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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Santos Offshore reunirá executivos do setor de Petroleo e gás



Pela primeira integralmente organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento reunirá mais de 100 expositores
A Santos Offshore Oil & Gas, o principal encontro de negócios da Bacia de Santos, que será realizada entre os dias 16 e 19 de outubro, no Mendes Convention Center, reuniu, na manhã de quinta-feira, 04/10, as principais lideranças das entidades que apoiam e patrocinam o evento, no Mendes Plaza Hotel, em Santos, para falar sobre a feira e as oportunidades que ela irá gerar.
Estiveram presentes os Superintendentes da ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), Alfredo Renault e Bruno Musso, o Gerente Geral da Petrobras Santos, José Luiz Marcusso, o Gerente Geral de Comunicação da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Durval Carvalho de Barros, o Secretário Executivo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo), Evandro Pires, o Gerente do Escritório Regional do SEBRAE-SP da Baixada Santista, Paulo Sérgio, o Diretor do COMPETRO E Diretor Adjunto de Infraestrutura da FIESP, Kalenin Pock Branco e diretores da Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa promotara do evento.
Pela primeira integralmente organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento reunirá mais de 100 expositores entre IOCs (Empresas Petrolíferas Internacionais) e NOCs (Empresas Petrolíferas Nacionais), Drilling Contractors (Empresas de Perfuração), operadores logísticos e de atividades subsea (submarina), fornecedores de máquinas e equipamentos, entidades financiadoras e consultorias.
A feira, que espera receber mais de 10 mil visitantes, se consolida como o maior evento do setor de E&P Offshore do estado de São Paulo e a plataforma definitiva para realizar negócios no pré-sal na Bacia de Santos, para a qual são estimados investimentos de bilhões de dólares para os próximos três anos. A Santos Offshore se posiciona nesse cenário como oportunidade para empresas de todos os tamanhos fazerem parte desse mercado.
Com apoio inédito do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e patrocínio da Petrobras, a Santos Offshore tem o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e Secretaria de Energia do Estado de São Paulo.
Na rota das principais feiras do setor
Em 2011, a Santos Offshore foi adquirida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, maior organizadora nacional e internacional de feiras e eventos e mesma organizadora da World Future Energy Summit (Abu Dhabi – Emirados Árabes), Brasil Offshore (Macaé – Rio de Janeiro) e SPE Offshore Europe (Aberdeen – Escócia), os maiores eventos do segmento no mundo. A Santos Offshore passa a fazer parte da rota dos principais eventos internacionais e na agenda de empresários e grandes compradores internacionais do setor.
Rodada de Negócios segue o modelo de Macaé e estima gerar mais R$ 40 milhões A Santos Offshore terá rodadas de negócios promovidas pelo COMPETRO FIESP/CIESP e SEBRAE-SE e com a metodologia da Organização Nacional da Indústria do Petróleo – ONIP, a mesma utilizada na Brasil Offshore, de Macaé-RJ, possibilitando que empresas de pequeno, médio e grande porte possam apresentar seus produtos e serviços aos representantes da cadeia do setor offshore.
Em 2011, 23 empresas participaram da rodada e movimentaram cerca de R$ 38 milhões em novos negócios. Intensificados pelas demandas por conteúdo local e com a composição da cadeia de fornecedores do setor, os negócios do pré-sal em Santos encontram nas rodadas um catalisador de parcerias, aproximando compradores de fornecedores e favorecendo o desenvolvimento do segmento.
Conferência reunirá Petrobras, BNDS, Caixa Econômica Federal
A Santos Offshore sedia uma conferência que começa na quarta-feira, dia 17, com uma palestra sobre o desenvolvimento do setor Offshore e as implicações para a Bacia de Santos ministrada pelo Gerente Geral da Petrobras Santos, José Luiz Marcusso, com representantes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). A programação segue com a apresentação sobre captação de recursos e financiamento, que terá a presença do Superintendente da Desenvolve São Paulo, Gilberto Fioravante, além de representantes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), da Caixa Econômica Federal e do Programa Progredir, além de instituições privadas de investimento.
Na quinta-feira, dia 18, serão promovidas duas sessões simultâneas, uma com foco nas oportunidades de negócios na Bacia de Santos e outra no desenvolvimento de profissionais para atuarem no setor de E&P Offshore. A primeira terá uma explanação do Programa Brasil Maior, criado pelo MIDC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), e do Plano de Desenvolvimento de Fornecedores, da Petrobras. Já a segunda, voltada para o público jovem, contará com diversas apresentações sobre o campo de trabalho Offshore, demanda de profissionais, treinamento, capacitação e gestão de carreira. Paralelamente, haverá uma rodada de negócios do SEBRAE, com três horas de duração, encerrando as atividades do dia.
Na sexta-feira, dia 19, será a vez dos seminários técnicos de infraestrutura de E&P e Logística, que também ocorrem em duas sessões simultâneas. Em “Desafios & Soluções Tecnológicas para a produção de novos Campos na Bacia de Santos” serão apresentadas técnicas ligadas à ampliação da infraestrutura de E&P para exploração do pré-sal na Bacia de Santos. Já em “Alternativas ao Escoamento da Produção e a Logística de apoio Offshore”, serão discutidos tecnologias, serviços, gargalos e soluções para traslado da produção na região. Além disso, também paralelamente, haverá mais um encontro de negócios, comandada pela ITAESA, com duas horas de duração.
Fonte: Revista Porto SA
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Petroleiros aceitam nova proposta da Petrobras

