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segunda-feira, 5 de março de 2012

Ibama prevê a liberação de 12 novos projetos offshore neste ano


O Instituto Nacional do Meio Ambiente (Ibama) deve concluir, em 2012, o licenciamento de 12 novos projetos de exploração e produção de petróleo e gás natural em alto-mar, nas Bacias de Santos, Campos e Sergipe Alagoas. A informação foi divulgada por meio de nota, na qual o Ibama destaca o licenciamento da Etapa 1 de desenvolvimento do pólo pré-sal da Bacia de Santos. A conclusão do processo de concessão de licenças é necessária para dar andamento à produção nos campos de Lula e Guará, por exemplo, nos quais a Petrobras vem realizando, desde o ano passado, Testes de Longa Duração (TLDs).
O Instituto reuniu-se com a Petrobras, a Agência Nacional do Petróleo e com os ministérios de Minas e Energia, Planejamento, Orçamento e Gestão, no Rio, para discutir os rumos da atividade petrolífera entre 2012 e 2015. O mais novo diretor e Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli esteve presente e previu que o período será de "muito trabalho". Formigli afirmou que "nossa atividade de exploração e produção tem perspectiva de crescimento espetacular e assombroso. Isso só tende a crescer”.
Nos dias 25 e 26 de abril, será realizado no Centro de Treinamento NN, o curso Segurança, Meio-Ambiente e Saúde (SMS). O curso visa aprofundar os conhecimentos no estudo do sistema de gestão de SMS para projetos de instalação na indústria de petróleo e gás natural, passando por conceitos fundamentais e requisitos legais. Para maiores informações, basta entrar em contato pelo e-mail treinamento@euleionn.com.br. Garanta sua vaga!
Fonte: NN
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Outros métodos de limpeza de petróleo derramado



sol, a ação das ondas e o clima podem contribuir para a dissolução do petróleo na água. Ele termina por evaporar, um dia. Por causa disso, os especialistas não interferem em determinadas manchas de petróleo. Caso a mancha não ameace a vida natural, os negócios ou os assentamentos populacionais, as agências de limpeza podem optar por permitir que processos naturais se encarreguem da limpeza. O petróleo sempre flutua na água salgada e quase sempre em água doce. Na água doce, porém, o petróleo cru das variedades mais pesadas pode afundar. Muitas vezes, ao se dissolver, o petróleo se mistura com a água - em companhia de particulados como a areia - e se torna uma esfera de piche. Essas esferas tendem a endurecer pelo lado de fora e a manter a suavidade na porção central. Como se dispersam e se espalham, as esferas de piche e outras formas degradadas de petróleo presentes no mar não representam a mesma espécie de ameaça ambiental que uma mancha concentrada.
Muitas vezes, as manchas de petróleo derramado em águas tropicais são tratadas com dispersantes - produtos químicos que promovem dissolução mais rápida do petróleo do que a natureza propiciaria. Os dispersantes podem causar a fragmentação de uma mancha, permitindo que gotículas de petróleo se misturem com a água e sejam absorvidas mais rapidamente pelo sistema aquático. Esses produtos químicos apresentam, no entanto, alguns riscos. O petróleo dissolvido pode ser absorvido pela vida marinha e se tornar parte da cadeia alimentar. Um estudo israelense (em inglês) conduzido em 2007 também reportou que a combinação entre dispersantes e petróleo dissolvido pode ser mais tóxica para os recifes de coral do que o petróleo bruto em sua forma original [fonte: Science Daily (em inglês)].
Quando uma mancha ameaça se expandir por áreas costeiras - ou pior, quando ela ocorre em uma área costeira, como em casos nos quais um petroleiro encalha ou uma refinaria sofre um vazamento - a situação se torna mais séria. Limpar a mancha também fica mais difícil e os métodos usados no tratamento do petróleo precisam ser mais delicados.
Um método para enfrentar manchas de petróleo que chegaram à costa é o uso de agentes biológicos. Fertilizantes como o fósforo e o nitrogênio são espalhados por uma costa atingida por uma mancha de petróleo com o objetivo de fomentar o crescimento de microorganismos, que promovem a dissolução do petróleo aos seus componentes naturais, tais como ácidos graxos e dióxido de carbono. Outras formas de agentes biológicos também podem ser usadas em derramamentos costeiros ou em mar aberto.
Mas os derramamentos na costa têm probabilidade maior de afetar o habitat da fauna.
Oily bird
Foto por Justin Sullivan/Getty Images
Salvar a fauna (como esse pássaro que sofre com a poluição de um derramamento na baía de San Francisco em 2007) é outro fator importante na limpeza de manchas de petróleo 
A severidade da mancha e a sua proximidade de habitats da fauna têm efeito sobre o número de animais marinhos mortos ou lesados pelo problema. Aves aquáticas e outros animais, como focas e lontras, podem ficar recobertos de óleo, o que remove a impermeabilidade das penas das aves e o isolamento oferecido aos mamíferos aquáticos por sua pelagem. Os animais também podem ser envenenados pelo petróleo ao ingeri-lo quando tentam lamber seus corpos para fins de limpeza [fonte: NOAA (em inglês)].
As agências que cuidam da limpeza das manchas usam espantalhos flutuantes e balões para assustar os animais e afastá-los das áreas afetadas pelas manchas, mas isso não evita que eles sejam atingidos. Os especialistas dispõem de técnicas que ajudam a minimizar o índice de mortalidade entre os animais que sofrem com a poluição por petróleo, mas resgatar aves e mamíferos marinhos como as morsas e as lontras causa problemas. Há um dado encorajador: desde que o Exxon Valdez encalhou, os especialistas vêm tendo de limpar derramamentos de petróleo com freqüência menor. A Guarda Costeira dos EUA reporta que entre 1989 e 2004 o número anual de casos de derramamento de petróleo em águasnorte-americanas (em inglês) caiu em 58%.
Não importa o sucesso e a dimensão que os esforços de recuperação tenham atingido, manchas de petróleo deixam uma marca indelével sobre o meio ambiente. Em 2007, 18 anos depois do acidente com o Exxon Valdez, ainda existem áreas do estreito Prince William que continuam poluídas com petróleo, o qual ainda não foi inteiramente biodegradado [fonte: Science Daily (em inglês)].
Fonte: Howstuffworks
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MME confirma potencial para petróleo e gás natural na costa do Pará




