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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Shell é reconhecida como líder global em lubrificantes


Shell é reconhecida como líder global em lubrificantes
Divulgação Shell Divulgação Shell

A Shell solidifica sua liderança no mercado global de lubrificantes após os resultados de duas importantes pesquisas divulgadas esta semana: o novo relatório da Kline and Company - que confirma posição de liderança em 2011, com uma participação no mercado mundial de 13% - e estudo da Ipsos MORI e Harris Interactive. Este último apontou que a companhia é a marca preferida de óleo lubrificante para veículos de passageiros e de caminhões, segundo os motoristas da China, Malásia, Tailândia, Rússia e Estados Unidos (Pennzoil).
“Nossa estratégia comercial para lubrificantes é focada na marca e no valor. Temos uma forte cadeia de suprimento, um portfólio de marcas e produtos mundiais, e investimos na inovação técnica. Além disso, desenvolvemos parcerias genuínas, colocamos o cliente no centro do que fazemos e respondemos às oportunidades e desafios da indústria. Conforme impulsionamos os nossos negócios, é gratificante receber do mercado a confirmação da nossa força e nossas realizações”, explica Mark Gainsborough, vice-presidente executivo Comercial da Shell Global.
Outro resultado positivo para a empresa é o prêmio ‘Customer Value Enhancement Award’, concedido à Shell pela Frost & Sullivan por seus lubrificantes para automóvel.
A Shell solidifica sua liderança no mercado global de lubrificantes após os resultados de duas importantes pesquisas divulgadas esta semana: o novo relatório da Kline and Company - que confirma posição de liderança em 2011, com uma participação no mercado mundial de 13% - e estudo da Ipsos MORI e Harris Interactive. Este último apontou que a companhia é a marca preferida de óleo lubrificante para veículos de passageiros e de caminhões, segundo os motoristas da China, Malásia, Tailândia, Rússia e Estados Unidos (Pennzoil).

“Nossa estratégia comercial para lubrificantes é focada na marca e no valor. Temos uma forte cadeia de suprimento, um portfólio de marcas e produtos mundiais, e investimos na inovação técnica. Além disso, desenvolvemos parcerias genuínas, colocamos o cliente no centro do que fazemos e respondemos às oportunidades e desafios da indústria. Conforme impulsionamos os nossos negócios, é gratificante receber do mercado a confirmação da nossa força e nossas realizações”, explica Mark Gainsborough, vice-presidente executivo Comercial da Shell Global.

Outro resultado positivo para a empresa é o prêmio ‘Customer Value Enhancement Award’, concedido à Shell pela Frost & Sullivan por seus lubrificantes para automóvel.


No Brasil, empresa investe em tecnologia e inovação

A área de Lubrificantes da Shell Brasil Petróleo possui hoje cerca de 14% de participação nas vendas de lubrificantes do mercado brasileiro, segundo pesquisa do Sindicom. Em 2012 a empresa anunciou investimentos de US$ 2 milhões na expansão de sua fábrica de lubrificantes na Ilha do Governador (RJ). Entre as linhas lubrificantes de destaque no mercado brasileiro estão as linhas Helix, Rimula e Advance.

“A pesquisa mostra que a Shell vem evoluindo cada vez mais na qualidade do desenvolvimento tecnológico e inovador de seus produtos. A empresa conta hoje com mais de 2.500 profissionais no mundo dedicados a estudar e desenvolver produtos de alta tecnologia, capazes de atender aos desafios dos mais avançados equipamentos da indústria e do mercado”, afirma Guilherme Perdigão, vice-presidente da Shell Lubrificantes para a América Latina.


Fonte: TN Petróleo

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Aker investe em programa de idiomas para reter talentos e qualificar profissionais



A norueguesa Aker Solutions está investindo em um programa de idiomas para qualificar todos os funcionários da empresa no Brasil em Inglês. A iniciativa está retendo talentos e capacitando os profissionais. “Temos times internacionais, em diferentes localidades, com necessidade de troca de experiência. Além disso, nossos funcionários têm exposição internacional constante. Tudo isso faz com que queiramos melhorar a eficiência da comunicação e a cooperação entre os times”, explica Luciana Gazzoni, coordenadora de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Aker Solutions no Brasil.

