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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Música - Adriana calcanhoto - Vambora- Viseu 2010


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Pesquisa da flora em base petrolífera


Estudo faz levantamento de espécies em Coari (AM)


Cada vez mais cresce o número de empreendimentos nas áreas de exploração de petróleo e gás natural, entretanto esse crescimento também causa uma fragmentação da floresta. Por isso, conhecer o ambiente sob influência das atividades petrolíferas é uma alternativa para tentar minimizar os efeitos negativos ao meio ambiente.  
Projetos que desenvolvem economicamente a região amazônica tem provocado o surgimento de áreas abertas, as chamadas clareiras. Essas ações têm propiciado a aparecimento de plantas colonizadoras, ou seja, plantas que evoluíram para ocupar ambientes que por algum motivo, a vegetação original foi alterada.  
Desde 2003, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), que fazem parte da Rede CTPetro Amazônia, atuam nas clareiras abertas na base petrolífera de Urucu, no município de Coari (Am).  
O objetivo da pesquisa realizada pela bolsista Carla Luciane Bentes Nogueira, orientada pela pesquisadora Ieda Leão do Amaral, no projeto de iniciação científica, foi identificar quais são as primeiras plantas que aparecem nas áreas degradadas.  
Nogueira explica que em Urucu existem áreas de jazidas e de poços que eles desmatam, retiram a vegetação para utilização e depois recuperam. Dentre as espécies levantadas destaca-se as do gênero Vismia, da família Hypericacea, conhecidas popularmente como “lacres”, que em Urucu apresentam mais de 10 espécies diferentes e a Bellucia (Melastomataceae), conhecidas como goiaba-de-anta.  
Para Nogueira a importância dessa primeira vegetação é que ela cobre o solo e dá sombra para quando vier a semente da mata virgem ou for plantada ali alguma outra espécie. Segundo a bolsista, outra característica dessas plantas colonizadoras é que elas não precisam de muitos nutrientes e por isso tem maior facilidade em se desenvolver.  
“O conhecimento gerado com este trabalho mostra que essas plantas ajudam na recuperação de áreas abertas, apresentando potencialidades para o direcionamento de ações futuras de recuperação”, afirma.  
O trabalho também pretende oferecer subsídios para a Petrobras e as empresas prestadoras de serviços para que elas tenham conhecimento das espécies que melhor se adéquam a essas áreas degradadas.  
Fase atual  
Em 2011 teve início uma nova fase importante do projeto que é a quarta avaliação de monitoramento dessas clareiras, sendo que a primeira foi realizada em 2003, em 2005 a segunda e 2008 a terceira.  
Nogueira diz que os pesquisadores retornaram as clareiras e perceberam que a maioria das áreas monitoradas está dando sinais de recuperação e que já se podem inclusive ser encontradas espécies da mata virgem como, por exemplo, o mata-matá, o que indica a recuperação desses ambientes.  
Como conclusão da pesquisa foi elaborado um guia de campo pelas pesquisadoras Carla Nogueira, Ieda Leão do Amaral, Francisca Dionísia de Almeida Matos e Maria de Lourdes da Costa Soares, que está em fase de conclusão para ser lançado.  
O livro terá como titulo “Guia de Plantas Colonizadoras das áreas desflorestadas para exploração de Petróleo e Gás Natural no Rio Urucu –Amazonas” e contará com informações sobre as plantas como nome científico e popular, descrição morfológica, distribuição, usos, além de fotos que servirão de orientação para reconhecimento e identificação dessas espécies por outros pesquisadores. 
Fonte: Terra da Gente
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Como se vestir na entrevista de emprego





Como se vestir na entrevista de empregoImagem, valores ou competência? O que vale mais no mercado de trabalho? Segundo especialistas em etiqueta corporativa, o conjunto ideal reúne os três fatores de modo equilibrado. “Pessoas inteligentes não deveriam julgar o outro pela aparência. Porém, apesar de ser clichê, a frase ‘a primeira impressão é a fica’ é uma verdade”, afirma a especialista em comportamento empresarial Daniela do Lago, docente da Fundação Getúlio Vargas.

