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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Produção de petróleo e gás do pré-sal registra novo recorde


Três novos poços entraram em produção no campo de Baleia Azul
NNpetro 
A produção média de petróleo e gás na camada pré-sal registrou um novo recorde em setembro deste ano. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (08) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram produzidos 220,1 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 182,6 mil barris de petróleo e 5,9 milhões de metros cúbicos de gás natural. Houve crescimento de 8,3% em relação ao mês anterior.
Esse foi o terceiro mês consecutivo em que a produção do pré-sal ficou acima dos 200 mil barris de óleo equivalente (Mboe/d). De acordo com a ANP, três novos poços entraram em operação em setembro, no campo de Baleia Azul, no Espírito Santo, operado pela Petrobras. Um deles já figura entre os 30 maiores poços produtores do país, com produção diária de 15,6 mil barris.
Queda
Os dados da ANP mostram que, apesar do crescimento na produção do pré-sal, houve queda de 4% na produção total de petróleo do país, que chegou a 1,92 milhão de barris por dia em setembro. Comparado ao mesmo período do ano passado o volume é 8,4% inferior. Com uma produção diária de 318,1 mil barris de óleo equivalente, o campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o maior produtor de petróleo e o segundo maior produtor de gás natural de setembro.
Alta
Já a produção de gás teve aumento de 9,9% entre agosto e setembro, chegando a 71,7 milhões de metros cúbicos por dia, segundo a agência. As operações no mar concentraram 89,9% da produção de petróleo e 76% da de gás natural.
Dentre os vinte maiores campos produtores de petróleo e gás natural, 2 são operados por empresas estrangeiras: Statoil, no Peregrino, e Shell, no Ostra. O campo de Baleia Azul, que iniciou a produção neste mês, teve média de aproximadamente 23,6 Mboe/d.
A produção de petróleo e gás natural em setembro foi oriunda de 9.059 poços, sendo 778 marítimos e 8.281 terrestres. A plataforma P-56, no campo de Marlim Sul, foi a que mais produziu, com média de 144,4 Mboe/d. O grau API médio do petróleo produzido em setembro foi de aproximadamente 24,1º, sendo que 9% da produção é considerada de óleo leve (>= 31º API), 56% de óleo médio (>= 22º e <31º API) e 35% de óleo pesado (<22º API).
(Com informações da Agência Brasil)
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RJ calcula perda de R$ 77 bilhões com nova lei dos royalties do petróleo



Texto aprovado pela Câmara ainda vai para sanção da presidente.
Governador Sérgio Cabral disse 'estar tranquilo' e confia no veto de Dilma.
A Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira (6/11), o projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo. Se o projeto virar lei, os estados e municípios produtores passarão a receber uma porcentagem menor. As perdas no estado do Rio de Janeiro podem chegar a R$ 77 bilhões, segundo cálculos do próprio governo fluminense, conforme mostrou reportagem do RJTV desta quarta (7).
O Rio produz 80% do petróleo do país e, por consequência, é o estado que mais arrecada e o que mais irá perder com as novas regras. A proposta do deputado Onix Lorenzoni, do DEM do Rio Grande do Sul, foi aprovada por 286 votos a favor e 124 contra. Falta, entretanto, a sanção da presidente Dilma Rousseff.
A parcela que hoje é de 26,25% dos royalties, passará para 20% em 2013, em todos os estados produtores. A cota destinada à união também cai, de 30 para 20%. Já estados e municípios não produtores, terão aumento na participação.
Para os municípios, a fatia passa de 1,75% para 21% no ano que vem, chegando a 27% em 2020, quase 1/3 do total de royalties. Deputados do Rio defendem o veto da presidência alegando entraves constitucionais.
Em nota, o governador do Rio, Sérgio Cabral, disse que o projeto aprovado viola o direito adquirido do estado e é inconstitucional. Segundo o governador, se o projeto virar lei, levará as finanças do estado e de muitas prefeituras ao colapso.
Sérgio Cabral informou ainda que está tranquilo devido ao fato de a presidente Dilma "já ter anunciado publicamente que vetaria qualquer projeto que mexesse em contratos antigos". Contudo, o próprio governo declarou em outras ocasiões que poderá levar a questão ao Supremo Tribunal Federal para garantir os direitos do estado.
Fonte: G1
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Declining Optimism Stifles M&A Activity