Categoria suspende indicativo de greve depois de conquistar acordo com a estatal
NNpetro - Júlia Moura 
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus 12 sindicatos de base aceitaram a nova proposta da Petrobras sobre reajuste salarial. O acordo foi firmado na noite de sexta-feira (05). Com isso, a categoria suspendeu o indicativo de greve que estava previsto para a próxima quinta-feira (11).
A nova proposta da Petrobras eleva de 6,5% para 8,16% a remuneração mínima por nível e regime. De acordo com a FUP, além de aumentar o ganho real e o valor do abono proposto, a categoria conseguiu mais um extra turno, pagamento do feriado trabalhado no turno, e avanços nas horas extras dos petroleiros de regime administrativo que atuam nas paradas de manutenção e partidas das novas unidades.
No dia 26 de setembro, os petroleiros paralisaram suas atividades em todo o Brasil durante 24 horas. A greve teve como objetivo pressionar a Petrobras a apresentar uma proposta que contemplasse as principais reivindicações dos petroleiros. A categoria exigia o aumento real de 10% nos salários.
A FUP e seus sindicatos, reunidos no Conselho Deliberativo, avaliaram que a nova proposta da estatal representa um avanço na recomposição dos salários e a ampliação de direitos dos trabalhadores.
No acordo, a Petrobras também propôs aumento do auxílio refeição de R$ 636 para R$ 698, além da elevação da gratificação única equivalente a 1,05 da remuneração normal, excluídas parcelas de caráter eventual, ou R$ 7,2 mil, o que for maior.
Sobre a reivindicação dos petroleiros a respeito do pagamento da participação de lucros e rendimentos, a estatal se comprometeu a buscar um entendimento e manter reuniões de negociação com entidades sindicais.
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Megarreserva do pré-sal atrai GE para mercado de gás natural



A empresa é uma das que anteveem bom potencial de crescimento com a venda de equipamentos para geração de energia termoelétrica a partir do gás
A  perspetiva de produção de gás natural nos próximos anos com a megarreserva do pré-sal tem atraído apostas na geração de energia elétrica mesmo com a atual situação de falta de insumo para esta atividade, em razão de a Petrobras não garantir a entrega desse energético para os leilões de energia nova realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A norte-americana General Electric (GE) é uma das empresas que veem nos próximos anos um bom potencial de crescimento com a venda de equipamentos para  geração de energia termoelétrica a partir do gás natural de forma complementar às fontes renováveis.
A dificuldade atual que investidores têm encontrado para colocar novos projetos de geração de energia por meio de termoelétricas, movidas a gás natural, nos leilões da Aneel  parece não intimidar a GE.
A multinacional aposta em um crescimento dessa fonte de geração nos próximos anos e acredita que a fonte deverá representar uma importante parcela de novos projetos nos próximos anos em toda a América Latina, com destaque para o potencial brasileiro que pode responder por 26% da expansão energética nos próximos anos.
A empresa se baseia nos pedidos que possui em seu portfólio de turbinas em toda a região e que somaram,  em 2011 somente, 2,2 gigawatts (GW) em capacidade instalada. Além disso, prevê uma média anual de pedidos, até 2020, de 1,1 GW no Brasil (1,9 GW na América Latina), como o ocorrido com o último leilão A-3, de 2011, com uma usina da Petrobras com 530 MW e outra da MPX, do empresário Eike Batista, que tem um pedido de cerca de 500 MW com a multinacional norte-americana.
Esse otimismo da companhia é referenciado pelo presidente mundial da divisão de geração térmica da GE, Paul Browning, que aposta não no imediatismo das vendas, mas nos pedidos de médio e longo prazo. “Há dez anos o preço do gás natural nos Estados Unidos era o mesmo que no Brasil, mas com o advento do gás de xisto, o alto volume que chegou ao mercado derrubou o preço  do insumo e agora há sobras desse energético. Aqui no Brasil há o pré-sal e grandes investimentos na produção, inclusive com os terminais de regaseificação da Petrobras, podem trazer uma grande disponibilidade ao mercado nacional.”
A aposta também se embasa na complementariedade de que o sistema elétrico nacional precisa em razão dos últimos projetos hidroelétricos, que têm sido leiloados com a tecnologia chamada a fio d’ água (as que utilizam apenas o fluxo do rio para movimentar  turbinas e com  reservatório muito reduzido), além do alto volume de energia eólica prevista para os próximos anos. Por essa razão e pela imprevisibilidade do tempo, ele diz que o gás natural é a alternativa que pode trazer maior segurança e previsibilidade ao sistema interligado nacional com baixo nivel de emissões.
Fonte: Panorama Brasil
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sábado, 6 de outubro de 2012

