quinta-feira, 21 de junho de 2012
Empresas buscam soluções para suprir demanda por profissionais em petróleo e gás
As recentes descobertas de petróleo na costa brasileira têm colocado o país em destaque no cenário mundial. Em recente painel intitulado ‘Ano 2030 – O Futuro da produção de Petróleo e Gás’, realizado no início de junho, no Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, cerca de 300 empresários e jornalistas responderam à pergunta “Qual o país deve liderar as novas descobertas em petróleo?” A grande maioria respondeu: Brasil.
Para atender à essa expectativa global e à capacidade de produção, as petrolíferas e suas cadeias de fornecedores recorrem a serviços especializados para atrair mão de obra qualificada e pronta para operação. A NES Global Talent, multinacional especializada em soluções de mão de obra para os diversos segmentos da Engenharia, Petróleo e Gás, espera que em 2012 o quadro de disputa por profissionais qualificados, não apenas dentro de cada setor, mas entre as indústrias pesadas e de petróleo, tenda a ser ainda mais acirrado.
De acordo com Giovanna Dantas, gerente de operações da NES Global Talent no Brasil, as empresas enfrentam desafios como a falta de mão de obra qualificada, burocracia para obtenção de vistos no caso de expatriados e o crescimento da demanda local por engenheiros, a cada ano.
“O nosso trabalho é justamente encontrar a equação perfeita entre os objetivos dos empregadores e empregados. Encontrar a companhia certa, saber onde estão os melhores projetos em todo o mundo e alinhar as expectativas de salário e condições de mercado são questões a serem trabalhadas de forma cotidiana”, diz Dantas.
A NES Global Talent opera no Brasil desde 2010 e fornece expertise em um setor que vem demandando cada vez mais profissionais capacitados. A empresa já colaborou na contratação de mais de 350 técnicos no país só em 2011, entre engenheiros brasileiros e estrangeiros de diversas especialidades.
O escritório nacional trabalha em conjunto com uma rede de escritórios da própria empresa espalhada por mais de 40 países, o que permite otimização de processos e agilidades nas respostas ao profissional e empresa contratante.
A NES Global Talent é uma empresa de serviços especializada em atender demandas do setor de Petróleo e Gás, Geração de Energia e Infraestrutura nas áreas de recrutamento de profissionais de elevado nível técnico, processos de outsourcing e gerenciamento de folha de pagamento, além de oferecer apoio jurídico e documentação para expatriados.
A rede de escritórios abrange a Europa, Américas, Ásia e Oriente Médio, o que significa que o grupo está muito bem localizado para atender clientes em qualquer lugar do mundo, sempre propondo soluções inovadoras. Em 2011, o volume de negócios da NES Global Talent foi de £ 379.4 milhões. Atualmente, a empresa conta com mais de 4.000 funcionários locados em escritórios em diversos países.
Fonte: Revista Fator
Cetep Macaé oferece mais de mil oportunidades
Serão 28 cursos e as aulas começarão no início de julho
HRT O&G inicia perfuração do poço 1-HRT-9-AM, no prospecto Castanheira
A HRT O&G iniciou no último dia 16 a perfuração do poço 1-HRT-9-AM, no prospecto Castanheira (1-HRT-191-03-AM) localizado no Bloco SOL-T-191, Bacia do Solimões, município de Carauari, Estado do Amazonas.
Segundo a companhia, o poço visa testar a presença de hidrocarbonetos em uma estrutura anticlinal de cerca de 20 km² de área localizada a sul do Campo de Juruá em uma possível extensão do trend gaseífero recentemente confirmado pelo poço 1-HRT-5-AM (descoberta de gás no prospecto Sândalo).
A empresa afirma que este trend foi testado com sucesso por outros três poços perfurados pela Petrobras. Em adição, o poço 1-HRT-8-AM se encontra em perfuração, e acredita-se que seja concluído no prazo de três semanas.
A confirmação da presença de gás neste poço é parte de um objetivo maior que é o de quantificar esta nova província de gás natural que cobre parte dos blocos 191, 192, 169 e 170, avançando na estratégia de monetização do gás que está sendo conduzida pela HRT em parceria com a TNK Brasil.
A HRT informou também que planeja apresentar à ANP um Plano de Avaliação (PAD) das descobertas de gás nesse alinhamento em momento oportuno.
