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sábado, 24 de março de 2012

Terminologia Offshore - LETRA E



Letra E
ECHOSOUNDER - ECOSONDA - Equipamento utilizado para medir profundidades através de ultra-som.
ECONOMIC ZONE - ZONA ECONÔMICA - Região de rentabilidade econômica para a exploração de petróleo.
EDGE WATER - ÁGUA DE BORDA - Água na formação no limite exterior de um reservatório de petróleo que, em dadas circunstâncias, proporciona força hidráulica suficiente para produção do campo. Essa situação é comum em formações de calcário, como as encontradas nos grandes campos petrolíferos do Oriente Médio.
ELECTRIC LOG - PERFIL ELÉTRICO - Termo genérico utilizado para caracterizar todos os perfis sem especificar o tipo. Veja WELL LOG.
ELECTROMAGNETIC PROPAGATION LOG - PERFIL DE PROPAGAÇÃO ELETROMAGNÉTICA - Registro do tempo de propagação e atenuação de uma onda eletromagnética nas rochas próximas ao poço. Feito por uma ferramenta composta por dois transmissores e dois receptores.
ELEVATOR - ELEVADOR - Dispositivo de içamento com portas e dobradiças e uma fechadura de ação rápida, que está suspenso por articulações compridas abaixo do moitão móvel e gancho, que na posição fechado, se acomoda ao redor da tubulação para manipular a operação de abaixar ou elevar as colunas de perfuração ou revestimento.
ELEVATOR LINKS - ARTICULAÇÕES DO ELEVADOR - Articulações de aço, compridas, que ligam os elevadores ao gancho principal.
EMBOLISM - EMBOLISMO - Situação fatal criada quando há o retorno à superfície do mergulhador sem a necessária descompressão.
END LINK - ELO FINAL - Elo tipo olhal, sem reforço interno (malhete), usado na formação do chicote da amarra.
ENDLESS TUBING - TUBULAÇÃO ABERTA - Diz-se da tubulação momentaneamente sem os acessórios nas extremidades.
ENLARGED LINK - ELO ALARGADO - Elo especial para receber partes de diâmetro no máximo igual ao seu. Empregado no acabamento da amarra.
ETHANE - ETANO - Hidrocarboneto insaturado, parafinado, gasoso, incolor, insolúvel em água. Fórm. (C2H6). Ocorre em gás natural e é obtido como subproduto no cracking de petróleo, usado principalmente como combustível ou como fonte de etileno, por desidrogenação.
ETHYL BENZENE - ETIL BENZENO - Hidrocarboneto líquido (C6H5), composto comumente de benzeno e etileno, usado sobretudo na preparação do estireno.
ETHYLENE / ETHENE - ETILENO / ETENO - Hidrocarboneto olefínico, saturado, gasoso, incolor, inflamável. Fórm. (C2H4), comumente obtido por pirólise de hidrocarbonetos de petróleo, e, encontrado no gás de hulha. Usado na síntese orgânica de álcool etílico, polietileno e estireno, além de outros compostos.
EVEN TIME - REGIME DE ROTAÇÃO - Regime no qual a mesa rotativa trabalha.
EXPLOITACION WELL - POÇO DE EXPLOTAÇÃO - É um poço perfurado para explorar o potencial de um campo de petróleo. Um número determinado desses poços é perfurado após a descoberta do campo.
EYED BLANK FLANGE - FLANGE CEGO COM OLHAL - É colocado na extremidade do mangote de produção para ser conectado a uma bóia de arinque.
EYE SOCKET - SOQUETE FECHADO - Tipo de soquete que tem sua conexão feita por manilha alheia ao sistema.
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No Rio, satélites podem ajudar a monitorar exploração de petróleo



RIO - O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, defenderam na sexta-feira (23/04), o uso de satélites para monitoramento das áreas de exploração de petróleo em alto mar, e aperfeiçoar a fiscalização de acidentes. Durante reunião na sede da Agência Nacional do Petróleo, Minc sugeriu ações preventivas para se evitar novos vazamentos de óleo nas atividades de exploração petrolífera.
De acordo com o secretário, Magda Chambriard disse acreditar que a ANP possa ser autorizada a compartilhar o primeiro satélite nacional do sistema de defesa brasileiro para suas ações de monitoramento. Segundo a diretora-geral da ANP, parte das medidas sugeridas são de competência do Ibama, como a disponibilização na internet de dados sobre os estudos geológicos realizados na área a ser explorada. Também foi discutida a disponibilização no site do órgão de informações sobre o perfil técnico dos profissionais e dos equipamentos utilizados em um eventual acidente.
Minc e Magda defenderam a capacidade da Petrobras para explorar, com segurança, as camadas de petróleo no pré-sal:
- Nós temos sim condições para operar no pré-sal, mas temos que ampliar e aperfeiçoar a nossa capacidade de monitoramento de controle das operações e de fiscalização. Queremos o monitoramento por satélite, e fico contente de que a diretora-geral da ANP tenha concordado com essa sugestão - afirmou Minc, após a reunião.
Fonte: Yahoo Notícias
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Programa de Trainees BG



