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sábado, 12 de maio de 2012

Petrobras e UFBA inauguram laboratório para avaliar evolução nos campos de petróleo



A Petrobras e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) inauguram hoje (11/05) o Laboratório de Isótopos Estáveis, que integra a Rede de Geoquímica. A solenidade contou com as presenças do professor Raimundo Muniz, representando a reitora Dora Leal Rosa, do gerente da Rede de Geoquímica da Petrobras, Ramsés Capilla, representante da Companhia no evento, e do professor Expedito Azevedo, coordenador do projeto.
No laboratório, será realizada a caracterização isotópica de águas de formação em reservatórios para determinação de sua origem e evolução nos campos de petróleo. Além disso, a caracterização dessas águas servirá como ferramenta para o monitoramento dos variados aspectos ambientais ligados à produção. A Petrobras investiu R$ 1 milhão em reforma de infraestrutura e aquisição de equipamentos e R$ 1,7 milhão em projetos de pesquisa e desenvolvimento.
O representante da Petrobras, Ramsés Capilla, ressalta a importância do Laboratório e das redes temáticas no desenvolvimento de pesquisas e na capacitação de pessoas. “O aumento da capacitação tecnológica e o aumento do número de pesquisas é um legado importante que vai se refletir no futuro tecnológico do nosso país”. No laboratório, serão determinados os isótopos de hidrogênio e de oxigênio das águas de formação, que são aquelas localizadas nos poros de rochas e produzidas com o petróleo a partir de poços. A determinação da chamada “assinatura isotópica” dessas águas complementa as informações obtidas através do estudo da composição química das mesmas. Em um primeiro momento, já foram estudadas as Bacias do Recôncavo, Sergipe e Potiguar para avaliar a origem e evolução das respectivas águas de formação, a interação das mesmas com minerais e rochas, e as possíveis interconexões entre reservatórios.
Com esta capacitação laboratorial, será possível avaliar se há comunicação hidráulica entre os reservatórios e aquíferos ou se há infiltração de água meteórica, bem como o monitoramento de injeção de água para estímulo de produção. Esse estudo permite também conhecer o histórico de biodegradação, ou seja, a ação das bactérias no óleo. Essa informação tem grande relevância para a indústria de petróleo para avaliação e definição da qualidade do óleo.
Outro dado importante é a avaliação da composição salina das águas dos reservatórios, tanto para entender os processos de transformação que o petróleo sofre ao longo dos anos quanto para evitar a contaminação do subsolo ou solo com a alta salinidade. As pesquisas também irão monitorar as águas injetadas nos poços para recuperação de petróleo, o que possibilitará estimar a produtividade de cada compartimento dos reservatórios.
Fonte: Petrobras

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