Declining optimism over the global economic outlook and corporate earnings expectations due to the Eurozone crisis and slowing growth in China and India has weakened oil and gas companies' appetite for mergers and acquisitions (M&A) as they shift their focus towards bottom line improvements and near-term organic growth.
Twenty-eight percent of the oil and gas respondents surveyed planned to pursue acquisition in the next 12 months, down from 31 percent in April of this year and down from 48 percent a year ago, according to Ernst & Young's (E&Y's) Seventh Global Capital Confidence Barometer.
The barometer, which is released every April and October, is used to gauge corporate confidence in the economic outlook of senior executives. E&Y surveyed 1,500 senior executives in over 40 countries, including the 178 oil and gas executives. E&Y's survey on M&A activity encompasses all sectors of the energy industry.
Twenty-four percent attributed low confidence in the business environment as a reason for not pursuing acquisitions in the next year. The regulatory environment and valuation gaps between potential acquisition and the prices sought by sellers are also behind weak interest in M&A activity. Additionally, many executives perceive acquisition targets to be overpriced, E&Y noted.
Oil and gas companies that are pursuing M&A activity anticipated smaller deals, with 81 percent of those surveyed said they would execute deals valued at less than $500 million, while 38 percent will pursue transactions under $50 million. This suggests that deals being considered will extend existing businesses and fill strategic gaps, also known as bolt-on acquisitions.
"While the majority of transactions are likely to remain at the smaller end of the spectrum, this does not rule out some larger deals where the strategic rationale is compelling," said Andy Brogan, E&Y's Global Oil & Gas Transactions Advisory Leader, in a statement.
The United States, Brazil, Canada, China and the UK are the top five likely destinations for outbound investment, according to the results of E&Y's survey. The United States will likely remain a hot space in terms of M&A interest as large integrated and national oil companies with deep pockets and strategic intent will likely continue to show interest in U.S. shale plays, said Mellen.
Fifteen percent of oil and gas respondents expect to divest assets in the next 12 months, down from 47 percent in April 2012. The main drivers behind planned divestment activity include focusing on core assets; enhancing shareholder value; and shedding underperforming business unit. 
Source: RIGZONE
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'Sem royalties não se faz Copa e nem Olimpíadas', diz Cabral


Governador do Rio de Janeiro afirma que distribuição dos royalties inviabiliza eventos no Estado
Redação NNpetro
Após o anúncio da aprovação sobre a distribuição dos royalties, ocorrido nesta terça-feira (06) na Câmara dos Deputados, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, declarou que a decisão da Câmara inviabiliza a realização da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 no Estado.
Para Cabral, o projeto de lei sobre a distribuição - entre todos os estados - dos recursos arrecadados com os royalties, será “um colapso nas finanças públicas do Estado”. Porém, Cabral afirmou estar confiante de que Dilma vetará o texto.
O governador ressaltou que caso a presidenta Dilma Rousseff sancione o projeto aprovado na Câmara, os cofres do Rio sofrerão uma perda de R$ 4 bilhões, em 2013.
O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) também apontou que o texto aprovado, provocará um rombo de R$ 116 bilhões em recursos financeiros para o estado do Rio e seus municípios de 2013 até 2030. Dornelles reforçou a ideia de adoção de medidas judiciais imediatas, mesmo antes de uma posição da presidenta Dilma Rousseff.
A assessoria de Dilma informou que a presidenta está analisando o projeto antes de concluir por sanção, se fará o veto total ou parcial. Também foi levantada a hipótese de Dilma sancionar a lei com vetos secundários e ditar uma Medida Provisória (MP) para compensar o prejuízo econômico dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo por um determinado período.
Sanção do projeto
O senador Dornelles reforçou que Dilma tem 15 dias para sancionar ou não o projeto. Segundo Dornelles, além dos vários problemas de descumprimento constitucional, o texto ainda possui um erro matemático em sua origem de percentuais, que totaliza 101%.
Veja também:
 



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VAGAS OFFSHORE


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OPORTUNIDADE PARA ENCARREGADO DE CONVÉS / SUPERVISOR DE CONVÉS

Selecionamos candidatos para multinacional prestadora de serviços do mercado de petróleo e gás, com o seguinte perfil:

ENCARREGADO DE CONVÉS / SUPERVISOR DE CONVÉS

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• Necessário CBSP e HUET
• Sólida experiência na função, atuando em navios de Lançamento de Linhas (PLSV).


Os interessados e dentro do perfil exigido devem encaminhar o Currículo em Inglês e Português + Pretensão Salarial para ilana.olivera@hroil.com.br informand
o no assunto o nome da vaga.
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VAGA ONSHORE

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OPORTUNIDADE PARA NAVAL ARCHITECT

Selecionamos candidatos para multinacional prestadora de serviços do mercado de petróleo e gás, com o seguinte perfil:

NAVAL ARCHITECT

• Tipo de Contrato: Temporário
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• Experiente em cálculos de engenharia, em empresas offshore.
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• Experiência com Sociedade Classificadora.


Candidatos interessados e dentro do perfil exigido devem encaminhar o Currículo em Inglês e Português + Pretensão Salarial para ilana.olivera@hroil.com.br informando no assunto o nome da vaga.
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VAGA ONSHORE


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OPORTUNIDADE PARA OPERADOR DE EMPILHADEIRA

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

• Experiência prévia na função com empilhadeiras de 5, 7 e/ou 10 Toneladas de capacidade.


Os interessados e dentro do perfil exigido devem encaminhar o Currículo + Pretensão Salarial para ilana.olivera@hroil.com.br informando no assunto o nome da vaga.
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