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quarta-feira, 13 de junho de 2012

VAGAS OFFSHORE


Nosso cliente é uma multinacional em busca de técnicos ou engenheiros de fluidos de perfuração para se unir a seu time. O candidato trabalhará embarcado no regime 14x14, se reportará ao coordenador de base e será responsável pelo acompanhamento das operações de perfuração no que tange aos fluidos fornecidos por essa empresa. Busca-se pessoas de todos os níveis e tempo de experiência. Será considerado um grande diferencial a realização do curso de fluidos e inglês avançado.

Interessados favor me enviar o cv.
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Shell firma parceria com a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo

 

A Shell Brasil Petróleo anunciou a parceria com a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP), e passa a ser uma das Patrocinadoras Diamante da Associação.

Com o acordo, a empresa britânica quer firmar sua posição de destaque na comunidade técnica e cientifica, apoiando projetos de pesquisa & desenvolvimento, formação de mão de obra especializada etc

Fonte: TN Petróleo
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Statoil compra plataforma de petróleo da Maersk no Brasil



A norueguesa Statoil e a chinesa Sinochem aprovaram a compra da plataforma flutuante de produção e armazenamento de petróleo (FPSO) Peregrino, da dinamarquesa Maersk. A unidade está em produção no campo de Peregrino, na Bacia de Campos, desde o ano passado. O valor da operação não foi revelado.
Após um período de transição de seis meses, a plataforma será operada pela BW Offshore. A empresa foi contratada pela Statoil por cinco anos, com opção de renovação por mais 15 anos. O valor do contrato também não foi divulgado.
Iniciado em 2007, o projeto do FPSO Peregrino consistiu na conversão de um petroleiro em uma plataforma de produção. Segundo a Statoil, foram investidos mais de US$ 1 bilhão no projeto. A unidade, que tem capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris de óleo, produziu mais de 15 milhões de barris durante seu primeiro ano de operação.
Em 2010, a Statoil vendeu 40% do campo de Peregrino para a Sinochem, pelo valor de US$ 3,07 bilhões. A norueguesa é a operadora com 60% de participação.
Fonte: Valor OnLine
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Três bancos devem financiar R$ 90 bi em petróleo e gás




Os três grandes bancos federais, Caixa, BNDES e Banco do Brasil, resolveram financiar projetos ligados à indústria de petróleo e gás no Brasil
Os três grandes bancos federais, Caixa, BNDES e Banco do Brasil, resolveram financiar projetos ligados à indústria de petróleo e gás no Brasil. As três instituições têm carteiras para o setor que somam o montante de R$ 90 bilhões. Para os investimentos foram considerados os projetos em perspectiva, em análise e projetos contratados. A presença das estatais no financiamento do segmento de O&G se dá devido aos investimentos que serão realizados nos próximos anos. O crescimento do setor, levou os bancos a criarem áreas específicas e dedicadas a atender a indústria petrolífera.
De acordo com a chefe do departamento de gás e petróleo e bens de capital do BNDES, Priscila Branquinho, o banco prevê desembolsar cerca de R$ 34 bilhões para o setor e que R$ 25 bilhões já estão contratados. Os valores consideram financiamentos a estaleiros, petroleiros, embarcações de apoio, transporte e distribuição de gás e refino. "É uma carteira bastante firme e a perspectiva é contratar este ano os projetos que ainda faltam, R$ 9 bilhões, de um total de R$ 34 bilhões", disse Priscila ao jornal Valor Econômico.
Segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de atacado e negócios internacionais do BB, a carteira do banco para o setor de O&G somava até o fim do primeiro trimestre, a quantia de R$ 25,2 bilhões. O Banco do Brasil também criou uma equipe especializada para atuar em petróleo e gás dentro da área de atacado do setor.
" Estamos focados em financiamento de projetos, capital de giro e investimentos, além da prestação de garantias, subscrição de títulos de valores mobiliários, petroquímica e distribuição de combustíveis, entre outras operações. O Banco do Brasil trabalha com a perspectiva de contratar este ano R$ 14 bilhões em projetos com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), fonte de financiamento de longo prazo", disse Caffarelli.
A Caixa, também firmou carteira no setor de petróleo e gás, somando R$ 30 bilhões, informou o gerente regional da Caixa, Antonio Gil. Esse projeto financia  os setores de óleo e gás, geração de energia elétrica - incluindo pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e térmicas. "A Caixa tem condição de contratar e desembolsar esses valores (R$ 20 bilhões) este ano", disse  Antonio Gil.
Conforme a superintendente regional do setor de petróleo, gás e investimentos da Caixa, Eugênia Regina de Melo, o objetivo do banco é ser referência no crédito para o setor. A Caixa estima que a contratação de financiamentos para a indústria petrolífera atinja este ano R$ 20 bilhões, quase o dobro do registrado em 2011, de R$ 10,5 bilhões. 
Fonte: NN 
Foto: Divulgação
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

PETROBRAS BATE RECORDE DE PRODUÇÃO EM SUAS REFINARIAS NO BRASIL


A Petrobras informa que alcançou, no dia 7 de junho, recorde de produção em suas refinarias no Brasil, o que contribui para reduzir as importações de derivados. Foram processados 2.029.021 barris/dia de petróleo, superando o recorde anterior de 2.020.200 barris/dia de petróleo alcançado em 3/7/2010.
Para obter essa marca, buscou-se a máxima eficiência operacional, aproveitando-se todas as oportunidades para aumentar a carga processada, dentro dos limites dos equipamentos e sistemas das refinarias. Foram respeitadas todas as diretrizes de confiabilidade operacional das instalações e os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da Companhia.
Destaca-se, ainda, como um dos aspectos importantes, que esse resultado foi alcançado com a atuação integrada das áreas de Refino e Logística da Petrobras.
Fonte: Petrobras
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GE Oil & Gas investe US$32 milhões em ampliação de unidade em Macaé



A GE anunciou hoje a conclusão das obras de ampliação de sua localidade em Macaé (RJ). No total, foram investidos US$32 milhões, triplicando o tamanho das instalações. A unidade será a mais moderna da companhia destinada a produção submarina (subsea) em todo o mundo. Com a expansão, o quadro de funcionários aumentou em 150%.

