A norueguesa Statoil e a chinesa Sinochem aprovaram a compra da plataforma flutuante de produção e armazenamento de petróleo (FPSO) Peregrino, da dinamarquesa Maersk. A unidade está em produção no campo de Peregrino, na Bacia de Campos, desde o ano passado. O valor da operação não foi revelado.
Após um período de transição de seis meses, a plataforma será operada pela BW Offshore. A empresa foi contratada pela Statoil por cinco anos, com opção de renovação por mais 15 anos. O valor do contrato também não foi divulgado.
Iniciado em 2007, o projeto do FPSO Peregrino consistiu na conversão de um petroleiro em uma plataforma de produção. Segundo a Statoil, foram investidos mais de US$ 1 bilhão no projeto. A unidade, que tem capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris de óleo, produziu mais de 15 milhões de barris durante seu primeiro ano de operação.
Em 2010, a Statoil vendeu 40% do campo de Peregrino para a Sinochem, pelo valor de US$ 3,07 bilhões. A norueguesa é a operadora com 60% de participação.
Após um período de transição de seis meses, a plataforma será operada pela BW Offshore. A empresa foi contratada pela Statoil por cinco anos, com opção de renovação por mais 15 anos. O valor do contrato também não foi divulgado.
Iniciado em 2007, o projeto do FPSO Peregrino consistiu na conversão de um petroleiro em uma plataforma de produção. Segundo a Statoil, foram investidos mais de US$ 1 bilhão no projeto. A unidade, que tem capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris de óleo, produziu mais de 15 milhões de barris durante seu primeiro ano de operação.
Em 2010, a Statoil vendeu 40% do campo de Peregrino para a Sinochem, pelo valor de US$ 3,07 bilhões. A norueguesa é a operadora com 60% de participação.
Fonte: Valor OnLine

prevê desembolsar cerca de R$ 34 bilhões para o setor e que R$ 25 bilhões já estão contratados. Os valores consideram financiamentos a estaleiros, petroleiros, embarcações de apoio, transporte e distribuição de gás e refino. "É uma carteira bastante firme e a perspectiva é contratar este ano os projetos que ainda faltam, R$ 9 bilhões, de um total de R$ 34 bilhões", disse Priscila ao jornal Valor Econômico.