Segundo a consultora linguística Silvana Cambi, o mercado de trabalho sofre com a falta de profissionais qualificados em outros idiomas, principalmente em Inglês. “Nos últimos 10 anos o Brasil passou por um grande aquecimento da economia interna, muitas empresas multinacionais perceberam esse potencial e se instalaram no país. Porém, muitos profissionais não acompanharam esse desempenho e não foi possível suprir a demanda de profissionais com conhecimento do idioma”, avalia.

Para Silvana, se o mercado não tem mão de obra capacitada, a solução está nas empresas qualificarem os funcionários para atender a essa necessidade, assim como foi feito na multinacional. “O diferencial deste programa implantado pela Aker Solutions é o pioneirismo de oferecê-lo para todos os funcionários da empresa, do nível operacional/técnico ao nível de diretoria. Isso possibilita que todos tenham acesso a uma nova ferramenta que vai auxiliar a rotina de trabalho e motivar a equipe com um novo aprendizado”, explica.



De acordo com Jaqueline Castro, analista de logística da Aker Solutions, o programa vai ajudar no desenvolvimento e aprimoramento dos funcionários. “Já havia estudado Inglês no passado, mas fiquei bastante tempo afastada do idioma. Com as aulas estou aprimorando o meu conhecimento e me dedicando ao máximo para me tornar fluente na língua. Como trabalho no setor de suprimentos, sempre há a necessidade de me comunicar com fornecedores de vários países. Portanto, a fluência no idioma é extremamente importante”, comenta.  

Para Maxton Gonçalves, inspetor de documentação da multinacional, a oportunidade de aprender outro idioma vai auxiliar na vida profissional e social. “Sentia falta do idioma na minha rotina de trabalho, pois muitas vezes precisava pedir a ajuda para algum colega para verificar algum procedimento ou norma que estava em Inglês. Com as aulas já consigo entender muitas coisas. Além disso, é um conhecimento que vou levar para toda a vida”, relatou.

No caso de Thayane Bento, do setor de compras da empresa, que já teve contato com o Inglês, a iniciativa está sendo uma oportunidade de exercitar o idioma e para aqueles que não têm conhecimento, a chance de aprender uma nova língua. “São raras as empresas que proporcionam um benefício como este, em que todos, sem exceção, têm a oportunidade de aprender, conhecer e praticar o idioma”, pondera.

O Programa English for all da Aker Solutions tem duração de 18 meses e o funcionário pode escolher uma das escolas credenciadas para o curso. De acordo Luciana, o programa é uma iniciativa pontual da Aker Solutions a fim de alavancar a competência do idioma Inglês nas operações do Brasil. “Oferecemos um subsídio de 90% no valor do curso para funcionários efetivos e estagiários. Também elaboramos um material didático específico voltado para a aprendizagem de expressões que são usais no setor óleo e gás”, esclarece.

Sobre o aprendizado de idiomas, Silvana é enfática ao dizer que só é possível atingir um bom nível de Inglês se a pessoa realmente se dedicar e estudar em casa. “Não adianta somente frequentar as aulas. Além da assiduidade, é preciso toda uma rotina de estudos para manter o contato com o idioma fora da sala de aula”, recomenda a consultora.

Perfil Aker

A Aker Solutions fornece produtos, sistemas e serviços para os clientes na indústria de óleo e gás em todo o mundo. O conhecimento e a tecnologia da companhia abrangem desde o reservatório até o campo de produção.

A Aker Solutions reúne engenharia e tecnologias para extração de óleo e gás, desenvolvimento e produção do campo. A empresa emprega cerca de 25 000 pessoas em mais de 30 países, que aplicam conhecimento, criam e utilizam tecnologias para entregar soluções aos clientes.