Segundo João Geraldo Ferreira, presidente da GE Oil & Gas para a América, a unidade de Macaé, que atenderá a América Latina, será dedicada aos mercados de perduração e subsea vai oferecer serviços de instalação, inspeção, manutenção e operação de equipamentos no campo. 

Ferreira, afirmou que apesar da crise financeira mundial estar atingindo a dinâmica do mercado global, a GE não modificará seus planos de investimentos para regiões com potencial, como a América Latina e a Austrália. No Brasil, a a companhia mantém a estratégia de crescimento.

"O investimento em Macaé faz parte dessa estratégia. O pré-sal trouxe para o Brasil um potencial expressivo de negócios na cadeia produtiva de petróleo e gás. A GE, em resposta às demandas do mercado, amplia sua atuação para atender à clientela de forma ainda mais ágil e completa", disse o presidente da GE.

GE em Macaé

A unidade foi fundada em julho de 2001 e possui tecnologia para inspeção, conserto, manutenção, peças sobressalentes, ferramentas para aluguel, serviços de campo e fabricação de tubulares para revestimentos de poços. Também é responsável pelo reparo geral de bens de equipamento de perfuração, sistemas de produção submarina e de cabeça de poço submarino, aluguel de ferramentas para sistemas de cabeça de poço, módulo de controle submarino e BOP - Blowout Preventer – equipamento utilizado para vedar, controlar e monitorar os poços de petróleo e gás.

Com a expansão, novos equipamentos e tecnologias foram trazidos para a unidade, que tem área total de 91 mil m². Em Macaé, a GE Oil & Gas construiu quatro bunkers para testes em alta pressão. Nesse local são executados testes em equipamentos utilizando pressão de até 5000Psi.  Além disso, foi construído um poço de medição a gás para realização de testes hidrostáticos para garantir que o equipamento não possui nenhum vazamento. Essas avaliações são realizadas com gás nitrogênio em pressões de até 22000Psi, aplicando os mais rigorosos padrões de segurança durante a aplicação dos testes. Todo o monitoramento é feito utilizando um Veículo de Operação Remota – ROV, Remotely Operated Vehicle – um veículo subaquático, controlado remotamente, que permite a observação e a execução de tarefas sem a presença do operador no poço, fazendo com precisão a inspeção de equipamentos submarinos (subsea), como as ávores de natal.

Outras soluções também estão presentes, como máquinas de comando numérico, que tem capacidade de usinar de modo automático peças que pesam até seis toneladas, proporcionando ainda mais exatidão na execução dos serviços, e a Sala Limpa, estrutura que permitirá que sejam feitas montagens de alta precisão em Macaé, evitando assim o deslocamento para outros estados.

Fonte: TN Petróleo


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Techint planeja polo offshore na região do Pontal do Paraná


Desde o ano passado, uma área de 100 mil metros quadrados está prevista para ser cedida à multinacional italiana de construção de plataformas e estruturas de exploração de petróleo Techint, dentro do terminal público de Barão de Teffé do Porto de Antonina, como um espaço de apoio às atividades da unidade de Pontal do Paraná.

A expectativa do município em relação à instalação da unidade é grande. “A estimativa é pela geração de até 1,5 mil postos de trabalho, que podem mudar a cara de Antonina e dar o pontapé no que imaginamos ser a vocação atual da área portuária da cidade: a de apoio aos serviços de construção e manutenção de exploração offshore do pré-sal”, explica o prefeito, Carlos Augusto Machado. Segundo ele, o município não tem esperanças de retomar o trabalho portuário no mesmo ritmo de Paranaguá, mas de se tornar uma plataforma de serviços.

“No fim de 2011 começamos os trâmites para o licenciamento ambiental da área. Nossa esperança é usá-la para este contrato [construção de duas “jaquetas”, estruturas de sustentação de plataformas fixas, para OSX Brasil, até 2013]. Para isso imaginamos a geração de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento. Nosso sonho é de dar a partida para a criação de um polo offshore em Antonina”, explica o superintendente de Desenvolvimento de Negócios da Techint, Luís Guilherme de Sá.

A Techint possui o estaleiro de Pontal há mais de 30 anos, mas a última vez que a empresa utilizou o local foi entre 2005 e 2006, quando entregou à Petrobras uma jaqueta de 6,3 mil toneladas. Na ocasião, a operação empregou cerca de 1,5 mil pessoas. O investimento para a modernização e ampliação da unidade de Pontal – de 160 mil para 200 mil metros quadrados – é de R$ 300 milhões. As obras civis estão praticamente acabadas e a construção das plataformas deve começar em breve.

Além da construção de plataformas, a empresa pensa em usar Pontal e Antonina para produzir módulos para navios FPSOs, embarcações que ficam ancoradas em alto-mar e fazem o primeiro processamento do petróleo antes de trazer o produto à costa. Cada montagem de um navio assim leva entre um e dois anos. O alvo no momento é a Petrobras, que abriu licitações para oito FPSOs.

EMPREGOS

A Techint estima criar de 500 a mil postos de trabalho em um primeiro momento em Antonina, assim que começar as atividades no Barão de Teffé.

Fonte: Gazeta do Povo (PR)

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