Informações fornecidas pelo Ministério de Minas e Energia (MME), através de ofício assinado pelo ministro Edison Lobão e endereçado ao deputado José Priante (PMDB-PA), confirmou, em novembro do ano passado, as perspectivas promissoras para descobertas de petróleo e gás na costa do Pará. O potencial petrolífero do litoral norte brasileiro, incluindo a foz do Amazonas, foi revelado pelo DIÁRIO em matéria veiculada na edição de ontem.

A correspondência do ministro, datada de 29 de novembro, foi provocada por um requerimento de informação de autoria de Priante, apresentado na Câmara dos Deputados e aprovado em plenário. No requerimento, o parlamentar, traduzindo a expectativa do povo paraense em relação ao assunto, solicitava ao MME informações sobre os resultados de estudos e prospecções realizados pela Petrobras para encontrar óleo e gás natural na bacia Pará-Maranhão.

Em resposta à indagação, o documento encaminhado pelo ministro Edison Lobão incluiu dados fornecidos tanto pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) quanto pela área técnica do próprio Ministério.

A Superintendência de Definição de Blocos da ANP, por exemplo, revelou, em nota técnica, que, além do potencial esperado nas bacias do Parnaíba, Barreirinhas e Pará-Maranhão, diversas são as bacias que estão localizadas, total ou parcialmente, nos Estados do Pará e do Maranhão, no Amazonas, Bragança-Viseu, Marajó e Foz do Amazonas.

FOMENTO

“A ANP vislumbra potencial promissor para essas bacias de fronteira exploratória e vem investindo sistematicamente na aquisição de novos dados, visando o fomento das atividades exploratórias e a descentralização de investimentos”, acrescenta a nota.

A ANP classifica como “região de potencial petrolífero altamente promissor” a margem equatorial brasileira, formada pelas bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. A ANP fundamenta sua análise não somente em descobertas comerciais e subcomerciais já ocorridas nessas

bacias, mas também em indí-

cios de petróleo registrados em vários poços de exploração.

A ANP assinala que, recentemente, o modelo exploratório de petróleo na margem equatorial brasileira foi alterado em decorrência do sucesso exploratório na margem equatorial africana, bem como nos países vizinhos da margem equatorial da América do Sul.