Fonte: TN Petróleo
Aker Solutions assina acordo de P&D no setor de óleo e gás com UTFPR
A Aker Solutions e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) firmaram um convênio de ampla cooperação e intercâmbio científico e tecnológico em projetos de pesquisa e desenvolvimento em óleo e gás. O acordo representa a colaboração entre a iniciativa privada e a universidade pública e está focado em três frentes principais: desenvolvimento tecnológico, treinamentos específicos para a trilha de carreira técnica da companhia e a parceria nos programas de iniciação científica, mestrado e doutorado.
“A interação entre a empresa e o setor acadêmico promove um ambiente de produção de conhecimento e desenvolvimento tanto para a região quanto para o país, gera empregos e renda e qualifica a mão de obra local. Além disso, somos uma empresa inovadora e desejamos nos antecipar às necessidades dos clientes”, observou Luis Araujo, presidente da Aker Solutions do Brasil.
A UTFPR, primeira universidade do Paraná a fazer parceria com uma empresa do mercado de óleo e gás, possui certificação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Marcos Schiefler Filho, diretor geral do campus Curitiba da UTFPR, declarou, durante a cerimônia de assinatura do convênio, que “a indústria de óleo e gás é estratégica para o Brasil e abre as portas para a expansão tecnológica em outras áreas. Na universidade nós temos a expertise que será útil na aplicação prática das pesquisas”.
Este acordo reforça o compromisso da Aker Solutions em investir no Brasil. “Este é um momento histórico para a nossa empresa. Queremos agregar pesquisa e desenvolvimento no nosso crescimento no Brasil, antecipando o que o mercado precisará no futuro. Além disso, a Aker Solutions quer contribuir para uma tecnologia brasileira que poderá ser utilizada em outras partes do mundo”, disse Araujo.
No Brasil, a norueguesa Aker Solutions tem sedes em Curitiba, Rio das Ostras e Rio de Janeiro e emprega aproximadamente 1.400 pessoas. A empresa fornece produtos, sistemas e serviços para o mercado de óleo e gás.
Fonte: TN Petróleo
Tudo pronto para a Feira Protection Offshore
Com programação fechada desde o início do mês, a 5º edição da Feira Protection Offshore acontece entre terça-feira (26/06) a quinta-feira (28/06), no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro). O evento, que tem como tema central segurança, é o segundo maior do ramo do petróleo sediado em Macaé - que em 2013 terá mais uma edição da Brasil Offshore.
Organizada pela Reed Exhibitions Alcântara Machado, a Protection Offshore conta com o apoio da Prefeitura de Macaé e terá diversas conferências voltadas para as questões de segurança, prevenção e recuperação focadas no ramo offshore. Os debates e palestras técnicas foram fechados em parceria com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Biocombustíveis (IBP) e a Petrobras.
- A Protection Offshore é a única feira no Brasil que se preocupa com questões como os acidentes que as atividades offshore podem causar ao meio ambiente-, ressalta o secretário de Governo, Fernando Amorim.
Segundo o diretor Reed Exhibitions, Igor Tavares, da Reed Exhibitions, 80 técnicos da Petrobras já estão confirmados para o evento, assim como 30 palestrantes e várias empresas. As vagas para as conferências são limitadas em 250 a 300 pessoas por palestra.
As inscrições podem ser feitas no site www.protectionoffshore.com.br.
Tudo pronto para a Feira Protection Offshore
Com programação fechada desde o início do mês, a 5º edição da Feira Protection Offshore acontece na próxima semana, de terça-feira (26) a quinta-feira (28), no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro). O evento, que tem como tema central segurança, é o segundo maior do ramo do petróleo sediado em Macaé - que em 2013 terá mais uma edição da Brasil Offshore.
Organizada pela Reed Exhibitions Alcântara Machado, a Protection Offshore conta com o apoio da Prefeitura de Macaé e terá diversas conferências voltadas para as questões de segurança, prevenção e recuperação focadas no ramo offshore. Os debates e palestras técnicas foram fechados em parceria com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Biocombustíveis (IBP) e a Petrobras.
- A Protection Offshore é a única feira no Brasil que se preocupa com questões como os acidentes que as atividades offshore podem causar ao meio ambiente-, ressalta o secretário de Governo, Fernando Amorim.