Quando a imagem chama mais atenção do que o que você diz corre-se o risco de perder oportunidades profissionais. “O mercado está funilado, por isso na hora de passar pela peneira o candidato pode escorregar”, adverte Célia Leão, consultora empresarial.

De acordo com Isabella Ferreira Razaboni, consultora de recursos humanos da On the Job, o traje pode prejudicar ainda a imagem do candidato, pois revela muito sobre o comportamento ou a personalidade dele. “Trajes inapropriados para o ambiente corporativo demonstram, no mínimo, imaturidade.”

Em uma entrevista de emprego, o foco deve estar em suas habilidades, razão pela qual se espera o uso de vestimenta adequada ao meio empresarial. Uma roupa inapropriada pode atrapalhar inclusive o seu desempenho em uma etapa presencial que envolva dinâmica de grupo. “O candidato deve ser lembrado pelas suas competências e não pela roupa”, destaca Daniela. Logo, elegância e conforto devem andar junto.

Conheça a empresa

Roupa social de cores neutras continua sendo a regra. Mas é interessante conhecer a empresa, consultar o site para verificar seus valores e missão e conversar com pessoas que trabalham ou trabalharam nela. 

Empresas de cultura mais aberta, que valorizam a diversidade, estão habituadas aos diferentes estilos em seu ambiente. Organizações que trabalham para o público jovem costumam apreciar, da mesma forma, as diversas maneiras de ser e vestir. 

“A roupa deve estar atrelada ao nicho de mercado. Um candidato que busque um estágio em uma agência bancária deve optar por um traje formal. O mesmo não se pode dizer de um candidato que vá trabalhar em uma agência de publicidade ou casa noturna. O excesso de formalidade, nesse caso, pega mal”, explica a consultora Célia Leão. 

Mulher
Recomenda-se o uso de camisa social de cor clara, calça social preta, e sapato fechado de salto baixo. Nos dias de frio, blazer ou casaco de cor discreta ajuda a compor o conjunto. Se optar por saia, cuidado com o comprimento. Deve estar quatro dedos abaixo do joelho. Lembre-se que em uma dinâmica de grupo a saia pode atrapalhar a sua performance.

Homem
O cargo ou perfil da empresa pode demandar o uso de terno. A consultora Isabella Razaboni recomenda os modelos clássicos e lisos, seguidos de camisas claras e gravatas discretas. Em outros casos, o uso de camisa social de manga longa e calça social é suficiente. O sapato deve estar engraxado.

Outras dicas
A cor preta e os tons pastéis são os indicados. Evite as estampas, como listras estreitas e xadrez, pois podem cansar a vista do entrevistador. Os tecidos brilhantes e transparentes e os trajes muito decotados devem ser abolidos.

Saiba imprimir seu estilo
Se a escolha da roupa na entrevista de emprego requer atenção redobrada, o uso de acessórios, ao contrário, demanda no máximo bom senso. Para Daniela do Lago, da FGV, acessórios como brincos, anéis e corrente valorizam o conjunto, mas cuidado com a extravagância. “Se o brinco faz barulho não use porque pode desviar a atenção do entrevistador.”

Bolsas e sapatos podem ser de cores menos neutras. O tamanho da bolsa também não vai desfavorecer sua imagem. Cabelos podem ficar soltos ou presos. Recomenda-se prendê-los caso prejudiquem a visão, mas as presilhas devem ser discretas. O mesmo vale para o esmalte, que deve ser de tom claro. Cuidado para não passar uma imagem infantilizada. Batom em tom neutro, sombra clara e rímel melhoram igualmente a sua imagem.