(Fonte: Diário do Pará)

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Nas águas profundas de Sergipe e Alagoas



A Petrobras recebe este mês a primeira sonda que será dedicada exclusivamente a campanhas exploratórias no offshore da Bacia de Sergipe-Alagoas. O navio sonda Deepsea Metro II, da Odfjell Drilling, é a prova da aposta do E&P da petroleira na nova fronteira exploratória descoberta em águas profundas da bacia com o prospecto Barra (1-BRSA-851-SES), no bloco BM-SEAL-11.
Operadora única do offshore da bacia, a Petrobras projeta para este ano a perfuração de seis poços exploratórios no chamado Polígono de Águas Profundas – que engloba os blocos BM-SEAL-4 e BM-SEAL-10, além do próprio BM-SEAL-11. Outros seis poços serão feitos no projeto de revitalização dos campos de Camorim, Guaricema e Dourado, todos em águas rasas.
A descoberta de Barra realmente tem movimentado os técnicos da petroleira em direção às águas profundas da região, processo iniciado com o campo de Piranema, declarado comercial em 2004. O poço pioneiro foi perfurado em lâmina d’água de 2.311 m, a 58 km da costa de Sergipe. O trabalho demandou aporte de US$ 40 milhões.
A comprovação da descoberta ocorreu por meio de perfilagem e amostragem (líquidos e gases) de fluido em teste de formação a poço revestido. Foram confirmadas excelentes condições de porosidade dos reservatórios em profundidade de cerca de 5.050 m e 5.400 m. No intervalo superior foi constatado condensado e óleo leve de excelente qualidade, em torno de 43º API, e no intervalo inferior, verificou-se a ocorrência de óleo com 32º API.
As informações obtidas até o momento ainda não foram suficientes para definir os volumes recuperáveis, mas a Petrobras garante que a descoberta corresponde a uma nova província petrolífera em Sergipe-Alagoas. Segundo a companhia, os reservatórios identificados são semelhantes aos da seção marinha da Bacia de Campos.
O Deepsea Metro II deve participar da campanha de delimitação de Barra. Afretado ao custo total de US$ 531 milhões – taxa diária de cerca de US$ 481 mil –, o navio-sonda da Odfjell foi construído no estaleiro Hyundai, na Coreia do Sul. Em meados do mês passado a embarcação estava fundeada próximo à entrada da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, entre as ilhas Pai e Mãe, para depois ser deslocada até Sergipe, numa viagem que deve durar de três a quatro dias.
Cinco sondas para SEAL
Com toda a área de águas profundas coberta com sísmica 3D, a Área de Exploração da Unidade Operacional de Sergipe Alagoas (UO-SEAL) da Petrobras foca agora seu trabalho nas campanhas de perfuração. A meta é estar com cinco sondas operando na bacia no segundo semestre, superando a capacidade instalada no Espírito Santo, por exemplo.
Atualmente a Petrobras perfura três poços na bacia, sendo dois no BM-SEAL-10 e um no BM-SEAL-11. As campanhas são feitas pelas sondas SC Lancer, da Schahin, DS Carolina, da Petroserv, e Petrobras 10.000, da própria empresa. O navio-sonda DS Carolina (NS-29) foi o último deles a receber anuência do Ibama, no fim de dezembro passado.
No último ano, a Petrobras perfurou um poço em cada bloco do Polígono de Águas Profundas. O primeiro furo, feito no BM-SEAL-10, indicou a presença de óleo. O segundo, no BM-SEAL-11, a presença de gás natural e condensado. “O modelo geológico testado nos deu segurança. A descoberta abre uma enorme perspectiva para áreas em Sergipe”, comenta o gerente-geral da UO-SEAL, Eugênio Dezen.
Toda a logística de apoio para as campanhas está sendo feita no Aeroporto de Santa Maria, em Aracaju, e a partir do Terminal Marítimo de Inácio Barbosa (TMIB), em Barra dos Coqueiros. A Petrobras chegou a operar seu apoio portuário para Sergipe a partir da base de Imbetiba, em Macaé, mas desde meados do ano passado já opera na região.