Aker Solutions ASA é a empresa controladora do grupo, que consiste em uma série de entidades jurídicas distintas. Aker Solutions é a marca comum e comercial para a maioria destas entidades. Em 2011, a Aker Solutions agregou receita anual de aproximadamente NOK 36,5 bilhões. A empresa está listada na Bolsa de Valores de Oslo.
Fonte: GNBC

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Shell aborda as perspectivas de investimentos no Brasil


Gerente de Exploração, Manoela Alves relata que empresa está atenta as áreas dos leilões de petróleo
NNpetro - Adriano Nascimento 
A 5X Petróleo desta semana é com a gerente de exploração da Shell, Manoela Lopes, que esclarece aos leitores do NNpetro sua avaliação sobre os investimentos realizados neste ano pela petrolífera no Brasil, bem como as perspectivas para 2013.
1X) NNpetro - Como a senhora avalia o ano de 2012 para a Shell em relação aos investimentos no setor de óleo e gás?
 Manoela Lopes - A Shell considera o Brasil uma área estratégica e está interessada em continuar a investir e ampliar seu portfólio na região - desde 1998, a companhia já investiu mais de US$ 4 bilhões em suas atividades de Upstream no país.
Temos investido fortemente na execução da Fase 2 do projeto no Parque das Conchas, na Bacia de Campos, uma das mais importantes iniciativas de Upstream do Grupo Shell no mundo, que envolve a perfuração de 11 novos poços. O primeiro óleo da Fase 2 está previsto para o final de 2013. A empresa também está trabalhando ativamente em uma possível Fase 3 que, se aprovada, poderá ser implementada até 2015.
2X) NNpetro - Quais são as perspectivas da empresa para 2013?
Manoela Lopes - Em abril de 2013, a Shell comemora 100 anos de presença no Brasil, onde está presente em onze concessões, sendo seis offshore e cinco onshore. Por boa parte de 2013, a Shell deve ter duas sondas de perfuração operando em águas brasileiras, o que é um atestado do nosso compromisso com o país.
Prevemos também perfurar o primeiro poço exploratório na bacia de São Francisco, nossa primeira empreitada em terra no Brasil. Isso sem falar do investimento em etanol através da Raízen - nossa joint venture com a Cosan - e de nossa atuação no mercado de lubrificantes. Acreditamos estar muito bem posicionados para seguir contribuindo com o desenvolvimento da indústria de petróleo e gás no país.
3X) NNpetro - Os leilões de petróleo foram confirmados para 2013 pelo Governo Federal. Quais são as expectativas da empresa quanto aos investimentos na 11ª rodada de licitações de petróleo e também no primeiro leilão do pré-sal?
Manoela Lopes - A Shell participou da maioria das rodadas licitatórias de Upstream no Brasil desde 1998, adquirindo blocos de exploração e fazendo investimentos significativos no país. Vemos a 11ª Rodada, confirmada pelo governo para 2013, como uma decisão tomada na direção do crescimento do país. A companhia tem total interesse e irá olhar com muita atenção as áreas que vierem a leilão, seja no pré-sal ou pós-sal, em terra ou mar.
4X) NNpetro - Na sua visão, a estagnação dos leilões de petróleo interferiu na indústria de óleo e gás brasileira?
Manoela Lopes - Os leilões são muito importantes porque colocam toda a cadeia da atividade de óleo e gás operando continuamente. É muito custoso para o setor trabalhar em hiato. A regularidade dos leilões traz uma perspectiva muito importante de continuidade dos negócios. Significa geração de empregos e mais perspectivas de sustentabilidade de negócio não só para nós, operadores, mas para os nossos fornecedores.
Os investimentos em óleo e gás trazem junto desenvolvimento de indústrias, empregos, royalties. Sem dúvida, são ferramentas importantes para o crescimento e segurança energética do país.
5X) NNpetro - A Shell pretende começar no ano que vem a perfurar seu primeiro poço exploratório de gás de xisto em Minas Gerais. Já existe uma estimativa de produção na região? Como o senhor enxerga o desenvolvimento da extração desse tipo gás?
Monoela Lopes - Em maio deste ano, concluímos a aquisição de sísmica na Bacia de São Francisco (MG), o primeiro projeto em terra da Shell no Brasil. Aproximadamente 1.200 km de dados sísmicos foram adquiridos. Esperamos perfurar o primeiro poço de exploração no início de 2013. Só podemos confirmar presença de hidrocarbonetos na região após a perfuração.
Sobre o desenvolvimento da extração de gás em estruturas convencionais ou em reservatórios não-convencionais (ou mesmo de outras fontes de energia), é importante ressaltar que em 2050, quando a população mundial terá atingido 9 bilhões de pessoas, a demanda global por energia irá dobrar. O gás natural, o combustível fóssil mais limpo que existe, será essencial para atender a essa crescente demanda. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), há gás natural suficiente no mundo para atender a essa necessidade. Assim, a Shell entende que o gás natural é um aliado essencial na busca de um futuro energético sustentável. Até o fim de 2012 devemos, pela primeira vez, produzir mais gás do que óleo em escala global. 