Homens só devem ir à entrevista de mochila se for justificável. O currículo pode ser levado em uma pasta nova e discreta. Cabelos e barba devem estar aparados. Cabelos longos devem ser presos.
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Nota : Acidente na Bacia de Santos


A Petrobras informa que às 8h30 desta terça-feira (31/01) foi detectado um rompimento na coluna de produção do FPWSO Dynamic Producer, que está localizado a cerca de 300 quilômetros da costa do Estado de São Paulo em local onde a profundidade é 2.140 metros. Este navio-plataforma realiza o Teste de Longa Duração (TLD) de Carioca Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos.
O poço encontrava-se em produção com um sistema de monitoramento e registro contínuo. Após o rompimento, o sistema de segurança fechou automaticamente o poço. O poço está fechado e em condições seguras.
Uma estimativa preliminar aponta a possibilidade de terem vazado 160 barris de petróleo. Não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira.
A Petrobras acionou imediatamente o seu Plano de Emergência. Foram mobilizados todos os recursos necessários para o recolhimento do petróleo no mar e do petróleo residual da parte superior da coluna.
A Companhia já comunicou oficialmente a ocorrência à Marinha do Brasil, IBAMA e Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
As causas da ocorrência estão sendo investigadas.
Fonte: Petrobras
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O Desafio do Pré-sal. Discovery Channel (Completo)

Prezados amigos e leitores, devido a um problema com o video O Desafio do Pré-sal. Discovery Channel. - 3/5, estarei exibindo o video na integra .

    


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Planeta pré-sal


Petrobrás financia pesquisas em cinco universidades para reduzir a margem de erro na exploração de petróleo na costa brasileira