Petrolífera Karoon inicia exploração na bacia de Santos



Serão explorados três poços com a utilização da plataforma Blackford Dolphin, com duração prevista entre 6 e 9 meses
A empresa australiana Karoon vai iniciar a campanha exploratória de seus blocos de petróleo na bacia de Santos no mês de novembro, disse o diretor-geral da companhia para a América do Sul, Tim Hosking.
Hosking afirmou, em entrevista por email à Reuters, que no próximo mês a companhia vai perfurar três poços de exploração utilizando a plataforma Blackford Dolphin. Esta fase tem duração prevista entre 6 e 9 meses, disse ele.
A companhia estima um potencial de até 400 milhões de barris de petróleo em cada um dos três poços brasileiros. "Sendo bem sucedida esta primeira fase, a Karoon dará início a um plano de avaliação da área com base nas informações levantadas nos poços estudados", informou o executivo.
A Karoon possui no Brasil os blocos BM-S 61, 62, 68, 69, 70, localizados a 220 km da costa de Santa Catarina, em lâmina d água que varia entre 250m e 450m.
A empresa comprou os cinco blocos em 2008, onde detinha 100% de participação. Os blocos possuem 865 quilômetros quadrados. A companhia também tem fatia minoritária em um bloco operado pela Petrobras, também na costa de Santa Catarina.
Venda
A campanha exploratória da Karoon ganhou força após a venda de participação de 35 por cento em quatro blocos para a canadense Pacific Rubiales, no mês de setembro, no valor de 40 milhões de dólares à vista.
O acordo prevê que a Pacif Rubiales financie 210 milhões de dólares relativos aos custos de perfuração dos poços.
A Karoon permanecerá operadora dos blocos até o término do programa exploratório em três poços nesses blocos, e a partir daí a Pacific Rubiales terá o direito de requerer a condição de operadora, caso haja acordo entre as partes e aprovação das condições pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Abertura de capital
 A Karoon cogitou abrir o seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo há dois anos, e chegou a registrar pedido de análise para a venda inicial de ações no Brasil na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em setembro de 2010. O banco Morgan Stanley foi contratado para coordenar a operação.
Dois meses depois, em novembro de 2010, a Karoon desistiu do IPO (sigla em inglês para a venda inicial de ações), alegando condições desfavoráveis do mercado financeiro.
Segundo disse a empresa na época, levantamentos de capital de petróleo e gás no mercado acionário brasileiro não estavam atendendo às expectativas do mercado, causando alguma hesitação por parte dos investidores.
Novos leilões
 Com relação à possibilidade de participação nos novos leilões de petróleo previstos para 2013, o executivo disse que, "quando as áreas forem anunciadas, a Karoon fará os estudos necessários para, então, tomar alguma decisão".
Ele disse que a companhia tem expectativas de crescimento da no Brasil, "tanto do ponto e vista de negócios como de desenvolvimento geotécnico"
Fonte: Reuters 
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Karoon encontra possível depósito de pré-sal em SC