Fonte: Revista Brasil Energia
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Petrobras espera 33 sondas do Brasil



A Petrobrás encomendou no último ano 33 sondas de perfuração para águas ultraprofundas a serem produzidas no Brasil. Serão as primeiras em solo nacional, incluindo as seis do Jurong Aracruz. Fomentados pelo governo, que usa as encomendas para revitalizar a indústria naval brasileira, os contratos injetarão US$ 95 bilhões no setor.
A estatal afirma que os preços são comparáveis aos que seriam cobrados no exterior. O risco, neste caso, são os atrasos nos megaequipamentos necessários para explorar o pré-sal, uma área equivalente à do Estado do Ceará, cujo petróleo está a mais de 2 quilômetros de profundidade.
Oito estaleiros ficarão responsáveis pela construção e montagem, porém mais da metade do parque ainda está em construção. Apenas Keppel, Mauá e Eisa estão prontos, enquanto Jurong, Atlântico Sul, Paraguaçu, Rio Grande e Eisa Alagoas estão apenas parcialmente construídos ou ainda no chão. As sondas precisam ser entregues a partir de junho de 2015 até 2020.
São 48 meses após a assinatura do primeiro contrato. Em média, uma nova sonda é entregue a cada oito meses e os contratos contemplam afretamento por até 15 anos. "O risco de atraso está nas primeiras, e não nas últimas, pois o estaleiro vai repetir a construção, e há uma curva de aprendizado", disse o presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz, no anúncio do negócio. A empresa de investimentos, da qual a Petrobrás detém 10% ao lado de bancos e fundos, é responsável por 28 das 33 sondas. As outras 5 estão com a concorrente Ocean Rig. Nenhuma será da Petrobrás, pois serão afretadas à estatal.
Membro do Fundo Nacional de Marinha Mercante, o presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante, Severino Almeida, diz ter confiança absoluta de que a indústria nacional tem capacidade de atender as encomendas. "Em um estaleiro, 90% do trabalho é de montagem." Porém, Almeida diz que atraso no setor é regra no Brasil e não deve ser diferente agora. "Em 33 anos, nunca vi um prazo neste setor ser cumprido."
O caso mais conhecido de estaleiro virtual no Brasil é o Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), onde a Petrobrás enfrenta problemas sérios de atrasos. O navio João Candido deveria ter sido entregue à Transpetro, subsidiária da Petrobrás, em agosto de 2010, mas apresenta problemas com solda e nivelamento. O EAS informou esta semana que a embarcação passa por testes, mas não deu prazo para a entrada em operação.
Sete sondas foram encomendadas pela Petrobrás ao estaleiro em 2011, para entrega a partir de 2015. Questionado sobre o cronograma, o EAS disse que "reavalia os prazos no sentido de atender o mais rapidamente possível às encomendas".

Fonte: O Estado de São Paulo
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FPSO BW Cidade de São Vicente inicia operação no pré-sal de Santos



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O navio plataforma FPSO BW Cidade de São Vicente iniciou operação na área de Iracema (Bloco BM-S-11),  no pré-sal da Bacia de Santos. A plataforma foi conectada ao poço RJS-647, em águas onde a profundidade é de 2.212 metros.

A plataforma deve operar na área por um período aproximado de seis meses, com o objetivo de coletar informações técnicas sobre o comportamento dos reservatórios e escoamento do petróleo nas linhas submarinas, entre outros dados. Essas informações darão suporte ao desenvolvimento do sistema definitivo de produção, previsto para entrar em operação na área no final de 2014, com a instalação do FPSO Cidade de Mangaratiba.

O poço deverá produzir, no período do teste, uma vazão restrita de cerca de dez mil barris de petróleo por dia. O projeto está sendo desenvolvido pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora, com 65% de participação), BG E&P Brasil Ltda.- BG Group (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%).

O  FPSO BW Cidade de São Vicente é  um navio produtor de óleo e gás e que também armazena e escoa o petróleo  produzido  para  navios  transportadores. Sua capacidade de processo é de até 30 mil barris de óleo por dia.


Fonte: TN Petróleo
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Petrobras vai oferecer 11 mil vagas em cursos gratuitos de petróleo e gás

prominp 2012 inscrições Prominp 2012: Inscrições

A Petrobras vai oferecer este ano 11 mil vagas para cursos gratuitos dentro do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). As inscrições começam no próximo dia 7 e vão até 12 de abril.

Haverá cursos em 14 estados, abrangendo todos os níveis de escolaridade. Segundo a empresa, 60% das vagas são referentes a níveis básicos de estudo. O anúncio oficial do 6º ciclo do Prominp será feito hoje (5) pela presidenta da estatal, Graça Foster, quando haverá o detalhamento das condições para se concorrer às vagas.

O objetivo dos cursos oferecidos pela Petrobras é qualificar mão de obra nacional para suprir a demanda por trabalhadores nos setores de petróleo e gás, que devem absorver um número cada vez maior de profissionais nos próximos anos.


Fonte: Agência Brasil
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