Petroleum Engineering Graduate Programme

Country Brazil, Norway, Tunisia, China, Trinidad & Tobago, India, Egypt, Kazakhstan, United States, United Kingdom, Australia
City Various
Function/Discipline Petroleum Engineering
Employment Category Internship

This role is offered on local conditions
Working Hours Standard hours apply
Full/Part-Time Full Time
Number of Roles Available 21
Salary Excellent salary and benefits package
Position Summary

A critical element of BG Group's long term resourcing strategy is to recruit high potential graduates in key disciplines from around the world and train them through BG Groups International Graduate Development Programme (IGDP); Petroleum Engineering is one key discipline.

On successful completion of the two year Programme the graduates will take on a substantive role in Petroleum Engineering with BG Group. This cadre of graduate talent will form one of the key sources of succession for key company positions both managerial and technical.

Key elements of the IGDP are:

Work Placements - 4 x 6 month Assignments are the primary learning element of the IGDP. These give the graduate work experience with accountability from day one. A condition of the IGDP is that at least one of these placements is outside the home country of the graduate.

Technical Training - each of the functional disciplines have a programme of training which is required to build technical competency in their relevant function. Technical training is guided by the Petro Skills Competency Development Tool (CDT) and the Petroleum Engineering Training Course Curriculum.

Behavioural Development - all graduates attend the two key group development events: Graduate Induction is a two week event which takes place when the graduates join the programme and gives them an overview of the company including the business model, strategy, and key processes and gives them the opportunity to network with peers and functional managers. Graduate Development week takes place at the beginning of the second year of the programme and is aimed at developing career management skills amongst the graduates. In addition there are ad hoc core curriculum courses which the graduate can undertake to develop specific skills.

Performance Management graduate performance is carefully tracked to ensure performance is on target and graduate needs are being met. All graduates are assigned a mentor to enable them to discuss any issues they may have.

Key Accountabilities
The core accountability for all graduates on the IGDP is to acquire the necessary skills, experience and behaviours to enable them to take on a substantive role at the end of the training period.

Each placement will have specific objectives which will be determined by the graduate's line manager at the beginning of each placement. These objectives will be a combination of specific learning objectives (e.g. acquire certain skills / knowledge), operational objectives (e.g. deliver XYZ report) or project objectives (complete project X by date). The objectives will be reviewed at the end of each placement and an annual performance review will take place taking account of performance on each of the previous placements.

Areas of training may include:

Fluid Properties, Field Development, Reservoir Rock Properties,Volumetric Analysis & Material Balance Analysis, Reservoir Management, Reserves Determinations, Reservoir Simulation for Performance & Production Forecasting, Reservoir Heterogeneity & Characterization, Analytical Performance Analysis of Reservoir mechanisms, Fluid Flow & Well Productivity Analysis, Production Geology, Geosciences for Engineers, Foundations of PP, Well Test Design & Analysis, Completions and Workovers, Production Operations 1, Artificial Lift Systems, Down hole Remediation Practices of Mature Wells, Basic Petroleum Economics, Well Log Interpretation, Production Analysis & Permanent Down hole Gauges, Foundation Production Log Analysis, Intro to MEPO, Pres Tran Analysis, Special Core Analysis, Advanced PVT & EOS Fluid, Production Operations, Unconventional Gas Coal Seam Gas,Unconventional Gas Shale Gas.

Unique Knowledge, Skills, Experience and Attribute
Anyone joining the IGDP as a Petroleum Engineer must be a university graduate with a degree (or equivalent) relevant to the Petroleum Engineering functions. In several functions a post graduate degree will also be required. All graduates offered places on the IGDP will have passed through a consistent graduate assessment centre unless they have already worked for the company for at least 6 months.

All graduates joining the IGDP need to be fluent in English. In very exceptional cases a candidate may be accepted if they have exceptional technical and behavioural attributes but require a limited degree of English language training.

Graduates are expected to be internationally mobile. All graduates must be capable of deploying for at least 1 x 6 month assignment at some stage during the 2 years.

The graduate will be required to build their internal networks as widely as possible amongst peers, functional colleagues (particularly during BG Advance assignments) and colleagues in different departments. They are likely to have exposure to senior management as part of their development. It is unlikely there will be significant external interaction though they may well be asked to assist in recruitment of new graduates into their function.

All employees have authority and influence over HSSE issues.

All employees have authority in influencing change on HSSE issues, e.g. via intervention.
Additional Information for External Candidates
BG Group values diversity and is committed to equal opportunities; applications are welcome from all suitably qualified candidates.

Please note that after the closing date you will no longer be able to apply for the vacancy. The specific time of closing is midnight UK time on the date displayed. BG Group also reserves the right to close vacancies prior to the advertised closing date without prior notice.