A Karoon Gas Australia encontrou um indício da existência de petróleo promissor perto da costa do Brasil que, se confirmada, poderá significar que a prolífica região do pré-sal se estende mais ao Sul do País e em águas mais rasas do que se acreditava.
"O prospecto Stingray poderá ser muito significante, à medida que os dados sísmicos mostraram uma grande estrutura geológica que poderá deter bilhões de barris de petróleo", afirmou o executivo-chefe das operações sul-americanas da Karoon, Tim Hosking.
A Petrobras encontrou bilhões de barris de petróleo a muitos quilômetros abaixo de águas profundas do Atlântico, leito marinho e uma espessa camada de sal. As descobertas, algumas das maiores do mundo nos últimos 20 anos, são na sua maioria perto da costa do Estado de São Paulo.
A Karoon está procurando agora testar se a camada pode alcançar uma região mais ao sul, na costa do Estado de Santa Catarina, onde as águas são muito mais rasas, disse o executivo, acrescentando que implementar o Stingray ainda envolve enormes desafios de engenharia. "Nós estamos estudando a perfuração, mais ou menos, a 8 mil metros", afirmou Hosking. Isso seria um pouco mais profundo do que a bacia de Santos, apesar das águas mais rasas, e apenas quatro sondas de perfuração em todo o mundo são capazes de enfrentar tais profundidades extremas, destacou.
O Stingray é um dos dois prospectos do pré-sal em análise nos cinco blocos da Karoon na Bacia de Santos. Ele está localizado a cerca de 400 metros de profundidade de água, ante os 2 mil metros de campos da Petrobras, como o de Lula, disse o executivo.
A Karoon está avançando com outras oportunidades de exploração tradicionais. A companhia tem planos de perfurar seu primeiro poço no Brasil, chamado Canguru-1, nas duas primeiras semanas de novembro, a um custo de entre US$ 70 milhões e US$ 90 milhões. O projeto será seguido pelo prospecto Emu-Cassowary no início de 2013 e o prospecto Bilby provavelmente no início do segundo trimestre do ano que vem, segundo Hosking.
A empresa está gastando US$ 250 milhões nos poços, que serão financiados em grande parte pela venda de uma participação de 35% em quatro dos cinco blocos para a Pacific Rubiales Energy, declarou o executivo. A Pacific Rubiales cobrirá os primeiros US$ 70 milhões em custos nos primeiros dois poços, e tem a opção de fazer o mesmo no terceiro poço. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Yahoo
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Petrobras abrirá 22 mil vagas até 2015


Desde 2007, a estatal tem aberto dois concursos anualmente
Redação NNpetro - 
Após as novas descobertas do pré-sal, a demanda por profissionais qualificados para os mais diversos setores da Petrobras aumentou quase 100%. De acordo com a estatal, o objetivo é que se tenha um efetivo de 76 mil empregados até o fim de 2015. Com isso, a companhia vai abrir 22 mil vagas nos próximos anos.
As oportunidades de emprego também são promissoras. Além dos altos salários, estão inclusos benefícios como: assistência multidisciplinar de saúde (médica, odontológica, psicológica e hospitalar) e benefício farmácia; plano de previdência complementar (opcional); participação nos lucros e/ou resultados; auxílio-creche ou auxílio-acompanhante (somente para empregada); auxílio-ensino (ensinos: pré-escolar, fundamental e médio); até incentivo ao ensino superior para filhos de funcionários.
Os cargos são extremamente disputados, por isso, exige preparo e disciplina do candidato. São vagas que vão desde o ensino técnico a expertise. “A ideia é que um seja realizado no primeiro semestre e o outro no segundo para aproveitar as melhores cabeças que saem das escolas do Brasil”, afirmou a gerente de Recursos Humanos e Planejamento da Petrobras, Mariângela Mundim.
Próximos Concursos
Em nota, a Petrobras divulgou que terão 6 mil vagas oferecidas através dos concursos em 2013. São para cargos de nível técnico, médio e superior, para diversas áreas como exploração de petróleo, projetos e construções e telecomunicações. As remunerações oferecidas são de aproximadamente R$ 2 mil até mais de R$ 6 mil. O concurso será feito em vários estados do Brasil e as inscrições podem ser feitas pelo site da Fundação Cesgranrio.
Acesse: http://www.cesgranrio.org.br
(Com informações da Agência Petrobras)
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OGX obtém autorização para início da perfuração na Bacia de Campos



Empresa de Eike Batista detém 70% de participação nesses blocos. Perfuração será nos blocos BM-C-37 e BM-C-38.
05/10/2012
Rio de Janeiro (RJ) -  A OGX Petróleo e Gás, empresa de Eike Batista, anunciou nesta sexta-feira (5) que obteve autorização ambiental do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para início de perfuração nos blocos BM-C-37 e BM-C-38, na Bacia de Campos.

A petroleira adquiriu 20% de participação adicional de sua parceira Maersk Oil nos blocos em março e se tornou operadora destas áreas. Com essa transação, a OGX passou a deter 70% de participação nesses blocos, enquanto a Maersk Oil manteve os 30% restantes.

"A autorização ambiental para perfuração nesses blocos nos possibilitará avançar com a campanha exploratória em uma região que hoje consideramos bastante promissora, com vários prospectos já identificados", comentou Luiz Carneiro, diretor-presidente da OGX, em fato relevante.
 
Fonte: G1
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