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Baleia Azul extrai por dia 65 mil barris de petróleo


Petrobras estima que até março de 2013, plataforma flutuante atinja 100 mil barris
Redação NNpetro 
A presidente da Petrobras, Graça Foster, em visita a plataforma flutuante Cidade de Anchieta, em Vitória (ES), afirmou ontem (06), que a unidade produz atualmente 65 mil barris de petróleo por dia. A perspectiva é que até março de 2013, a produção atinja 100 mil barris por dia e 3,5 milhões de m³ de gás.                        
A presidente da estatal falou sobre os investimentos de US$ 17 bilhões da Petrobras no Espírito Santo,  sendo US$ 13,3 bilhões em projetos de Exploração e Produção e US$ 3,7 bilhões na área de Gás e Energia, no período de 2012 a 2016. O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também esteve presente na visita a plataforma flutuante.
“A entrada em operação desta nova unidade de produção é significativa também para a economia do Espírito Santo, porque reforça a importância da indústria de petróleo e gás no estado, que é o segundo maior produtor no Brasil”, afirmou Graça (trocar) Foster.
A produção inicial do primeiro poço (7-BAZ-02-ESS) da plataforma flutuante (FPSO) foi estimada em 20 mil barris por dia. A previsão é de que mais noves poços, seis produtores e três injetores de água, sejam interligados junto à plataforma instalada no complexo Parque das Baleias, no pré-sal da região capixaba da bacia de Campos.
Gás natural
O gás produzido no campo de Baleia Azul será escoado pelo Gasoduto Sul-Norte Capixaba até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas, no litoral do Espírito Santo, o que permitirá o início da exportação de gás natural a partir deste mês.
Em nota, a estatal comunicou que o gasoduto, de 200 km de extensão e capacidade de escoamento diário de 6 milhões de m³ de gás natural, “foi concebido para escoar até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas o gás produzido pelo FPSO Cidade de Anchieta e pelo FPSO P-58, previsto para iniciar a operação no primeiro trimestre de 2014”.
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Petróleo: leilão de bloco incluindo Ceará liberado


11 blocos a serem postos à disposição na nova rodada de licitação são localizados no território cearense
08/11/2012
Fortaleza (CE) - As novas regras de distribuição de royalties de petróleo, aprovadas na terça-feira na Câmara Federal, só dependem agora da sanção da presidente Dilma Rousseff para serem aplicadas. A resolução desta discussão, que já perdura por dois anos, permitirá que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) realize, em maio de 2013, após quase cinco anos de espera, nova rodada de licitações de blocos para exploração e produção de petróleo, trazendo a costa cearense como uma das mais atrativas do certame.
 
Segundo a diretora geral da ANP, Magda Chambriard, a Agência ainda espera a orientação da Presidência da República para definir as áreas que entrarão na rodada, mas devem ser ofertados 170 blocos em terra e mar.
 
A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, afirmou recentemente que a condição para a realização da 11ª Rodada é que a política de distribuição de royalties seja definida ainda neste ano. Segundo ela, isso é preciso para que a agência viabilize todos os trâmites legais para o leilão, como a publicação da minuta do contrato, do edital, pôr em consulta pública a audiência e disponibilizar pacote de dados. A previsão é de que esse processo tome cerca de 120 dias. Definindo a questão dos royalties até dezembro, a ANP poderá, portanto, lançar o leilão em maio, como espera o governo federal.
 
A ANP ainda espera a orientação da Presidência da República para definir as áreas que entrarão na rodada, mas Chambriard reforçou que devem ser ofertados cerca de 170 blocos exploratório em terra e mar, ficando "um ou outro" de fora entre os 174 aprovados em abril de 2011 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
 
No Estado
 
Entre estes, 11 ficam em território cearense, todos em mar, em águas profundas. A profundidade fica entre 300 e 1.500 metros, em uma área total de 7.388 quilômetros quadrados, dentro da Bacia do Ceará. O bônus mínimo previsto para a aquisição dos blocos é de R$ 47 milhões.
 