Segundo o diretor Reed Exhibitions, Igor Tavares, da Reed Exhibitions, 80 técnicos da Petrobras já estão confirmados para o evento, assim como 30 palestrantes e várias empresas. As vagas para as conferências são limitadas em 250 a 300 pessoas por palestra.
As inscrições podem ser feitas no site www.protectionoffshore.com.br.
Fonte: Comunicação Social - Macaé
Sinopec é a 'noiva da vez' do setor no Brasil
Depois de investir US$ 12 bilhões na exploração de petróleo no Brasil e anunciar que quer mais parcerias, a China Petrochemical Corporation (Sinopec) tem atraído as atenções durante sua passagem pela Rio+20. Em um disputado jantar na segunda-feira para comemorar o lançamento de seu relatório de responsabilidade social corporativa durante a conferência internacional, o presidente do grupo Sinopec, Fu Chengyu, disse que a empresa "estava no lugar certo e na hora certa e soube aproveitar o vento favorável" na relação entre o Brasil e a China.
Para uma plateia formada por funcionários da empresa e executivos como José Maria Moreno, presidente da Repsol Sinopec Brasil; Paulo Mendonça, presidente da brasileira OGX, e Sha Zukang, secretário geral da Rio+20, Chengyu lembrou que o comércio entre os dois países superou a barreira de US$ 80 bilhões e que a China é o maior destino das exportações brasileiras. O Gasoduto do Nordeste (Gasene), da Petrobras, foi mencionado como o primeiro projeto de grande porte dessa parceria. A Sinopec foi contratada para construir o gasoduto, financiado pelo China Eximbank.
O apetite da Sinopec começou a despertar o interesse dos concorrentes - também potenciais parceiros - após as aquisições de participações acionárias em áreas exploratórias detidas tanto pela Repsol como pela portuguesa Galp no país. E no domingo, o executivo chinês disse que quer investir mais, de preferência tendo a Petrobras como operadora. Tanto apetite não passou despercebido.
Sobre isso, o presidente da Repsol Sinopec disse que a empresa constituída por ambos no Brasil deve ser o veículo utilizado para as aquisições de novas áreas por meio de leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ainda não há previsão de novos leilões da agência.
A Repsol Sinopec planeja investir quase US$ 1 bilhão no país este ano, boa parte disso em perfuração de poços
"Se houver uma nova rodada de áreas exploratórias, não faz sentido a Sinopec competir conosco", disse Moreno, da Repsol Sinopec. A exceção, completou o executivo, seria uma decisão do grupo espanhol de não participar depois que uma proposta como essa fosse levada ao conselho da empresa, presidido por ele.
A Repsol Sinopec planeja investir quase US$ 1 bilhão no país somente este ano, grande parte na perfuração de poços com custo unitário de até US$ 250 milhões. Até 2016, o investimento nos campos de Sapinhoá (antigo Guará) e Carioca, ambos descobertos no bloco BM-S-9 do pré-sal de Santos, serão de US$ 2,5 bilhões e US$ 1,675 bilhão.
Os valores não incluem os gastos com o desenvolvimento da produção do Pão de Açúcar, campo gigante descoberto em 2011 no pré-sal da bacia de Campos.
Na segunda-feira, ao falar sobre a operação no Brasil, Moreno disse que não trabalha com a hipótese de atraso na produção das áreas onde tem parceria com a Petrobras, mesmo depois de a estatal ter informado que entre os motivos da redução de suas metas de produção no pré-sal estão atrasos na entregas equipamentos críticos. "Nas nossas áreas, está tudo no prazo", disse Moreno.
A Petrobras informou em Londres, durante conferência promovida pelo banco Credit Suisse, que os prazos de entrega das plataformas FPSOs "replicantes" vão "deslizar" um ano e que as árvores de natal molhadas (que controlam a vazão na boca dos poços), devem atrasar, principalmente em 2013. A Petrobras e suas sócias encomendaram oito plataformas replicantes destinadas aos campos Lula e Sapinhoá (antigos blocos BM-S-11 e BM-S-9). Elas estão sendo construídas no estaleiro Rio Grande, enquanto os equipamentos submarinos foram encomendados à norueguesa Aker Solutions.
A Repsol Sinopec espera que Sapinhoá comece a produzir já no ano que vem, alcançando uma produção de 250 mil barris/dia em 2015. A Repsol Sinopec também espera, para 2017, o começo da produção no campo Carioca, também operado pela estatal.
Fonte: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner | Do Rio
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