
 
"É significativo o Ibama ser convidado para mediar esse painel - reflete uma situação única, que vem sendo construída há 12 anos, desde a abertura da exploração de petróleo e gás no país. O nosso ambiente regulatório é muito jovem e apresenta evolução incrivelmente rápida. Isso só foi possível graças aos diálogos e ao bom relacionamento entre governo e indústria", comentou Zannardi.
 
Gerente-Geral de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da área de E&P da Petrobras, Humberto Spinola apresentou o Programa Somar (Offshore Safety Reinforcement Program), desenvolvido pela empresa em acordo com o Plano Nacional de Contingência, em fase de aprovação pelo governo federal.  "Antes mesmo de ser aprovado, o plano já é uma realidade, dada a articulação que se deu entre as empresas, a ANP e o governo", disse.
 
Em nível mundial, a questão da segurança motivou a união das principais companhias exploradoras de petróleo. Depois do acidente de Macondo, a OGP (Oil and Gas Producers Association), associação internacional de produtores de petróleo, com 70 membros, criou um grupo para estudar ocorrências e formas de prevenção de acidentes. O trabalho desse grupo resultou na formulação de um acordo internacional de auxílio mútuo, "essencial para a prevenção e solução de grandes acidentes", segundo Spinola.
 
Sobre intervenção e resposta em casos de acidentes falaram os especialistas Keith Lewis, do Subsea Well Response Project (SWRP), projeto que reúne nove grandes empresas, e George Franklin, representante do IPIECA, grupo de resposta a derramamento de petróleo da OGP. "Estamos trabalhando juntos, de ponta a ponta, nos processos de segurança", declarou Franklin.

Fonte: Macaé Offshore
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Rio Oil & Gas: Pré-sal e novas rodadas ampliam os desafios da unitização no Brasil


Com a ampliação dos blocos a serem explorados e o maior número de operadores no País, devem aumentar de acordo entre empresas exploradoras
19/09/2012
 Rio de Janeiro (RJ) - Especialistas da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) listaram,  na Rio Oil & Gas, os principais desafios para a regulamentação das áreas de exploração  compartilhadas. Com a ampliação dos blocos a serem explorados  e o maior número de operadores no País, devem aumentar as situações que configuram unitização, quando  dois blocos distintos, mas contíguos, com jazidas comuns, exigem acordo entre as empresas exploradoras.

O gerente geral da Universidade Petrobras, José Alberto Bucheb, alertou para o surgimento de possíveis questões que vão além do território nacional, envolvendo estados soberanos. Ele exemplificou que já começam a surgir possibilidades de unitização de áreas fronteiriças entre Brasil e Uruguai e Guiana Francesa.

Para Bucheb, as atenções  não se resumem ao pré-sal , mas também às regras relativas à 11ª Rodada, prevista para maio do ano que vem. Um dos pontos mais sensíveis diz respeito ao conteúdo local, que considera como "obrigação indivizível". Ou seja, é preciso definir como as empresas devem fazer as contas e chegar a um denominador comum no caso de uma operadora ter em contrato obrigação de conteúdo local de 70% e a outra, um porcentual menor, como 30%.

Na avaliação de Bucheb, uma das principais questões a serem superadas no novo marco regulatório é a definição das regras especiais para jazidas que se estendem por diferentes sistemas, como concessão ou partilha de produção. Outra questão é a continuidade das operações nas jazidas que se estendem por áreas abertas (não partilhadas e não concedidas), pois poderá ser difícil definir quem vai se responsabilizar pelos estudos e investimentos pré-exploratórios nessas áreas.

Além disso, o papel a ser desempenhado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A) na negociação e acordos de unitização e posterior gestão das operações das áreas unitizadas, segundo previsto no marco regulatório, é considerado sensível e polêmico por Bucheb e também pelo coordenador jurídico de Exploração e Produção da ANP, procurador Olavo Bentes David. Segundo ele, a atribuição de atuar em acordos de unitização iria, a princípio, além das atribuições da PPSA, voltada para a gestão dos contratos de partilha e a comercialização de hidrocarbonetos pela União.

Fonte : Macaé Offshore
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Rio Oil & Gas: Brasil tem potencial para exportar inteligência em engenharia


Encontro mostrou que o cenário é promissor para a engenharia especializada em óleo e gás, mas o sucesso dependerá de muito trabalho a ser realizado
19/09/2012
Rio de Janeiro (RJ) - A inteligência da engenharia brasileira tem potencial para ser exportada, mas é preciso que governo e empresas abracem essa causa. A afirmação de Mauro Viegas filho, presidente da Concremat Engenharia e Tecnologia S.A., foi um dos destaques do painel 'Os desafios dos grandes empreendimentos e a importância da engenharia de projetos no Brasil' realizado na tarde de quarta-feira (19), na Rio Oil & Gas.
 
Conduzido por Elói Fernandez y Fernández, diretor geral da Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), o encontro mostrou que o cenário é promissor para a engenharia especializada em óleo e gás, mas o sucesso dependerá de muito trabalho a ser realizado − principalmente em termos de eficiência, capacitação profissional e aplicação de metodologias de gestão de projetos, como Qualidade Total, EAP, ou Estrutura Analítica de Projeto e curva S.
 
De acordo com Francisco Itzaina, presidente da Rolls-Royce na América Latina, o Brasil é privilegiado nas questões geopolíticas, pois tem recursos abundantes e não sofre com catástrofes naturais, mas precisa avançar em temas como planejamento a longo prazo e criação de uma política industrial de Estado.
 
Já Fernando Barbosa, presidente do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) destacou que a dificuldade de gerenciar grandes projetos de engenharia ligados aos setores de óleo e gás não é exclusividade brasileira, mas que o País tem condições de vencer essas dificuldades se apostar em inovação, novas tecnologias, formação e planejamento."Entretanto, nós precisamos superar gargalos como inflação de custos, baixa produtividade e dificuldades logísticas, que geram atrasos e ineficiências", ressaltou. 
 
José de Figueiredo, diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Petrobras, apontou simplicidade e uniformidade na concepção de projetos, planejamento e investimentos em conteúdo local como elementos essenciais para o sucesso da companhia antes e durante o pré-sal.
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