Os blocos cearenses estão entre os mais atrativos da rodada em virtude das recentes descobertas realizadas pela Petrobras na bacia. O poço denominado Pecém, o primeiro a ser perfurado no Estado em águas profundas, já chegou a ser considerado pelo gerente de exploração Norte/Nordeste da Petrobras, Cristovão Sanches, como "a maior descoberta setentrional, indo do Ceará até o Norte do País".
 
Localização
 
A Bacia do Ceará fica na chamada Margem Equatorial Brasileira, tida como uma área muito promissora e que será o destaque da 11ª Rodada. Das nove bacias que serão contempladas, cinco estarão nesta região: Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. As demais são as de Paranaíba, Espírito Santo, Sergipe Alagoas e Recôncavo.
 
Concorrência
 
No mês passado, o diretor da ANP. Helder Queiroz, informou a jornalistas que a agência prevê um grande número de participantes na licitação.
 
"Vai ser disputada a décima primeira rodada; primeiro porque o setor está parado há algum tempo e, depois tem áreas consideradas pela indústria muito atrativas como a margem equatorial, onde a Petrobras fez descobertas importantes na região, que tem analogia com Costa da África", projetou.
 
 
 
Fonte: Diário do Nordeste
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Marinha abre seleção para 206 práticos

Salário pode chegar a R$ 130 mil mensais; vagas são para todo o país
Redação NNpetro 
A Diretoria de Portos e Costas da Marinha abriu processo seletivo para 206 vagas de praticante de prático. Esse profissional é um aquaviário do grupo de práticos e se habilita como prático se concluir, com avaliação satisfatória, um programa de treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 e máxima de 20 meses, e se for aprovado no Exame de Habilitação para Prático.
A remuneração é variável e pode chegar a até R$ 130 mil mensais, no caso de portos que são muito movimentados. O praticante de prático e o prático não são militares nem servidores públicos. O prático assessora os comandantes de navios nacionais e estrangeiros e é responsável pelas manobras realizadas em portos brasileiros.
Para serem praticantes de prático, os candidatos devem ser de ambos os sexos, com idade mínima de 18 anos, ter curso de graduação (nível superior: bacharelado, tecnologia ou licenciatura), entre outros requisitos.

As vagas são para as Zonas de Praticagem de todo o país. No Espírito Santo, as chances são para os portos de Vitória, Tubarão, Praia Mole, Barra do Riacho e Ubu.  As inscrições podem ser feitas no site www.dpc.mar.mil.br, no link "Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático/2012", de 7 a 26 deste mês. A taxa é de R$ 250.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Começa a construção da primeira plataforma replicante no Brasil


Começa a construção da primeira plataforma replicante no Brasil
Divulgação. Agência Petrobras Divulgação. Agência Petrobras

A Petrobras e seus parceiros - BG Group, Petrogal e Repsol Sinopec - por meio de suas afiliadas Tupi-BV e Guará-BV, que iniciou na terça-feira (30) no Estaleiro Rio Grande (RS), a edificação (colocação dentro do dique seco do primeiro bloco para a construção do casco) da primeira dentre as oito plataformas replicantes do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás).
Essas plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos. O início da utilização do dique seco é um marco importante no projeto dos FPSOs replicantes, que serão utilizados na primeira fase de desenvolvimento definida pelos parceiros dos blocos citados.
O consórcio do Bloco BM-S-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%). Já o consórcio do Bloco BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%).
A Petrobras e seus parceiros - BG Group, Petrogal e Repsol Sinopec - por meio de suas afiliadas Tupi-BV e Guará-BV, iniciou na terça-feira (30) no Estaleiro Rio Grande (RS), a edificação (colocação dentro do dique seco do primeiro bloco para a construção do casco) da primeira dentre as oito plataformas replicantes do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás).

Essas plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos. O início da utilização do dique seco é um marco importante no projeto dos FPSOs replicantes, que serão utilizados na primeira fase de desenvolvimento definida pelos parceiros dos blocos citados.

O consórcio do Bloco BM-S-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%). Já o consórcio do Bloco BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%).

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