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Demanda faz Petrobras mudar plano de refinarias



Rio. A explosão na demanda por gasolina, etanol e diesel nos últimos dois anos alterou o planejamento de refino da Petrobras. No primeiro bimestre de 2012, a demanda por gasolina aumentou 32% sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados da área de Abastecimento da estatal. A elevação do patamar preocupa - em 2011, o consumo cresceu expressivos 24% sobre 2010 - e já desperta reação do governo para garantir o abastecimento doméstico.
A mudança radical de cenário forçou uma revisão geral do plano de refino da companhia. De exportadora em 2010, a Petrobras passou a importar gasolina mais cara no mercado internacional para atender ao aumento da frota de carros flex num momento em que o preço do álcool está menos competitivo.
As quatro novas refinarias previstas para começar a operar a partir de 2013 - em Pernambuco, Maranhão, Ceará e Rio de Janeiro - não preveem um litro sequer de gasolina: 75% da produção serão de diesel e o restante de combustíveis como querosene de aviação, gás liquefeito de petróleo e nafta.
Além de ampliar a capacidade de produção de diesel nos novos projetos, a Petrobras vai alterar a proporção de processamento de produtos nas refinarias atuais para elevar a oferta de gasolina. Também está empenhada em aumentar sua participação no setor de etanol.
A preocupação ficou evidente, nos discursos da cerimônia de posse da nova diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, também sendo abordada pela presidente Dilma Rousseff.
Fonte: Diário do Nordeste
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VAGA ONSHORE

Empresa do segmento de petróleo/gás de grande porte contrata :TÉCNICO SEGURANÇA DO TRABALHO com Registro MTE
Com inglês fluente (imprescindível),
Experiência mínima de 5 anos no cargo,
Conhecimento de Legislações, normas e regulamentos de QSMS aplicados a à empresas de navegação.
Cursos ligados à área de Qualidade e SGI
Curso de especialização/ extensão em meio ambiente
Conhecimento em empresa do segmento de petróleo/gás e contrato com a Petrobras
Deverá residir em Macaé ou proximidades.
Trabalhar onshore
Salário + Pacote de Benefícios.
Enviar currículo com urgência para: eli.cardosee@gmail.com , colocando no assunto Técnico de Segurança do Trabalho
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VAGAS OFFSHORE

OPORTUNIDADES PARA PERFURAÇÃO-Toolpusher;

-Sondador;


 -Oficiais de marinha; 


- Técnico de segurança offshore bilingue.

Interessados podem enviar curriculum para: curriculum@phoenixmacae.com.br
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FPSO: Floating Production Storage and Offloading



 


É o navio que serve como “unidade de produção de petróleo” flutuante, ou seja, ela não está conectada por uma estrutura rígida ao fundo oceânico, como uma “plataforma”, que pode ser utilizada no máximo até 400 metros de profundidade d’água. Acima desta profundidade até uns 1000 metros é um FPSO que fica ancorado. Acima disso é utilizado um “posicionamento dinâmico”.
É um FPSO também, mas com motores nos dois lados e duas pontas (pelo menos 4) que funcionam 24 por dia, e se orientam por satélite e um “beacon” - um apito ultrasônico ou eletrônico posicionado no fundo do mar, que por um sistema automático acelera e desacelera os motores para que o FPSO não mude de posição e fique parado, compensando marés, correntes, ventos, etc.

Storage: porque além dos sistemas de produção, que recebe o petróleo bruto vindo dos poços e faz um primeiro tratamento retirando impurezas e água que vem misturada, também armazena (normalmente de 1 a 2 milhões de barris) até que venha um Navio Cisterna (um petroleiro na verdade) e faça o “alívio” do FPSO (ou offloading). Ou seja, é transferida a produção armazenada para o Navio Cisterna até sua capacidade, que então leva o petróleo para o terminal em terra, descarrega, e o petróleo é enviado para a refinaria.
Existem também os FPS (Floating Production Sytstem) que é normalmente utilizado em águas rasas. Existem variações de nome, com TLP (Tension Leg Platform), SPAR, etc. Mas todos são tipos diferentes de unidades de produção Offshore.

Por sua natureza e treinamento, os exploradores procuram hidrocarbonetos em qualquer lugar, e isso frequentemente pode levá-los a lugares muito inóspitos. Esquemas práticos de desenvolvimento e produção nem sempre poderão ser prioritários em sua lista de interesses. Mas os perfuradores e engenheiros de produção usualmente dão conta do recado quando os exploradores apresentam oportunidades que estão continuamente mais profundos e de outra forma menos aprazíveis. Com frequência, até encorajam os exploradores a forçar o proibitivo.
Plataforma de Perna sob Pressão
Mini-TLD
ou
Mono-coluna
Produção armazenagem e descarga flutuante
SPAR
Sistema de Produção Flutuante


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