Qual a melhor maneira de transportar o gás natural produzido nos campos do pré-sal para o continente? Como perfurar um poço de petróleo a sete quilômetros de profundidade sem que as brocas sejam danificadas? É possível garantir a estabilidade de tubulações em condições extremas de pressão?
Os alunos da Poli Guilherme e Ana no TPN, laboratório financiado pela Galileu - Leonardo Soares/AE
Leonardo Soares/AE
Os alunos da Poli Guilherme e Ana no TPN, laboratório financiado pela Galileu
Não se trata de questões de vestibular ou de provas de Engenharia. É que, antes de se lançar ao mar na atividade de exploração de petróleo e gás, a Petrobrás realiza milhares de simulações computacionais para responder a perguntas como essas. A avaliação de diferentes cenários permite à estatal reduzir a possibilidade de erros numa operação em que qualquer falha pode significar desastres ambientais e até mortes.
Nessa tentativa de planejar o futuro, a empresa conta com uma infraestrutura própria de pesquisas e também financia laboratórios de escolas de Engenharia do País. A iniciativa ganhou reforço em 2006 com a criação da Rede Galileu, um consórcio de faculdades conectado por um parque de computadores capaz de fazer 140 trilhões de operações por segundo (teraflops).
Só para fazer uma comparação, enquanto um cluster de 20 teraflops roda 30 mil simulações em três meses, um PC comum levaria pelo menos 15 anos.
Integram a rede USP, ITA, PUC-Rio e as Federais de Alagoas e do Rio de Janeiro. Ao todo, a Petrobrás repassou R$ 32 milhões para essas universidades construírem novas sedes para os laboratórios – até o momento, só ficaram prontas as da USP e da Ufal. A estatal investiu outros R$ 20 milhões na compra dos clusters e todos, exceto o do ITA, já estão em funcionamento.
Mais oito instituições completam o projeto como satélites e receberam R$ 21 milhões para efetuar melhorias na estrutura física.
Os dados que chegam aos laboratórios são coletados pelos funcionários de campo da Petrobrás. As simulações mais sofisticadas rodam nos clusters, enquanto os pesquisadores se reúnem em salas de visualização para checar a representação precisa dos diferentes cenários em programas de realidade virtual.
Estão à frente do projeto alunos da graduação ao pós-doutorado, sob a supervisão de professores. A remuneração desse pessoal varia: há desde bolsistas das próprias universidades até pesquisadores contratados pela estatal que recebem por meio de fundações de apoio. Sem contar o ITA, cujos laboratório e cluster ainda não foram entregues, a Petrobrás já destinou R$ 40 milhões para custear as pesquisas. Novos contratos devem ser assinados neste ano.
“A rede permite que se mobilize toda a capacidade da engenharia nacional com rapidez”, afirma Luiz Augusto Levy, gerente de Métodos Científicos do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobrás. Segundo ele, em termos de simulação computacional, o País está pronto para encarar os desafios da exploração do pré-sal.
O Cenpes é vizinho do principal nó da Galileu, o Instituto de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ, na Ilha do Fundão. Tradicional parceiro da Petrobrás, o Coppe opera o maior cluster do projeto, de 80 teraflops - os outros três aglomerados de computadores têm 20 teraflops cada. Até o fim do ano, os dois laboratórios do instituto financiados pela estatal deverão ser entregues.
Na PUC-Rio, onde há 50 anos foi instalado o primeiro supercomputador do Brasil, os benefícios de integrar a rede vão além das melhorias na infraestrutura. Segundo o professor Marcelo Gattass, responsável pelo cluster da universidade, desvelou-se um novo rumo para as pesquisas desenvolvidas na pós-graduação. “Os alunos passaram a ter uma formação mais próxima do que é usado na prática.”
Se no Rio o ponto forte das universidades é a simulação computacional, a USP se destaca na rede pelos trabalhos em Engenharia Oceânica. “A intenção da Petrobrás é que exista transferência de tecnologia entre os participantes da Galileu”, diz o professor da Poli Kazuo Nishimoto, coordenador do Tanque de Provas Numérico (TPN). O laboratório nasceu em 2002 com 100 metros quadrados e hoje, no novo prédio, ocupa um espaço 17 vezes maior.
A moderna sala de visualização do TPN chamou a atenção da aluna de Engenharia Mecânica Ana Grassi, de 22 anos, quando ela esteve no laboratório pela primeira vez. A convite de um professor, a estudante do 5.º ano da Poli faz estágio no local há um ano. “Trabalhar aqui foi bom porque descobri uma nova área, a naval, da qual acabei gostando bastante”, conta. No momento, ela está desenvolvendo um projeto que simula o transporte de etanol por um comboio de barcos pela Hidrovia Tietê-Paraná. Ana diz que vai usar o que aprendeu no estágio em seu TCC e pensa em fazer mestrado para aprofundar os conhecimentos no software que utiliza no TPN.
Já Guilherme Goraieb, de 22, não pretende seguir a carreira acadêmica. Aluno do 5.º ano de Engenharia Naval, ele quer aproveitar o aquecimento do mercado para se lançar consultor da indústria offshore. “No estágio, aprendi a trabalhar com softwares diferentes dos que usamos em sala de aula”, afirma o estudante, que faz iniciação científica no TPN desde julho. Guilherme já projetou 11 navios em 3D para avaliar a estabilidade deles em diversas condições de carregamento. “Quis a vaga por ser uma oportunidade de lidar com uma coisa prática e conhecer melhor a área.”
Fonte: O Estadão
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Rede Galileu contribui com pesquisa do pré-sal


Com o objetivo de preparar a infraestrutura do pré-sal, interligando talentos de várias partes do país, a Petrobras criou a Rede Galileu, composta por faculdades conectadas por um parque de computadores. O repasse de R$ 52 milhões contempla a construção de novas sedes dos laboratórios de pesquisa, para onde os dados de campo serão enviados.
Os dados serão processados em computadores capazes de fazer 140 trilhões de operações por segundo (teraflops), podendo rodar 30 mil simulações sísmicas em três meses – um PC comum levaria 15 anos. Salas de visualização 3D também fazem parte dos laboratórios. Alunos da graduação ao pós-doutorado estão à frente da Rede Galileu, supervisionados por professores.
Além da simulação sísmica nos computadores, a rede também se destaca por trabalhos em Engenharia Oceânica.
Fonte: Petrobras

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